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Hoje — 20 de Janeiro de 2022Seus RSS feeds

Projeto mobiliza crianças e jovens para a conservação dos manguezais amazônicos

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Ações socioambientais educativas se aliam ao reflorestamento de áreas degradadas nesse ecossistema, na costa do Pará.

As novas gerações representam um fator estratégico para a conservação e o uso sustentável da maior faixa contínua de manguezais do planeta, com cerca de 8 mil Km, localizada na zona costeira do Amapá, Pará e Maranhão. “Elas serão os futuros guardiões do meio ambiente e constituem o melhor caminho para as mensagens chegarem aos pais, mobilizando reflexões e mudanças de comportamento”, afirma Aila Freitas, educadora ambiental do Projeto Mangues da Amazônia.

Realizada pelo Instituto Peabiru e Associação Sarambuí, com apoio do Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), a iniciativa é patrocinada pela Petrobras e desenvolve ações pedagógicas de reforço e complementares ao currículo escolar em comunidades de reservas extrativistas que utilizam os manguezais como meio de sustento, incluindo a extração de caranguejo e a pesca.

As atividades abrangem diferentes faixas de idade desde o início da vida escolar. Na Escola Municipal Brasiliano Felício da Silva, na comunidade de Tamatateua, em Bragança (PA), o Clube do Recreio, voltado a crianças de três a seis anos, realiza atividades lúdicas na lógica de “aprender brincando”. Cartilhas sobre os manguezais foram especialmente produzidas para as atividades, com linguagem simples, cores e desenhos, abrangendo inicialmente 163 crianças de duas comunidades.

“Ser criança nos manguezais é conviver com a natureza, enxergando detalhes que só eles conseguem pela paixão de pisar na lama”, enfatiza Freitas. Ela conclui: “É um laboratório vivo de aprendizados, de forma que o principal desafio é preservar o meio ambiente fazendo parte dele, e não só para utilizá-lo depois”.

Já no Clube de Ciências, meninos e meninas a partir dos sete anos de idade participam de encontros teóricos e práticos com cientistas sobre temas dos manguezais, inclusive expedições de campo para conhecer melhor a fauna e a flora típica desse ecossistema. O objetivo é despertar um olhar mais científico, para além do conhecimento empírico que eles já possuem pela convivência com a natureza, semeando a vocação de futuros biólogos ou agentes ambientais. “No mínimo, essas crianças serão defensoras do meio ambiente quando adultas”, ressalta Adria Freitas, coordenadora do Clube de Ciências, que em dezembro formou a primeira turma de futuros cientistas na Reserva Extrativista Marinha de Tracuateua, no município de Tracuateua (PA), e agora segue para a comunidade do Araí, em Augusto Corrêa (PA).

O Projeto Mangues da Amazônia prevê recuperação de 12 hectares distribuídos em áreas já impactadas em três reservas extrativistas dos municípios de Augusto Corrêa, Bragança e Tracuateua (PA), mobilizando direta e indiretamente cerca de 7,6 mil pessoas. A iniciativa desenvolve estudos para suporte a práticas sustentáveis de manejo do caranguejo-uçá, madeira e outros recursos naturais que se somam ao valor dos manguezais amazônicos pelo serviço climático prestado ao planeta, atraindo jovens a dar continuidade à transferência do conhecimento tradicional entre as gerações.

Na comunidade de Tamatateua, a iniciativa PROMANGUE, desenvolvida pelo projeto, mobiliza jovens estudantes entre 14 e 20 anos em rodas de conversa semanais sobre aspectos ligados aos manguezais e a temas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, com metas ambientais e sociais para 2030 no mundo. “Já temos consciência que é errado desmatar; falta só convencer os pais”, revela o aluno Pedro Henrique Ribeiro, que junto aos demais jovens do grupo contribuiu no trabalho de reflorestamento do manguezal na comunidade.

A partir de janeiro, a expectativa é disponibilizar cursos de informática como oportunidade de qualificação profissional, com participação inicial de 120 jovens e adultos de três reservas extrativistas atendidas pelo Projeto Mangues da Amazônia, nos municípios de Tracuateua (comunidade Nanã), Bragança (comunidades de Tamatateua e Taperaçu) e Augusto Correa (comunidade Araí). Com atividades semanais aos sábados, o objetivo do curso é abordar desde procedimentos básicos de informática até aplicações úteis às comunidades extrativistas.

Sobre o Projeto Mangues da Amazônia @manguesdaamazonia

O Mangues da Amazônia é um projeto socioambiental com foco na recuperação e conservação de manguezais em Reservas Extrativistas Marinhas do estado do Pará. É realizado pelo Instituto Peabiru e pela Associação Sarambuí, em parceria com o Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), e conta com patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental. Com início em 2021 e duração de dois anos, o projeto atua na recuperação de espécies-chave dos manguezais através da elaboração de estratégias de manejo da madeira e do caranguejo-uçá com a participação das comunidades.

Sobre a Associação Sarambuí @sarambui_

A Associação Sarambuí é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) com sede em Bragança – Pará, constituída em 2015, cuja missão é promover a geração de conhecimento de maneira participativa, em prol da conservação e sustentabilidade dos recursos estuarino-costeiros. Nossas ações são direcionadas ao ecossistema manguezal, ao longo da costa amazônica brasileira, em particular no litoral do Estado do Pará. É uma das organizações realizadoras do projeto Mangues da Amazônia.

Sobre o Instituto Peabiru @institutopeabiru

O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) brasileira, fundada em 1998, que tem por missão facilitar processos de fortalecimento da organização social e da valorização da sociobiodiversidade. Com sede em Belém, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA). É uma das organizações realizadoras do projeto Mangues da Amazônia.

 

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Comitê PCJ e seu Projeto Gota d’Água – em 2022 tema será “Mudanças Climáticas”

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Com o slogan “Muda-se o clima, mudam-se nossas vidas”, o objetivo é apresentar como o Brasil e, principalmente, as Bacias PCJ são impactados com as alterações intensas do clima

O Consórcio PCJ, por meio do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental, definiu o tema do Projeto Gota d’Água de 2022: “Mudanças Climáticas: muda-se o clima, mudam-se nossas vidas”. Os participantes do projeto já haviam sido informados sobre o tema na live do Seminário de avaliação do projeto, ao final de novembro, do último ano.

A temática para 2022 teve como inspiração o documentário, “O Amanhã é Hoje”, que retrata como as mudanças climáticas mexem com a vida da população. A produção apresenta o drama de brasileiros impactados por secas impiedosas, chuvas torrenciais, ressacas violentas, calor excessivo e incêndios incontroláveis. O documentário está disponível no YouTube, através do link: https://youtu.be/azrnx55oawQ ↗.

O amanhã é hoje ↗

O webdocumentário “O Amanhã é hoje – o drama de brasileiros impactados pelas mudanças climáticas” mostra que os impactos do clima já alcançaram todos os bras…

O objetivo do projeto é trabalhar o tema ligado à Agenda 2030, mais especificamente ao Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 13, buscando mobilizar a comunidade, através da educação, sobre os compromissos de execução dos ODS.

“Cada vez mais, a população está sentindo os impactos das mudanças climáticas em suas vidas, mas sem correlacioná-los a essa temática. Julgam que são ocorrências passageiras ou naturais, quando na realidade, nosso comportamento em relação ao planeta já está impactando nossas vidas e a dos outros seres vivos”, afirma a gerente técnica do Consórcio PCJ e coordenadora do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental da entidade, Andréa Borges.
Andréa lembra ainda que as fortes estiagens dos últimos anos e quedas nas precipitações verificadas desde a crise hídrica de 2014 não são mero acaso. “A periodicidade das chuvas e sua intensidade estão mudando e alteram a florescimento e frutificação das plantas, impactando a produção agrícola e a disponibilidade hídrica para o abastecimento, que a cada ano fica mais reduzida”, alerta.

Durante o seminário de avaliação, disponível em https://youtu.be/CZTNgvuE_h8 ↗, a gerente técnica do Consórcio PCJ fez um chamamento à ampliação da participação da comunidade e dos participantes do projeto para esse ano de 2022. “Vem com a gente! Vamos trabalhar o tema Mudanças Climáticas e falar um pouco mais sobre a nossa região, o quanto ela é impactada com as alterações no clima”.

Em breve, o Consórcio PCJ liberará mais informações sobre o Projeto Gota d’Água 2022, como também o calendário de atividades e a abertura oficial do projeto, previsto para ocorrer em março desse ano.

Qualquer dúvida sobre o Projeto Gota d’Água, entre em contato com a equipe do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental, pelo e-mail ambiental@agua.org.br ↗.

 

Sobre o Projeto Gota d’Água

O projeto “Semana da Água”, promovido desde 1994 nas Bacias dos Rios Piracicaba Capivari e Jundiaí (PCJ), foi remodelado pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental do Consórcio PCJ e, a partir de 2015, passou a fazer parte do Projeto Gota d’Água.

A iniciativa tem como objetivo intensificar as ações de educação ambiental que extrapolem a execução das Semanas da Água nos municípios, o que de fato já ocorria na prática. Em média, 150 mil pessoas são capacitadas pelas ações do projeto por ano nas Bacias PCJ.

 

Sobre o Consórcio PCJ:

O Consórcio PCJ, fundado em 1989, é uma associação civil de direito privado, composta por 40 municípios e 23 empresas associados, que atua como uma agência de fomento, planejamento e sensibilização, com o objetivo de recuperar e preservar os mananciais, além de discutir a implementação de políticas públicas voltadas à gestão da água.

A entidade é referência nacional e internacional na gestão de recursos hídricos, sendo membro de importantes entidades internacionais, como: O Conselho Mundial da Água, a Rede Internacional de Organismos de Bacias (Riob), a Rede Latino-Americana de Organismos de Bacias (Relob) e a Rede Brasil (Rebob).

 

Mais Informações:

Programa de Educação Ambiental – Consórcio PCJe-mail: ambiental@agua.org.br ↗

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Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece, inscrições até 31 de janeiro

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O período de inscrição para o Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece foi prorrogado. Agora as inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de janeiro de 2022 por meio do site www.premiomulheresrurais.com.br. ↗

Podem se inscrever iniciativas de coletivos de mulheres de qualquer lugar do Brasil que promovam a autonomia econômica das mulheres rurais (agricultoras, pescadoras, apicultoras, extrativistas, indígenas, quilombolas) e soluções inovadoras empreendidas por elas para o bem-estar de suas famílias, organizações e comunidades. 

Lançado em outubro do ano passado, no marco do Dia Internacional das Mulheres Rurais (15/10) e do Dia Mundial da Alimentação (16/10), o Prêmio é uma realização da Embaixada da Espanha no Brasil em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a ONU Mulheres e tem o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), do Serviço Social do Comércio (Sesc) e da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer).

O Prêmio visa reconhecer experiências que incentivem autonomia econômica de mulheres rurais para promover a igualdade de gênero, aumentar a visibilidade da mulher rural e reconhecer a diversidade como matriz do desenvolvimento econômico, social e cultural. 

Reconhecimento

As mulheres produzem cerca de metade dos alimentos no mundo. Em sua diversidade (indígenas, afrodescendentes, quilombolas, camponesas, pescadoras, artesãs, migrantes, empreendedoras), elas correspondem a 43% da mão de obra agrícola no mundo – mas, ainda têm seu papel e importância negligenciados e estão fora dos principais espaços de decisão.  

No geral, as mulheres no campo também têm mais dificuldade de acesso à terra, ao crédito e a cadeias de alto valor, essenciais para sua subsistência e para o bem-estar das comunidades.  

Trabalhar pela equidade entre mulheres e homens no campo, reconhecendo o papel delas como beneficiárias e agentes para o desenvolvimento sustentável é fundamental para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU e para um para um mundo com mais oportunidade a todas e todos.

O Prêmio Mulheres Rurais Espanha Reconhece dá visibilidade a essas questões ao promover ações e empreendimentos de coletivo de mulheres que fomentam suas comunidades e a preservação da (agro) biodiversidade por meio de iniciativas inovadoras. As mulheres e meninas são detentoras de conhecimento, guardiãs de suas terras e têm papel crucial para a resiliência frente às emergências climáticas.  

Premiação

Serão classificados e premiados três projetos de dez iniciativas finalistas. A premiação consiste em valores destinados a melhorar o empreendimento. O primeiro lugar receberá R$ 20 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil. A entrega da premiação está prevista para 8 de março de 2022. O Prêmio conta com o patrocínio das empresas espanholas INDRA, ACCIONA, MAPFRE, JOSEP LLORENS e CMR Fruits. 

Além da premiação em dinheiro as três experiências mais bem pontuadas também receberão:

  • Acompanhamento e assistência técnica ao empreendimento – por parte da ASBRAER/RURAL COMMERCE;

  • Um notebook HP; 

  • Um ano de uso gratuito da Plataforma Rural E-commerce 

As dez experiências finalistas receberão: 

  • Um curso, na modalidade ensino à distância, voltado para o Empoderamento pessoal e econômico das mulheres rurais – por parte da OEI; 

  • Publicações técnicas das instituições promotoras relacionadas às questões de gênero; 

  • Certificado de reconhecimento internacional;

Detalhes sobre iniciativas habilitadas a concorrer ao prêmio, regras, comissão julgadora e premiação estão disponíveis na convocatória no site: www.premiomulheresrurais.com.br ↗

Sobre o IICA

É o organismo internacional especializado em agricultura do Sistema Interamericano. Sua missão é estimular, promover e apoiar os esforços de seus 34 Estados-membros para alcançar o desenvolvimento agrícola e o bem-estar rural, por meio da cooperação técnica internacional de excelência.

Para mais informações

Claudia Dianni, coordenadora de comunicação do IICA Brasil

claudia.dianni@iica.int ↗

Brasília, 03 de janeiro, 2022 (IICA)

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Cartilha sobre acesso à terra e à moradia orienta pessoas refugiadas e migrantes no Brasil

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Publicação responde à demanda desta população e é resultado de parceria entre ACNUR e Defensorias Públicas da União e do Estado no Pará

Belém, 21 de dezembro de 2021 – O acesso à moradia é um dos grandes desafios enfrentados por pessoas refugiadas e migrantes ao chegar em um país de acolhida. Além de desconhecerem a legislação local, muitas vezes, devido à vulnerabilidade em que se encontram, ocupam espaços de forma irregular ou são ludibriados em transações de aluguel e compra de imóveis.

Para atender as demandas desta população, a exemplo das famílias da etnia indígena venezuelana Warao que vivem nos municípios de Belém e Ananindeua (PA), a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Defensoria Pública da União (DPU) e a Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA) elaboraram a Cartilha sobre Acesso à Terra e à Moradia para Pessoas Refugiadas e Migrantes no Brasil, disponíveis em português e espanhol.

Lançada inicialmente em português e espanhol, a cartilha aborda diferentes temáticas, como o direito à moradia previsto na Constituição Federal e em instrumentos normativos internacionais, as diferenças entre imóveis rurais e urbanos, os conceitos de propriedade e posse, bem como os direitos e deveres de inquilinos e locatários e as normas que regem essa relação contratual no Brasil. A cartilha enfatiza, ainda, o direito à não discriminação garantido a  refugiados e migrantes.

A fim de orientar aqueles que pretendem comprar um imóvel no Brasil, o material traz algumas dicas importantes: “Antes de pagar pelo imóvel, solicite o documento do terreno ou da casa para verificar se o vendedor é o dono ou se está comprando uma posse segura. Por exemplo, veja se o vendedor tem um contrato ou recibo de compra e venda do imóvel em seu nome ou o tempo em que ele está nessa posse.

Os procedimentos relacionados à regularização fundiária também foram destacados. É possível que uma ocupação irregular seja transformada em regular, mas é preciso saber, por exemplo, quem é o dono do imóvel, se pertence ao poder público ou se se trata de uma área de proteção ambiental. Esse passo a passo é fundamental para garantir a segurança na posse ou a aquisição da propriedade.

A cartilha em espanhol têm como foco a população refugiada e migrante (inclusive indígena) da Venezuela no país. Em breve, novas traduções tornarão a cartilha acessível e útil para pessoas refugiadas e migrantes de outras nacionalidades que se encontram em território brasileiro.

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Canção pra Amazônia

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Nosso maior patrimônio está ameaçado. Vítima do apetite voraz de grileiros, madeireiros, garimpeiros e invasores – e fragilizada pelas ações e pelo discurso de um governo omisso e irresponsável – a Amazônia corre perigo.

É assim que o Greenpeace e todos os envolvidos no projeto te convidam para salvar o mundo.

Cantantes: Agnes Nunes, Anavitória, Arnaldo Antunes, Baco Exu do Blues, Caetano Veloso, Camila Pitanga, Céu, Chico César, Criolo, Daniela Mercury, Diogo Nogueira e outros

Saiba mais visitando o site https://www.vozdafloresta.com ↗

 

Letra da Canção pra Amazônia

[Nando Reis]
Maior floresta tropical da terra
A toda hora sofre um duro golpe
Contra trator, corrente, motosserra
A bela flora clama em vão: Me poupe!

[Diogo Nogueira]
Porém, tem uma gente surda e cega
Para a beleza e o valor da mata
Embora o mundo grite que já chega
Pois é a vida que desmate mata

[Anavitória]
Mais vasta ainda todavia é a devastação e o trauma
Focos de fogo nos sufocam fauna, flora e até a alma

[IZA e Gal Costa]
Amazônia! Razão de tanta insânia e tanta insônia
Amazônia! Objeto de omissão e ação errônea
Amazônia! É sem igual, sem plano B, nem clone
Amazônia!

[Criolo]
Desmonte pra desmate e desvario
Liberam a floresta no Brasil
Pro agrobiz e pra mineração
Pra hidrelétrica, pra exploração

[Xande dos Pilares]
Recompensando o crime ambiental
Desregulando o clima mundial
Negam ciência, incêndio e derrubada
Negando, vão passando a boiada

[Arnaldo Antunes]
Que ignorância, repugnância
A cada lance, a cada vídeo
Que grande bioecoetnogenomatrisuicídio!

[Flor Gil e Djuena Tikuna]
Amazônia! Abaixo o desgoverno que abandone a
Amazônia! Não mais a soja, o pasto que seccione
Amazônia! Não mais a carne, o prato que pressione a
Amazônia!

[Gilberto Gil]
Dos povos da floresta sob pressão
O indígena, seu grande guardião
Em comunhão com ela há milênios
Nos últimos e trágicos decênios

[Milton Nascimento]
Vem vendo a mata sendo ameaçada
E cada terra deles atacada
Por levas de peões de poderosos
Com planos de riquezas horrorosos

[Rincon Sapiência]
É invasão, destruição
Ódio a quem são seus empecilhos
Eles não ligam pro amanhã
Nem pro planeta dos próprios filhos

[Gaby Amarantos e Duda Beat]
Amazônia! Abaixo o madeireiro que detone a
Amazônia! Abaixo o garimpeiro que infeccione a
Amazônia! Abaixo o grileiro que fraciona
Amazônia!

[Samuel Rosa]
Mais valiosa que qualquer minério
Tragada pela mata que transpira
A água que evapora, sobe e vira
De veio subterrâneo a rio aéreo

[Real]
Mais volumosos do que o Amazonas
Os rios voadores distribuem
Seus límpidos vapores que afluem
Ao centro-sul, chegando noutras zonas

[Péricles]
Então como é que na floresta mais chuvosa o fogo avança
E ardendo em chamar nela queima de futuro uma esperança?

[Camila Pitanga e Daniela Mercury]
Amazônia! Não mais um mandatário que intencione a
Amazônia! Nem mais um empresário que ambicione a
Amazônia! Pra mais um ciclo de nação-colônia
Amazônia!

[Thaline Karajá]
Visão monumental, que maravilha
Obra da natureza que exubera
De cores, seres, cheiros, som, de vida
Tão pródiga, tão pura, tão diversa

[Vitão]
A fábrica de chuva mais prolixa
A maquina do mundo mais complexa
O doceanoverdeparaíso
O coração pulsante do planeta

[Maria Bethânia]
Quinze mil árvores, contudo
Agora estão indo pro chão
Quinze mil vidas derrubadas
Só durante o tempo desta canção!

[Agnes Nunes e Céu]
Amazônia! Quem nem desmatamento desmorone a
Amazônia! E nem desmandamento deixe insone a
Amazônia! E nem o aquecimento desfuncione a
Amazônia!

[Bacu Exu do Blues]
O que o índio viu, previu, falou
Também o cientista comprovou
Desmate aumenta, o clima seco aquece
A mata, o céu e a Terra, que estarrece

[Chico César]
Esse é o recado deles, lá no fundo
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Pra não torná-los um inferno, um forno
Salve a amazônia do ponto sem retorno

[Majur]
Será que ainda está em tempo
Ou o timing disso já perdemos?
Pois, evitemos, pelo menos
Os eventos mais extremos

[Caetano Veloso e Preta Gil]
Amazônia! Quando afinal o homem dimensione a
Amazônia! Que venha a ter valido a nossa insônia
Amazônia! Enquanto nos encante e emocione
Amazônia!

[Todos]
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo

Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo

Salve a amazônia!
Salve a amazônia!
Salve a amazônia!

Compositores: Carlos Aparecido Renno /  Nando Reis

Letra de Canção pra Amazônia © Sony/ATV Music Publishing LLC

 

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População de pirarucu cresce 631% nas terras indígenas Paumari do rio Tapauá (AM)

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Com manejo sustentável e vigilância territorial, indígenas ajudam a recuperar espécie que corre risco de extinção

Em 12 anos, a população de pirarucu cresceu 631% nas três terras indígenas dos Paumari do rio Tapauá, no sul do Amazonas. Enquanto em 2009 foram contados 251 indivíduos, em 2021, o total foi de 1835 – isso em apenas 16 lagos monitorados no período. O aumento é fruto do manejo sustentável do pirarucu, atividade desenvolvida pelos indígenas com apoio do projeto Raízes do Purus, que conta com patrocínio da Petrobras para fortalecer a gestão sustentável e a proteção da biodiversidade em seis terras indígenas no sul e sudoeste do Amazonas, contribuindo para a conservação de mais de dois milhões de hectares de floresta. Muito consumido na região Norte, o pirarucu está ameaçado de extinção pela pesca predatória, e não é mais encontrado em diversos locais da Amazônia. Iniciativas de manejo, como a dos Paumari, têm papel fundamental na recuperação deste que é o maior peixe de escama de água doce do mundo, podendo chegar a três metros de comprimento, e mais de 200 quilos.

Com manejo os Paumari protegem uma area equivalente a 22 mil campos de futebol (Adriano Gambarini)

Neste contexto, algumas lideranças foram apresentadas ao manejo sustentável do pirarucu, que já estava ajudando comunidades ribeirinhas do rio Solimões a recuperar e proteger a espécie, e, decidiram  implementar a atividade no contexto dos Paumari.

“Ficamos sem pescar nos lagos destinados ao manejo durante cinco anos. Com a vigilância, a quantidade de pirarucu foi crescendo, e a proposta foi conquistando mesmo aqueles que não acreditavam que ia dar certo no início”, relata Germano.

Atualmente a vigilância dos territórios envolve a maioria das famílias, que se alternam em turnos de uma semana nas bases flutuantes, nos períodos de maior ocorrência de invasões. “O trabalho de proteção é importante, porque, hoje, a gente tem a nossa alimentação garantida. Sem vigilância, os invasores vão entrar, e o peixe vai acabar de novo”, destaca Francisco Paumari, uma das primeiras lideranças a apostar no manejo como caminho para melhorar a qualidade de vida do povo. Além da escala de plantão nos flutuantes, as comunidade aproveitam outros deslocamentos pelos territórios para vigiar as áreas mais vulneráveis à pesca ilegal.

Familia durante plantão de vigilancia em uma das bases flutuantes (Marina Rabello OPAN)

Quem vê a estrutura com a qual os Paumari contam hoje, não imagina as dificuldades enfrentadas no início do manejo. “A gente acampava nos barrancos na beira dos lagos e rios para vigiar. Pegava chuva de dia, de noite. Sofremos bastante. Agora temos as bases flutuantes, e se a gente passa a noite acordado, tem um lugar confortável para descansar no decorrer do dia”, comemora Francisco. As melhorias estruturais, como os dois flutuantes de vigilância adquiridos com recursos do projeto Raízes do Purus, engajaram mais pessoas no trabalho, que foi incorporado à rotina das comunidades.

Magno Paumari posa em frente a entrada de lago protegido por base flutuante (Marina Rabello OPAN)

Desde 2013, os Paumari realizam, uma vez por ano, a pesca da cota de pirarucu autorizada pelo Ibama, e comercializam o pescado, gerando renda para as comunidades investirem na vigilância e em itens que melhoram a sua qualidade de vida, como motores de popa para as canoas – que reduzem o tempo de deslocamento nas longas distâncias amazônicas –, rádios e painéis solares.

Sobre o Raízes do Purus

O projeto Raízes do Purus é uma iniciativa da OPAN, com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, que visa a contribuir para a conservação da biodiversidade no sudoeste e sul do Amazonas, fortalecendo iniciativas de gestão e o uso sustentável dos recursos naturais das terras indígenas Jarawara/Jamamadi/Kanamanti, Caititu, Paumari do Lago Manissuã, Paumari do Lago Paricá, Paumari do Cuniuá e Banawa, na bacia do rio Purus, e Deni e Kanamari, no rio Juruá.

Sobre a OPAN

A OPAN foi a primeira organização indigenista fundada no Brasil, em 1969. Nos últimos anos, suas equipes vêm trabalhando em parceria com povos indígenas no Amazonas e em Mato Grosso, desenvolvendo ações voltadas para a garantia dos direitos dos povos, gestão territorial e busca de alternativas de geração de renda baseadas na conservação ambiental e no fortalecimento das culturas indígenas.

Notícia gerada pela agência De Propósito ↗, com autoria de Jéssica Amaral

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Vitória no Equador – tribunal decide em favor da floresta de Los Cedros

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Imagine isso: a mais alta corte equatoriana decide, na regulação do seu território, contra a abertura da Floresta de Los Cedros à mineração, pois viola os Direitos da Natureza.

O perfil no twitter da Aliança Global pelos Direitos da Natureza (GARN) nos brinda com esta notícia impactante na história de nosso planeta!

O Tribunal Constitucional do Equador usou a disposição constitucional sobre o Direito da Natureza para salvaguardar a Floresta de Los Cedros que agora deve ser protegida de concessões à mineração.

Segundo a Corte Constitucional do Equador, a mineração na floresta de Los Cedros viola os Direitos da Natureza estabelecidos na Constituição de Montecristi, de 2008

Global Alliance for the Rights of Nature – GARN on Twitter: “🌿 BREAKING NEWS! Court Rules in Favor of Nature and Protects the High Rainforest of #Ecuador The Constitutional Court of Ecuador used the constitutional provision on the #RightsofNature to safeguard #LosCedros protected forest from mining concessionshttps://t.co/q6b5ZTSCuu / Twitter” ↗

🌿 BREAKING NEWS! Court Rules in Favor of Nature and Protects the High Rainforest of #Ecuador The Constitutional Court of Ecuador used the constitutional provision on the #RightsofNature to safeguard #LosCedros protected forest from mining concessionshttps://t.co/q6b5ZTSCuu

Vida pulsando na floresta de Los Cedros

A mineradora canadense Cornerstone Capital Resources recebeu uma licença para exploração de ouro em 68% do terriório da Floresta, em colaboração com a empresa estatal de mineração do Equador, ENAMI, apesar da própria publicação do Ministério do Meio Ambiente citando Los Cedros em suas “Áreas de Prioridade para a Conservação da Biodiversidade no Equador”.

Mining concessions in and around Los Cedros Reserve. Image credit: Rainforest Action Group

De acordo com o site da reserva ecológica ↗, os estudos realizados descobriram na reserva de Los Cedros:

  • 6 espécies criticamente ameaçadas de extinção
  • 40 espécies ameaçadas de extinção
  • 121 espécies vulneráveis
  • 75 espécies quase ameaçadas

Decisão tão importante quanto os Direitos do Homem de Thomas Paine

Segundo Natalia Greene em entrevista ao The Guardian, a vitória no Tribunal para manter a mineração longe de Los Cedros é sem precedentes:

“O tribunal constitucional afirma que nenhuma atividade que ameace os direitos da natureza pode ser desenvolvida dentro do ecossistema da floresta protegida Los Cedros, incluindo a mineração e qualquer outra atividade extrativista. A mineração agora está proibida nesta floresta protegida incrível e única. Isso abre um grande precedente legal para continuar com outras florestas protegidas ameaçadas. Hoje, as rãs ameaçadas de extinção, os ursos de óculos, o macaco-aranha, os pássaros e a natureza como um todo venceram uma batalha sem precedentes”

Dr. Mika Peck, bióloga da Universidade de Sussex que é do Equador e investigou pela primeira vez a importância biológica de Los Cedros em meados dos anos 90, compara o significado da decisão aos Direitos do Homem de Thomas Paine:

“É importante que o mundo reflita sobre os limites da natureza e questione seriamente a eficácia das atuais políticas e ações de conservação”, disse ele.

“Estruturas de políticas que colocam os humanos no contexto como parte da natureza, integrado em um sistema que equilibra direitos intrínsecos entre sujeitos legítimos da lei, ao invés de colocar os humanos acima ou separados da natureza, será uma parte necessária para abordar a sérios problemas ambientais que nosso planeta está enfrentando. Esta decisão é tão importante para a natureza quanto os Direitos do Homem de Thomas Paine foram para nossa própria espécie”.

Procure nas redes a novidade, leia a matéria no The Guardian ↗. Compartilhe!!!

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Conversando com as Águas – CNRH e Estado de SP #003

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Eu amo morar neste planeta abundante porque nele nunca falta água!

Neste terceiro encontro do “Conversando com as Águas”, Carlos Diego e Cledir Mendes compartilham algumas observações e ações dos últimos tempos, focando na gestão participativa (ou interativa) dos recursos hídricos e na defesa dos Direitos das Águas.

Também foi levantada a pauta da reunião do Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNHR ↗, na qual foi apresentada as principais ideias do Marco Hídrico, mesmo sem transparência no Projeto de Lei em debate, principalmente junto aos membros do conselho ou encaminhamentos para discussão junto aos Comitês de Bacia Hidrográficas e sociedade como um todo.

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Seis anos do crime da Vale, Samarco e BHP Billiton que marcaram o Brasil

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Este dia 05 de novembro de 2021 marcou o 6º ano de um dos maiores crimes socioambientais realizados no Brasil contemporâneo.

Data marcante para as comunidades de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, entre tantas outras atingidas pela destruição de lama e rejeitos até a Foz do Rio Doce, em Regência-ES.

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Antes de ontemSeus RSS feeds

Chegou o 5º Tribunal Internacional dos Direitos da Natureza

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Um chamado às pessoas aliadas dos Direitos da Natureza!

Já estão abertas as inscrições para o 5º Tribunal Internacional dos Direitos da Natureza, que acontecerá em Glasgow (Escócia), paralelamente à Conferência entre as Partes Nº 26 a COP26.

A participação pode ser presencial, mas já que você também faz parte do planeta, algumas atividades criam condições pra gente acompanhar de alguma forma digital, sem ter que ir para a Escócia.

O Quinto Tribunal Internacional dos Direitos da Natureza ouvirá dois dos casos ecológicos mais fundamentais que o mundo enfrenta hoje: as Falsas Soluções para a crise das Mudanças Climáticas e a Amazônia, uma entidade viva ameaçada e que merece o reconhecimento de seus Direitos.

O ponto triste é que existe muitos outros casos ↗, o total é de 21 abertos nos seguintes temas: Amazonas, Petróleo, Mineração, Poluição, Fracking, Geleira e Represas.

Ainda está tudo em inglês, por isso coletamos e traduzimos os principais temas e as informações básicas dos 2 Casos que serão ouvidos no 5º Tribunal.

Tem também os links que você precisa para fazer sua inscrição.

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Vem pro rio | KINJO (Videoclipe Oficial)

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Ouça “Vem pro rio” em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/VemProRio ↗

Vídeo Oficial da Faixa “Vem pro rio (Victor Kinjo)”, YB Music, 2021.

“Faço um convite à escuta: o que os rios estão dizendo para nós? O que a natureza está dizendo que os motores dos carros quase não nos deixam ouvir? Canto para os rios do mundo. Nas nossas florestas, cidades, aldeias. Dessa macrometrópole que é São Paulo. Os rios refletem muitas histórias. E estão pedindo socorro”. 

Victor Kinjo

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA:

Livre

FICHA TÉCNICA:

Produção audiovisual: Cinedelia | Direção: André de Souza | Assistente de direção: Antônio Maria | Direção de Fotografia: Caique Barboza | Assistente de Câmera: Thiago Meggiato | Figurino: Bia Pieratti e Carol Roz | Contra regra: Douglas Ribeiro | Roteiro: Victor Kinjo e Eduardo Colombo | Montagem: André de Castro | Correção de cor: André D’Elia | Produção Musical: Ivan Banho, João Antunes e Guilherme Kastrup | Autores: Victor Kinjo e Ivan Banho | Voz: Victor Kinjo | Violão e vocais: Guilherme Kafé | Vocais, atuação e dança: Eduardo Colombo | Guitarra: Moita Mattos | Synths: Fernando Sagawa | Bateria e percussões: Ivan Banho | Percussões: Ariel Coelho | Percussões e programação: Guilherme Kastrup | Baixo e programações: João Antunes | Assessoria de Imprensa: Yasmim Bianco | Label Manager: Benoni Hubmaier | Selo: YB MusicAPOIO:Fundação SOS Mata AtlânticaONG Mãe NaturezaPimp My CarroçaGrupo de Estudos em Governança Ambiental da USPProjeto Macroamb FAPESPInstituto Navega SP

AGRADECIMENTOS:

Este filme somente pôde ser realizado pelo esforço conjunto de pessoas e instituições que congregam na luta pela limpeza das águas do rio Tietê e do mundo, e contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. 

Agradecemos imensamente a todas as pessoas que encontramos no percurso da I Expedição Artística “Vem pro rio Tietê”, em especial: Fábio Politi, Regiane Ribeiro, Theo Ribeiro, Rosana Ribeiro, Fernando, Karina, Marcio Dante, Hélio Palmesan, Diego e equipe do Hotel Flutuante Tapri, Cigano, Margarete Tomé.“Vem pro rio” integra a pesquisa de pós-doutorado “A revitalização de rios em Cidades Globais: desafios de São Paulo e experiências internacionais”, em desenvolvimento pelo Dr. Victor Kinjo e apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP: 2019/02074-8), no Centro de Síntese USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. O artista-pesquisador agradece os professores Pedro R. Jacobi, Paulo Sinisgalli e o Projeto Temático FAPESP (2015/03804-9) “Governança Ambiental na Macrometrópoles Paulista face às Variabilidades Climáticas” pelo apoio. BIO:Victor Kinjo é cantor, compositor e pesquisador paulistano de origem Uchinanchu (um dos povos indígenas do Japão). Indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2018 como Melhor Cantor (Regional). Em 2017, lançou seu primeiro disco “KINJO”, com participação de Lenna Bahule, e em 2019, o single “Flores para o Coração da Gente”, ambos pelo selo Matraca/YB Music. Em 2020, lançou seu primeiro livro “Quem são Mishimas?”, pela Editora Autêntica. Em 2021, apresentou a canção “Carne e Coragem”, em parceria com Guilherme Kafé e Ana Flor Carvalho, e prepara-se para o lançamento de seu segundo disco Terráqueos. Apresentou-se em festivais, centros culturais e universidades de diversas cidades do Brasil, Japão, EUA e Europa. O artista é também doutor em Ciências Sociais pela Unicamp e pesquisador pós-doutor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, com projeto sobre cultura e regeneração de rios em São Paulo e outras metrópoles do mundo.

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Marco regulatório cria mercado de carbono pré COP 26

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Lançamento do marco regulatório para o mercado de carbono no Brasil apresenta os conflitos de um consenso lucrativo da agenda empresarial brasileira, em espaços onde empresas negociam, governo aprova e a sociedade observa a mercantilização da Natureza. 

Os esboços finais do Sistema Brasileiro de Comércio e Emissões de Gases de Efeito Estufa foram apresentados nesta terça-feira (31/08) durante o seminário final do Projeto Mercados de Carbono, incluindo o lançamento da proposta final de marco regulatório do setor.

Liderados cientificamente pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), os estudos financiados por empresas como a Bayer Crop Science, a Vale e a Schneider Eletric têm apoio do setor da aviação civil e outros setores interessados na compra compensatória de toneladas de carbono em um mercado nacional.

O objetivo geral da pauta em trâmite do Congresso é não tirar a competitividade da indústria nacional mediante regras rígidas, como são consideradas as proposições biocêntricas, aquelas harmônicas com a Natureza.

Estas movimentações regulatórias do uso e poluição dos elementos naturais são fundamentais nas propostas da chamada “Pauta Verde” do Congresso, dado a urgência das articulações preparatórias da COP 26, que acontecerá em novembro na cidade de Glasgow, Escócia. 

A representante do setor hidroelétrico Solange Ribeiro, presidente adjunta da NeoEnergia, vê o momento como oportunidade para a venda dos ativos brasileiros, de modo que as adicionalidades da matriz energética brasileira possam chegar ao mercado global através de negócios possíveis entre os produtos já prontos para as negociações na COP 26.

O Deputado Federal Marcelo Ramos (PL-AM), propositor do PL 528/2021, deu detalhes da construção que regulamenta a criação do mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE). 

Ele será o responsável pela entrega da proposta em reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e Carla Zambelli (PSL-SP), líder da Comissão de Meio Ambiente da Câmara.

Com a Europa em vias de iniciar seu primeiro ciclo de ajustes financeiros nas questões regulatórias da poluição com carbono, incluindo barreiras tarifárias aos setores mais poluentes, as negociações sobre as regras do plano de direitos de emissão pretendem dar tempo para que as empresas em território brasileiro possam ir se adaptando ao novo mercado. 

Alejandro Girardi, VP de Assuntos Públicos na América Latina da BAYER Crop Science, espera conseguir no mercado nacional a compra de aproximadamente 60% das milhões de toneladas de carbono que precisam mitigar.

Não identificamos registros de participação dos povos originários ou coletividades humanas sem interesse lucrativo na formulação do marco regulador que pretende ser a resposta brasileira à preservação das florestas e corpos hídricos do mundo.

Post originalmente publicado em: Brasil247 ↗

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Como fazer a Outorga de Recursos Hídricos em São Paulo

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Quer saber como fazer uma Outorga?

O que é necessário? Quais as obrigatoriedades?

Participe e receba as dicas de ouro da Associada Enga Ambiental Julienne Rodrigues.

Vem aí a Palestra Outorga de Recursos Hídricos em São Paulo, como parte do programa de capacitação promovidos pela AEAESP, AEABAT e APEA.

Quando foi? Dia 24 de Agosto, às 20 horas

Onde no Youtube? Foram enviadas as instruções de acesso, então quem fez a inscrição para recebeu em primeira mão

Participe! Inscreva-se!

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Conversas – e livro – sobre os Direitos da Natureza

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Você já pensou sobre a dignidade do planeta Terra? Um pouquinho né?

Porém com certeza já leu ou ouviu algo sobre a urgência em enfrentarmos os crimes e desastres socioambientais que estamos vivendo nos últimos anos.

A boa notícia é que você pode descobrir alguns caminhos da Pachamama durante o lançamento da revisão atualizada em formato digital do livro “Direitos da Natureza”, de autoria da Dra Vanessa Hasson e publicado pela editora ‎Lumen Juris Direito.

A live comemorativa vai acontecer no dia 18 de agosto, às 19:30 no Youtube https://youtube.com/c/direitosdanatureza ↗

Apresentando a publicação

Por Germana de Oliveira Moraes

Acredita-se que o século XXI passará à História como a Era dos Direitos da Natureza. Dos Direitos da Mãe Terra. Dos direitos de Pachamama.

No Brasil, Vanessa Hasson escreve essa História em prosa e poesia viva. Com esta primorosa obra, oferece consistentes subsídios teóricos para a reformulação do Direito. Vai mais além: incansavelmente, nos âmbitos nacional e internacional, mobiliza, articula, sensibiliza os seres humanos, as instituições, os movimentos sociais para o imperativo de nosso tempo de reconhecer os direitos da Natureza

De valor acadêmico inestimável, este livro desvela uma pérola. Contém pistas seguras de que direitos humanos e direitos da Natureza antes de encerrarem uma oposição, ou de serem mutuamente excludentes, complementam-se…Assim o é, porque a autora, graças a sua sensibilidade, demonstra mais do que a compreensão; revela uma convicção d´alma, quase poética, de que nascemos para vivermos em Harmonia com a Natureza.

Adquira e colabore

Detalhes do ebook

  • ASIN‏:‎B09CPZJZLM
  • Editora‏:‎Lumen Juris Direito; 1ª edição (16 agosto 2021)
  • Idioma‏:‎Português
  • Tamanho do arquivo‏:‎1493 KB
  • Leitura de texto‏:‎Habilitado
  • Configuração de fonte‏:‎Habilitado
  • Dicas de vocabulário‏:‎Não habilitado
  • Número de páginas‏:‎232 páginas

Link na Amazon: https://nas.aguas.ml/livro-mapas ↗

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Lançamento do infográfico: por que gênero e clima?

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O Observatório do Clima (OC) te convida esta sexta (30/07), das 10h às 11h30 (horário de Brasília) para um bate-papo com Selma Dealdina (CONAQ) e Sineia Wapichana (CIR) sobre o infográfico “Por que gênero e clima?”, no seu canal do YouTube

https://bit.ly/YTObsClima ↗

 


 
Este infográfico é o resultado da construção coletiva do Grupo de Trabalho em Gênero do OC e, embora ele não esgote ou responda todas as perguntas e nuances,  foi elaborado em dezenas de reuniões e escutas com diversas mulheres do Observatório, e de outros grupos sociais.

A proposta foi refletir em torno da pergunta “por que gênero e clima?” e organizar de forma simples e objetiva as respostas encontradas. Não se trata de um trabalho acabado, e sim, um ponto de partida!

Anote na agenda e chame todo mundo!

Veja tudo em: https://generoeclima.oc.eco.br ↗

Lançamento do infográfico: por que gênero e clima?

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Abertura de contas no Banco Social CAPIN das Águas

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Estamos iniciando a abertura de contas da base bancária da COMUNIDADE DE APRENDIZAGEM INTEGRATIVA DAS ÁGUAS no mundo do Edinheiro

Total de contas já criadas no Banco CAPIN: 4 contas 

É a tecnologia de suporte da rede paulista de bancos comunitários, à qual estamos nos conectando de muitas formas.

Mais um passo para a gestão financeira das atividades expedicionárias do Banco Social CAPIN

Se você deseja dar os primeiros passos junto com a gente, entre em contato ou preencha o formulário https://bancocapin.ga/abertura-de-contas-no-e-dinheiro/ ↗

Dados que precisará para criação de sua conta no Banco CAPIN

  • Nome
  • E-mail
  • CPF
  • CEP
  • Data de Nascimento
  • Telefone para contato
  • Uma mensagem sobre sua conexão (opcional)

Observações

A rede de bancos comunitários é nacional, encontraremos um banco próximo de você, isso se você mora longe do interior de São Paulo que é onde o Banco CAPIN atua

Todos os dados atenderão com clareza suas finalidades, conforme a Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais, Lei Nº 13.709, de 14 de agosto de 2018

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Maya, a influencer digital da Caminho das Águas

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Oi gente! Neste Dia Mundial dos Oceanos queremos apresentar a nossa nova campanha digital e um ser muito especial! Essa é a Maya que, assim como a natureza, possui diversas origens e todas elas conectadas com um só planeta! 💙

A Maya será a influencer da Caminho das Águas e está aqui para parabenizar aqueles que lutam pelos Oceanos, conectando as pessoas pelas águas! 🥳

O nome tem registros no hebraico mayim, que significa “água”, ou no tupi maya, que quer dizer “mãe”. Com este nome você já sabe né, a Maya vai estudar a Mãe das Águas e contar as novidades por aí a partir de agora

A crise humanitária fica mais intensa na pandemia e gera muitas agressões aos Direitos dos Oceanos!! Então engaje-se em associações e coletivos que defendem as praias e os mares, nem um poço a mais! 🆘🆘🆘

Instagram: https://www.instagram.com/ongcaminhodasaguas/ ↗

Facebook: https://facebook.com/caminhodasaguas/ ↗

Twitter: https://twitter.com/caminhodasaguas/ ↗

TikTok: https://tiktok.com/caminhodasaguas/ ↗

#ConectandoAsÁguas #DécadaDoOceano #OceanoProtegido #MayaAtivista #NemUmPoçoAMais #marsempetróleo #DireitosDaNatureza

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Mata Ciliar sofre ameaças aos Direitos de Existência e Regeneração no interior de SP

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Um pedido de SOS em Jundiaí, SP

A empresa VOA-SP, concessionária do Aeroporto Comandante Rolim Amaro, na cidade de Jundiaí/SP, iniciou suas obras de ampliação e expansão, ameaçando com a destruição da Unidade de Fauna da Associação Mata Ciliar

Em ato agressivo, desmontaram parte da proteção da unidade de reabilitação, que abriga diversos animais entre felinos, pássaros, répteis e outros.

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O sagrado violado: hidrelétricas ameaçam o rio Juruena e vida dos indígenas

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NGO KANDE.mp4 ↗

Com direção de Adriano Gambarini e idealizado pela Operação Amazonia Nativa (OPAN), este documentário traz os Saltos Sagrados do Rio Juruena, suas belezas naturais e cultura dos povos indígenas da região. Revela ainda problemas eminentes que podem prejudicar suas tradições culturais, com o avanço do desmatamento, construção de barragens e expansão do agronegócio sobre as terras indígenas.

NGÔ KANDÊ, Guardiões das Águas

Com texto de @DudaMenegassi ↗ (The sacredness of the #Juruena ↗ river, #MatoGrosso ↗, the impact of hydroelectric dams on it & on #Indigenous ↗) e vídeo de @a_gambarini ↗

Belo trabalho em OECO.org.br, leia tudo aqui ↗.

Fonte: Twitter ↗

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Nota de Pesar – Falecimento do Tecnólogo em Saneamento Ambiental Cássio Freire Beda

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A Faculdade de Tecnologia da UNICAMP lamenta profundamente informar o falecimento do Tecnólogo em Saneamento Ambiental Cássio Freire Beda, ocorrido em 04/04/2021.

O Cássio ingressou no Ceset (atual FT) na turma de 2008, concluindo o curso em 2011. Cursou o Mestrado em Ciências, na área de Enfermagem em Saúde Pública na USP, e após foi trabalhar em Tapajós, onde se intoxicou com mercúrio devido à ingestão de peixes contaminados pelas atividades do garimpo, tendo desenvolvido a Síndrome de Minamata.

Em sua atuação como Tecnólogo, Cássio foi trabalhar no Instituto Socioambiental, ISA, Brasil, em 2014. Sua atuação era ligada a trabalhos desenvolvidos na área de gestão territorial, extrativismo e associativismo na Terra do Meio – Pará em unidades de conservação com comunidades ribeirinhas prioritariamente e também com indígenas.

Veja a nota: https://www.ft.unicamp.br ↗

Quando a mineração mata novamente

Cássio motiva uma campanha que busca mais informações sobre como diagnosticar e como evitar a contaminação por mercúrio, dado que crimes ambientais são constantes em áreas atingidas pela mineração.

Conheça um pouco mais da luta do Tecnólogo Cássio Freire Beda

De Minamata ao Tapajós: um alerta sobre a contaminação de mercúrio na Amazônia ↗

Cassio Freire Beda, natural de São Paulo-SP, relata o processo que o levou a desenvolver os sintomas da doença de Minamata, resultante da intoxicação por mer…

Mercúrio – O Veneno do Ouro: reportagem desvenda o mistério da contaminação ↗

O núcleo investigativo do jornalismo da Record TV trabalhou durante dois anos numa denúncia sobre a contaminação por mercúrio provocada por garimpos que estã…

Nós nos solidarizamos junto à todos com a família de Cassião!

Envie seu depoimento sobre o Cássio para o e-mail depoimento@ft.unicamp.br ↗

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O Tribunal Internacional dos Direitos da Natureza inaugura site na internet

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O Tribunal Internacional dos Direitos da Natureza inaugura página na internet com o objetivo criar um fórum para pessoas de todo o mundo falarem em nome da Natureza.

A ideia foi inspirada no Tribunal Internacional de Crimes de Guerra ↗ que julga indivíduos por genocídio, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e no Tribunal Permanente dos Povos ↗, criado por cidadãos para investigar e divulgar violações de direitos humanos.

O ambiente virtual pretende fortalecer protestos contra a destruição da Terra, sancionada ou não por governos e corporações e fazer recomendações sobre a proteção e restauração da Terra. O site vai te apresentar casos pelo mundo, caminhos científicos e material multimídia.

O Tribunal também tem um forte interesse no compartilhamento dos encaminhamentos de povos originários, suas preocupações e soluções exclusivas sobre a terra, a água e a cultura com a comunidade global.

Acesse a página do Tribunal Internacional dos Direitos da Natureza na Internet ↗ onde poderá encontrar informações sobre casos, fotos e vídeos de todos os Tribunais RoN.

https://www.rightsofnaturetribunal.com/ ↗

 

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O canto das águas: pela proteção de Rios limpos e livres no Brasil

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Acompanhando os preparativos para o Dia Internacional das Águas, uma iniciativa super inspiradora da International Rivers e apoiada pela ONG MAPAS ↗ convida você para contribuir com sua ação por seu Rio amigo!

O CANTO DAS ÁGUAS: PELA PROTEÇÃO DE RIOS LIMPOS E LIVRES NO BRASIL

EVENTO NO DIA INTERNACIONAL DAS ÁGUAS, 22 DE MARÇO

No dia 22 de março de 2021, a International Rivers ↗ e parceiros pela proteção de rios estão organizando um evento destacando valores de rios e iniciativas inovadoras para garantir os rios livres, limpos e saudáveis no Brasil.

CHAMADA PARA RECEBIMENTO DE VÍDEOS

Duração: Vídeos de até 3 minutos ou trechos de vídeos mais longos com até 3 minutos

Qualidade: Imagem visível e som fácil de ser compreendido, sem necessidade de alta qualidade. Podem ser filmados com celular ou com qualquer dispositivo.

Conteúdo da sua contribuição

Os vídeos podem conter o seguinte conteúdo:

  • Relatos da importância dos rios para sua comunidade ou ecossistema
  • Poemas, músicas ou místicas destacando o valor dos rios
  • Relatos de iniciativas regionais e comunitárias de proteção de rios

Pedimos para que gravem os vídeos junto a um rio ou com um jarro de água ou copo com a água do seu rio.

Envie seu vídeo do Dia Internacional das Águas

Por favor enviem os vídeos para acarcamo@internationalrivers.org ou fmontiel@internationalrivers.org até dia 10 de março.

💦💦💦💦💦💦💦

Enviado por Vanessa Hasson

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Janeiro Marrom marca dois anos do crime da Vale em Brumadinho

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O Janeiro Marrom é uma campanha para lembrar o crime da Vale em Brumadinho

Deseja também alertar sobre a mineração que mata e assombra pessoas, destrói comunidades e biomas, vidas, fauna, flora, paisagem, qualidade do ar e solo, nascentes, aquíferos e rios e, de forma implacável, avança sobre territórios inviabilizando outras formas de viver, viola direitos e faz uso das mais diversas estratégias para deixar a população refém.

Várias formas de atuação

Ao mesmo tempo que enfrentam a pandemia, as comunidades e organizações socioambientais acompanham uma série de processos questionáveis quanto aos cuidados com a regularidade e honestidade entre os responsáveis pelo crime.

Segundo um abaixo-assinado virtual lançado em 15 de janeiro, a VALE e a TUV SUD cometeram um crime de alta magnitude e crueldade, mas que tem muito mais responsáveis nas esferas municipal, estadual e federal, sejam eles agentes públicos, instituições, especialistas de diversos campos (inclusive científicos) e consultorias que arquitetam (e executam) todo um mecanismo em prol do lucro.

O movimento exige a responsabilização de todos os envolvidos.

Veja e assine a petição online BRUMADINHO (Minas Gerais/Brasil) – 2 ANOS do CRIME DA VALE QUE CONTINUA ↗

É verdade, as mortes continuam

No dia 18/12/2020, a Vale assassinou mais um trabalhador que foi soterrado, desta vez na cava da mina Córrego do Feijão, onde estão sendo colocados os rejeitos do rompimento em 2019.

O Tempo on Twitter: “O Corpo de Bombeiros atende uma vítima de soterramento na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, nesta sexta-feira (18). O local é onde a barragem da Vale rompeu e deixou 259 mortos e 11 desaparecidos em 25 de janeiro de 2019. pic.twitter.com/eyCtfCjBcs / Twitter” ↗

O Corpo de Bombeiros atende uma vítima de soterramento na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, nesta sexta-feira (18). O local é onde a barragem da Vale rompeu e deixou 259 mortos e 11 desaparecidos em 25 de janeiro de 2019. pic.twitter.com/eyCtfCjBcs

O local é onde a barragem da Vale rompeu. deixando 259 mortos e 11 desaparecidos em 25 de janeiro de 2019

II Romaria Regional pela Ecologia Integral à Brumadinho

Um momento importante do Janeiro Marrom tem sido a Romaria Regional, organizada por comunidades de fé que são convidadas a participar de momento de oração e partilha no horizonte da promoção da ecologia integral e em solidariedade às vítimas de Brumadinho.

Veja como foi organizada a I Romaria no site da Cáritas MG ↗

Este ano, devido à pandemia, a II Romaria Regional será realizada em formato prioritariamente virtual, com uma programação que envolverá desde vídeo-cartas até roteiros celebrativos e saraus pastorais.

18 a 25 de janeiro – 2ª Romaria Regional pela Ecologia Integral a Brumadinho/2021: confira a programação e participe! – Arquidiocese de BH ↗

“Somos todos irmãos Ninguém solta a mão de ninguém Unidos num só coração Assim seja, amém” (Dom Vicente Ferreira) O verso, da canção que inspira a 2ª Romaria Regional pela Ecologia Integral a Brumadinho, é de autoria do bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte dom Vicente Ferreira, responsável pela Região Episcopal Nossa Senhora do …

Além disso, no dia 25 de janeiro, dia do tragédia-crime, será realizada uma celebração no Córrego do Feijão, transmitida em tempo real pela página da RENSER no Facebook ↗.

Participe da Campanha Janeiro Marrom

O Coletivo Janeiro Marrom está aberto para contribuições de muitas formas.

Podem solicitar adesão organizações, movimentos, coletivos e blogs, de qualquer área de atuação, desde que tenham posicionamento crítico em relação à atividade minerária, não possuam ligação com empresas da área da mineração e aliados, e não tenham conflitos de interesses.

Empresas privadas não poderão aderir à campanha.

Saiba mais acessando o site https://janeiromarrom.com.br ↗ ou acompanhando no instagram ↗

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Finanças Sustentáveis: Convocação para jovens da América Latina e do Caribe

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Você tem entre 20 e 28 anos e está interessado em abordar as mudanças climáticas? Então, o Grupo de Finanças Climáticas para a América Latina e o Caribe (GFLAC) está procurando por você.

Você pode fazer parte dos líderes juvenis que trabalharão na América Latina e no Caribe em prol do enfrentamento da mudança climática, por meio da promoção, acesso, gestão e mobilização de financiamento nacional e internacional, para o desenvolvimento sustentável, de baixa emissão e resiliente ao clima. Onde os princípios de equidade de gênero, respeito aos direitos humanos, e em particular das comunidades indígenas e intergeracionais, são a base para os investimentos públicos e privados feitos no curto e médio prazo na região.

GFLAC está procurando jovens da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Trinidad e Tobago, Uruguai e Venezuela.

Requisitos para participar

• Ter entre 20 e 28 anos

• Estar interessado em questões de mudança climática e, em particular, em clima e financiamento sustentável.

• É desejável que os jovens estejam fazendo uma carreira para abordar a questão das mudanças climáticas, pode ser da ciência política, das relações internacionais, da economia ou das ciências naturais, mas não é decisiva.

• Ter a nacionalidade de um dos países listados

• Envie sua inscrição por meio deste formulário ↗.

Prazo para inscrição: 14 de janeiro de 2021

Se você tiver alguma dúvida sobre a ligação ou o formulário de inscrição, não hesite em escrever para comunicacionGFLAC@gmail.com ↗

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Você pode ajudar a salvar o Rio Itapanhaú

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fonte ↗

O Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú produziu este vídeo com imagens de seu mais recente protesto, intercalando imagens das obras, já iniciadas, e do percurso da adutora, para a qual o IBAMA emitiu autorização de desmatamento – sem consideração alguma aos estudos protocolados por nossos técnicos.

Um dos questionamentos que o Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú tem feito quanto às “lições de casa” que a SABESP e o Governo do Estado de São Paulo deveriam fazer – antes de destruir ecossistemas distantes buscando fontes de água distantes -, é a recuperação dos rios da RMSP.

Alternativas não faltam. Nunca faltaram. Falta é vontade política e desprendimento para abandonar a lógica perversa e técnicas superadas para estabelecer novos modos de lidar com a água, com a vida.

Ajude o Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú a ampliar o alcance desta luta!

Curta! Compartilhe em suas redes!

Divulgue a página do movimento:

https://web.facebook.com/naoatransposicaodorioitapanhau/?ref=br_rs ↗

Assine e compartilhe o abaixo-assinado:

https://www.obugio.org.br/…/nao-a-transposicao-das-aguas-do… ↗

Seu apoio é fundamental na divulgação deste vídeo, que carrega em cada imagem e palavra toda a indignação da população de Bertioga, deste Movimento e de seus apoiadores, diante do descaso da SABESP e do Governo do Estado de São Paulo!

Diga NÃO à transposição do Rio Itapanhaú!

A luta continua!

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À Sombra de um Delírio Verde (2011)

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Navegando descobri um filme antigo já, de 8 anos atrás, esclarecedor.

O filme explica muito as questões críticas dos genocídios que sofrem os povos originários, intensificadas hoje em dia, não só no Mato Grosso do Sul.

Aviso: com certeza te deixará triste

 

THE DARK SIDE OF GREEN

Sinopse

Na região Sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, o povo indígena com a maior população no Brasil trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território.

Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível “limpo” e ecologicamente correto.

Sem terra e sem floresta, os Guarani Kaiowá convivem há anos com uma epidemia de desnutrição que atinge suas crianças. Sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Na linha de produção do combustível limpo são constantes as autuações feitas pelo Ministério Público do Trabalho que encontram nas usinas trabalho infantil e trabalho escravo.

Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros.

 

 

Ficha Técnica

À Sombra de um Delírio Verde

Classificação indicativa: Livre
Tempo/Time: 29 min
Países: Argentina, Bélgica e Brasil
Direção: An Baccaert, Cristiano Navarro, Nicola Mu
Narração em Português: Fabiana Cozza
Other Languages: English (Daniel Schweimler ) and French (Rebecca Martin)

Dê uma curtida na página no Facebook ↗ do filme!

Alternativa ao Youtube: https://vimeo.com/32542375 ↗

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Movimente-se pela Agenda das Águas e dos Recursos Hídricos no Brasil

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Muitas das cidades brasileiras estão novamente enfrentando um problema recorrente nos verões brasileiros.

A falta de água, ou “crise hídrica”, como costumam chamar

Esta “crise hídrica” esconde uma crise de gestão hídrica, sendo que ano após ano as Companhias de Abastecimento e Esgotamento Sanitário (públicas ou privadas) enfrentam o mesmo problema, agravado com um índice médio de perdas de águas de 38,5%, segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Saneamento – SNIS no diagnóstico realizado m 2018.

Ou seja, mais de 1/3 das águas captadas, tratadas e encaminhadas para o uso da população é PERDIDA no sistema de abastecimento público, devido a vazamentos, mau funcionamento de sistemas antigos, entre outros fatores.

Isso potencializado pela expansão urbana desordenada, mudança de uso do solo rural que avança nos índices de desmatamento e degradação dos biomas nativos, fundamentais para a qualidade e quantidade de água disponível para os usos múltiplos, de acordo com a Política Nacional de Recursos Hídricos, e para mantermos o respeito com a Natureza, a considerando também um ser detentor de direitos, inclusive ao de existir pacificamente.

Buscando uma maior integração entre as políticas públicas que visam o desenvolvimento que respeite a Natureza e que proporcione o acesso universal ao saneamento, foi lançado na o movimento “Agenda das Águas”, apresentando 7 Propostas para que os nossos futuros governantes locais possam encontrar subsídios para trabalhar na defesa das nossas águas.

Descubras novas visões sobre a gestão dos recursos hídricos no Brasil

Participaram da live ↗ de lançamento, Ângelo Lima, Secretário Executivo do Observatório de Governança das Águas ↗; Profº Drº Jefferson Nascimento – Coordenador do ProfÁgua ↗; Hideraldo Buch – Coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas; Cledir Mendes Soares – ONG ProAzul e Carlos Diego da ONG Caminho das Águas ↗.

Nas interações, foram compartilhadas visões sobre a gestão dos recursos hídricos e o cuidado com as águas no Brasil, a necessidade de uma participação proativa das cidades brasileiras e a importância das instâncias democráticas de participação social, dentre eles os Comitês de Bacia Hidrográfica e os Conselhos Municipais de Meio Ambiente.

 

Faça sua adesão à esta iniciativa!

Junta a esta rede cocriadora e compartilhe a Agenda das Águas ↗ com seu candidato a prefeitura ou vereador.

Você, que irá concorrer nas eleições deste ano, assine esta Agenda ↗, receba a Carta das Águas e mergulhe em como pode contribuir com a proteção das águas das nossas cidades.

E você que é amante das águas, venha contribuir para a expansão deste movimento e a ampliar a discussão em nossas cidades.

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Erasmo Theofilo Não Pode Virar Camiseta

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Resistindo aos avanços do sindicato da morte, Theófilo não recua em uma luta pela Natureza e pelo direito de viver, seu e de sua comunidade

Cercados por grandes obras hidrelétricas e vivendo sem energia elétrica, a comunidade de Volta Grande do Xingu é o local de violências, grilagens de terra e desmandos autoritários realizados por donos de terras e grandes projetos públicos como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte e agora a mineração de ouro da canadense Belo Sun.

Você já conhece a região

Anapu é um município do Pará, local onde vive Erasmo.

É por lá que em 2005 a irmã Dorothy Stang foi assassinada brutalmente, crime ainda não esclarecido e silenciado por impunidades. Desde 2015 já foram assassinadas mais de 18 lideranças das comunidades.

Em 2017, após grande impacto provocado por Belo Monte, a região tinha a cidade mais violenta do país. Em 2019 foi palco do segundo maior massacre carcerário da história do Brasil.

E agora Erasmo Theófilo segue sofrendo tentativas abertas de homicídio por resistir e liderar a resistência comunitária pelo direito de existir.

A comunidade vive em um ambiente onde quem é pobre não passa fome graças a Natureza, como o próprio agricultor fala em uma de suas entrevistas:

“É um lugar em que as famílias, apesar de toda a tragédia, de toda a luta, da falta de política pública, conseguem sobreviver e prosperar respeitando a Natureza”

 

E desejam melhorar, pela Vida, claro!

O agricultor Theófilo é presidente da Cooperativa da Volta Grande do Xingu e da Associação dos Moradores do Flamingo Sul, incentivando e cooperando também com esforços de comunidades que se organizam aos poucos com atenção plena por muitos anos, de modo muito efetivo.

Um bom exemplo dos esforços de sustentabilidade é que a comunidade iniciou, há 4 meses, uma campanha de captação de recursos com a intenção de instalar painéis de energia fotovoltaica e está bem perto de atingir seu objetivo.

Você pode conferir – e CONTRIBUIR – com a vaquinha aqui http://vaka.me/1128803 ↗

A maior preocupação atual não deveria ser Erasmo Theófilo conseguir sobreviver junto aos seus parentes.

Como ele mesmo diz no vídeo: acabar com a destruição intensificada durante a pandemia é também fundamental para sua existência

 

#NãoPodeVirarCamiseta

 

Não conhecemos o Theófilo, mas já dá para perceber o desafio que ele carrega e o respeito que a comunidade merece. Então com muita fé encampamos a campanha que permita que Theófilo não se transforme em mais uma camiseta de campanhas!

Quando as pessoas olham para a Amazônia, que vejam um território de pessoas que sofrem com tanta injustiça

A seguir uma listinha de links que foram fonte deste texto e servem para você aprofundar nos assuntos, conhecer redes e mídias éticas, que tratam de assunto SUPER importante com impacto direto na qualidade e disponibilidade das águas potáveis no mundo TODO

Lista de links

Entrevista na série Vozes que Resistem https://amazoniareal.com.br/erasmo-alves-teofilo-gado-nao-pode-valer-mais-do-que-gente/ ↗

Apelo recente da jornalista Eliane Brum https://fb.watch/_tWKVmdh1/ ↗

Matéria de 2019 da mesma Eliana Brum https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/15/opinion/1573820553_621324.html ↗

Entrevista de Theófilo no jornal ExtraClasse https://www.extraclasse.org.br/ambiente/2020/01/no-xingu-agricultor-jurado-de-morte-teve-de-sair-da-sua-cidade/ ↗

Revista Digital Amazônia Latitude https://amazonialatitude.com/2019/12/17/amazonia-centro-do-mundo/ ↗

Super cobertura da região no portal do ISA https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/amazonia-centro-do-mundo ↗

Textos antigos sobre a região do Movimento Xingu Vivo para Sempre https://xinguvivo.org.br/?s=volta+grande ↗

E não se esqueça de acompanhar e compartilhar a hashtag, porque com a Vida não pode haver esquecimentos

#NãoPodeVirarCamiseta

 

 

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Para lavar suas roupas com saúde e valor às águas!

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Conheça a BiciMáquina, direto da Guatemala para povoar o seu campo de idéias para diminuição da sua pegada hídrica!

Todo dia você “suja” sua roupa, não é? Bom, se é que pensamos que o que somos é sujeira… O que todo mundo sabe, porém, é que é super bom ter as roupas lavadas e cheirosas 🥰

Então imagina se você pode fazer desta lavação cotidiana um exercício para sua saúde? E ainda mais, diminuindo sua pegada hídrica com requintes inventivos!

Uma transformação crítica ou novo hype rural?

De forma geral a atividades hackers são a melhoria do útil e ótimos exemplos são estas máquinas lavadora de roupas feita com a intenção de ser um aparelho movido à pedais.

Definitivamente não é hype!

As BiciMáquinas são uma invenção de Carlos Marroquin, que tem mais de 20 anos de energia investida nelas. Fazendeiro na cidade de San Andrés Itzapa, na Guatemala, vale a pena conhecer mais sobre suas opiniões em uma entrevista que ele deu em português ↗.

Adiantando, ele viaja pelo mundo ensinando as pessoas à construir bicimáquinas, proporcionando soluções para inúmeras dificuldades em ambientes não-urbanizados.

“uma tecnologia intermediária, entre a artesanal e a industrial, que aumenta a produtividade e a renda familiar sem interromper ou modificar demais as formas como as pessoas da comunidade se relacionam”

E a pegada é forte e completa!

No seu site ele distribui manuais fotográficos de construção ↗, facilitando a vida de quem quer clonar a idéia! E oferece a máquina pronta ↗ para quem quer comprar e não quer ou não pode construir uma

 

Detalhes técnicos da invenção

A BiciMáquina tem a capacidade de lavar 10 Kg de roupas, dependendo do tamanho do tanque utilizado na construção. A máquina trabalha a baixa velocidade e conta com as marchas da bicicleta, podendo assim ter 21 velocidades.

Como dizem no merchan, em 25 minutos as suas roupas estarão limpas e seu corpo apreciará o movimento suave das pernas e do espírito!

Saiba tudo visitando o site do Carlos e sua companheira. Link: http://bicimaquinas.com ↗

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Telhados verdes cuidando das águas das cidades

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fonte ↗

O Instituto Cidade Jardim ↗, através do Sérgio Rocha, convidou o permacultor João Rockett e juntos realizaram uma live super interessante sobre diversas dinâmicas entorno das águas cidades brasileiras.

Começando com histórias permaculturais, abriram muitas fontes e caminhos da arquitetura da vida com integração às águas, tratando de inúmeros elementos que podem ampliar nossa resiliência perante as intensificações dos efeitos cotidianos das mudanças climáticas.

Interessante ouvir sobre a energia das águas dos poços e como água armazenada se transforma em recurso, as possibilidades de conexões são imensas.

Este diálogo em telhados verdes faz parte de uma série que acontece esta semana e trata de Compostagem Doméstica, Agricultura Urbana, Água em Movimento e Aquaponia.

Tudo nas mídias do Instituto > @institutocidadejardim

Como foi o convite

Água é Energia em Movimento – o que podemos fazer para tratar com mais carinho DELA, que literalmente nos dá a vida?

Esse será o tema de nossa LIVE desta QUINTA-FEIRA às 20h com João Rockett ↗ da  Escola Rama – Instituto de Permacultura da Pampa ↗

O João Rockett tem uma história de vida dedicada a agroecologia e um dos pioneiros na prática e ensino da Permacultura no país.

Tema QUENTE  para quem está em busca de caminhos mais   REFRESCANTES   para sua casa e sua vida.

#chuva ↗ #água ↗ #enchente ↗ #ativismo ↗ #rooftop ↗ #biophilicdesign ↗ #home ↗ #landscape ↗ #paisagismo ↗ #inspiration ↗ #peixes ↗ #urbanlandscape ↗ #urbangarden ↗ #tetoverde ↗ #fish ↗ #biofilia ↗ #urbangardening ↗ #sustentabilidade ↗ #climatechange ↗ #climateemergency ↗ #telhadoverde ↗ #climateaction ↗ #biophilia ↗ #piscinaecologica ↗ #biopiscina ↗ #cidadesregenerativas ↗ #biopool ↗  #agualimpa ↗ #aguafresca ↗ #agua ↗

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Monitorando a rede de atores da gestão de recursos hídricos no Brasil

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Para fortalecer os processos democráticos nos Comitês de Bacia Hidrográfica brasileiros temos o Protocolo de Monitoramento da Governança das Águas, elaborado durante anos e lançado pelo Observatório de Governança das Águas (OGA Brasil), em outubro de 2019.

Ele é fundamental em momentos de desmontes e rearranjos das Políticas Públicas de águas e recursos hídricos no governo federal.

As constantes lives do setor apontam que muitas das estruturas de governança e regulação criadas com a Lei das Águas (Lei Federal nº 9433/97) tendem a tornar-se precárias, aguardando um cenário incerto de esperanças na privatização das águas e do saneamento no Brasil.

Este protocolo produzido pelo OGA estabelece dimensões para avaliação, participação e monitoramento das institucionalidades do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e estabelece indicadores para estas dimesões.

Chamados de Indicadores de Governança das Águas, eles foram construídos a partir de 5 dimensões da Governança, que são: Ambiente Institucional; Capacidades Estatais, Instrumentos de Gestão; Relações Intergovernamentais e Interação Estado-Sociedade.

Como contribuir com a avaliação do seu território?

O protocolo é composto em sua essencia por dois documentos com o objetivo geral de “institucionalizar o monitoramento por meio dos indicadores de governança das águas”.

O primeiro documento trata de forma mais ampla a concepção dos indicadores, explicando cada um dos indicadores de governança.

O segundo documento é como um manual de uso dos indicadores, “esta é a parte para explicar de que forma deve ser preenchida a planilha de avaliação dos indicadores de governança” conforme diz a abertura do texto.

Como acessar o protocolo de monitoramento?

Você pode entrar em contato com os criadores e baixar os arquivos no seguinte link

https://observatoriodasaguas.org/monitoramento-da-governanca ↗

Acesse, leia, confira. Vale o esforço e seu tempo para cuidar de nossas águas!

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ChatOps usando o software livre Mattermost

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Para conversar operacional e digitalmente entre duas pessoas ou grupos, a plataforma ÁguasML disponibiliza o serviço https://chat.aguas.ml ↗, utilizando como base o Mattermost e suas integrações. Aliás, um ótimo software para qualquer iniciativa chatops.

Agora o Chat ÁguasML tem a disposição aplicativos para celulares, notebooks e desktops, podendo também ser utilizado via navegadores, muito útil caso queiramos sair da dependência das grandes empresas de internet.

Com a adoção, se a dinâmica e as pessoas curtirem, podemos usar com tranquilidade chats privados, grupos livres, etc. Ainda conta com uma gama interessante de integrações com outros aplicativos e sistemas.

Pode ser útil para testes da sua organização ou grupo. Garantimos a privacidade total de seus dados.

Veja nosso manual de uso em um site satélite: https://aguas.win/manual-de-uso/ ↗

 Links para utilização

A seguir, uma lista com possibilidades de uso e acesso ao chat

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 Sobre a instalação

Para instalar ou descobrir como pode ter sua própria instalação, escolha um guia em https://docs.mattermost.com/guides/administrator.html#installing-mattermost ↗

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Este post foi originalmente criado em nossa wiki.

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Políticas públicas de Educação Ambiental nos territórios

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Nesta quinta-feira (09/07), às 20h, teremos o V Encontro Virtual de uma série programada pela REAPOP sobre Avaliação de Políticas Públicas de Educação Ambiental nos Territórios

A série convida, semanalmente, pessoas de referência na participação em processos de políticas públicas de educação ambiental.

🌀 Nesta semana conheceremos as políticas públicas de educação ambiental da Cidade de Itajaí (SC), que será apresentada por:

Raquel Orsi, pedagoga, doutora em Educação pela UNIVALI e coordenadora dos Núcleos de Educação Ambiental nas Escolas e do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 07 de Santa Catarina.

Da Cidade de Cruz das Almas (BA), que será apresentada por Renato Almeida, biólogo, doutor em Oceanografia (USP), pesquisador e docente da UFRB.

E da Cidade de Itu (SP), que será apresentada por Carlos Diego – cientista social, MBA em Governança de TI em Sustentabilidade (USP), mestre em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (UNESP) e presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Itu (SP).

O mediador será Fidelis Paixão, facilitador nacional da REAPOP e da REBEA.

👓 Para assistir e participar, acesse a página da REAPOP: https://www.facebook.com/reapop.rebea/ ↗

O link direto do video é https://www.facebook.com/watch/?v=953263381761435 ↗

📢 Compartilhe e ajude a fortalecer a teia da sustentabilidade 🕸

🤜 Não perca! 🤛🏽

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A pesca artesanal no Brasil em tempos de pandemia

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Você já pensou como está a vida de pescadores e pescadoras em tempos de pandemia global?

Para responder a esta pergunta vamos utilizar os dados da Carta de Reivindicações da pesca artesanal do Brasil frente à pandemia do coronavirus ↗, por sinal primorosa.

Os pescadores e pescadoras artesanais são cerca de 1,5 milhão de pessoas e representam mais de 60% da produção dos pescados que chegam à mesa dos brasileiros, sendo que no Norte e Nordeste este número pode chegar a 75% do fornecimento de pescados.

São também a base de uma larga cadeia produtiva que abastece restaurantes, bares e a indústria alimentícia, dando energia para a indústria da produção de artigos náuticos e de gelo, além de formar a base do trabalho de parte daqueles que realizam o transporte de mercadorias.

Fundamentais né?

 

Dilemas e desafios da comunidade da pesca artesanal

Estas pessoas fazem dos rios, estuários, manguezais e do mar os meios de produção de suas vidas, resistindo à especulação imobiliária e a chegada de grandes empreendimentos que colonizam nossos recursos hídricos, invarialmente trazendo danos ao ambiente coletivo e às sociedades tradicionais.

Além das pressões das iniciativas privadas, são constantemente eliminados de Políticas Públicas e dos programas de governo federais e estaduais relativos ao trabalho. Para que você tenha uma idéia, o Registro Geral da Pesca (RGP) está totalmente paralisado desde o ano de 2012.

Este registro, de responsabilidade do antigo Ministério da Pesca e Aquicultura, garante um registro profissional àqueles que fazem da pesca uma profissão, comercializando seus resultados do trabalho.

São mais de 600.000 (seiscentos mil) os registros cancelados, suspensos ou não entregues, o equivalente a mais de um terço dos profissionais economicamente ativos, causando inúmeras dificuldades ao exercício da profissão e garantia de direitos.

As pessoas e comunidades pesqueiras tradicionais são também constantemente afetadas pelos derramamentos de petróleo no litoral e outros crimes ambientais hídricos, como os rompimentos de barragens e suas consequências. Crimes que carregam em si a impunidade.

Além da ausência de Políticas Públicas específicas, as comunidades pesqueiras do País não possuem acesso adequado ao sistema público de saúde, assistência social, renda básica, segurança e dignidade no trabalho.

Então, com estes fatores, você já pode ter uma idéia de como é a vida destas pessoas em situação de alta vulnerabilidade socioambiental em tempos de pandemia, onde todos deveriam contar com o apoio social para a prevenção e atendimento em momentos de contaminação viral e comorbidades.

 

Reivindicações e a Cartilha especial

Visando a busca de solução para problemas pontuais e nacionais, uma série de entidades se unem em um trabalho coordenado e articulado em torno de exigências comuns. Se você não clicou no primeiro link deste texto, pode acessar a Carta Pública aqui ↗.

São 435 pessoas, organizações associativas e grupos sociais que assinam o documento, liderados pelo Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Brasil (MPP), a Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas e Povos e Comunidades Tradicionais Extrativistas Costeiras e Marinhas (CONFREM), a Articulação Nacional das Pescadoras (ANP) e a Coordenação Nacional de Comunidades Tradicionais Caiçaras ( RJ-SP-PR).

Dentre estes esforços, agradecemos ao Observatório dos Impactos do Coronavírus nas Comunidades Pesqueiras, que é uma organização associativa que se utiliza de suas tecnologias e redes para a preservação da Natureza à qual está imersa, além de proteger e desenvolver os saberes e as boas práticas da pesca artesanal.

O grupo, formado por pescadores e pescadoras de todo o país junto com cientistas e apoiadores da pesca artesanal, tem como sua principal função monitorar os impactos e discutir o enfrentamento ao covid19 nas comunidades pesqueiras. Produziu a Cartilha: O que os pescadores e pescadoras artesanais precisam saber sobre o Coronavírus (Covid-19)?

Você pode fazer o download da cartilha aqui no ÁguasML:

Leia atentamente, aprenda algo que talvez seja novo para você e compartilhe!

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32 cursos online para sua capacitação em gestão das águas no Brasil

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A Agência Nacional de Águas (ANA) está com inscrições abertas para 32 cursos inteiramente online para a capacitação na gestão das águas no Brasil.

Os cursos de capacitação são para vários níveis de formação, de básicos até conteúdos especializados de pós-graduação. São ótimas opções para trabalhadores e estudantes se manterem atualizados, aprenderem habilidades novas e fazerem bom uso do tempo livre

O objetivo desta plataforma de cursos é regular o uso das águas no Brasil, um desafio que exige profissionais qualificados e, por isso, a Agência Nacional de Águas estimula a pesquisa e a capacitação de recursos humanos para a gestão dos recursos hídricos.

Os cursos são oferecidos na plataforma de Ensino à Distância da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e as inscrições, assim como os certificados, são gratuitas. Há também um mestrado profissional chancelado pela CAPES, acompanhe aqui mais informações ↗.

Veja a seguir a lista de cursos com inscrições abertas:

 

  1. Agência de Água: O que é, o que faz e como funciona ↗
  2. Água e Floresta: Uso sustentável na Caatinga ↗
  3. Água e Gênero EAD ↗
  4. Água em curso – jovens ↗
  5. Água em curso – multiplicadores ↗
  6. Alternativas organizacionais para a Gestão de Recursos Hídricos ↗
  7. Avaliação de Equipamentos de Irrigação ↗
  8. Cobrança pelo uso dos Recursos Hídricos ↗
  9. Codificação de bacias Hidrograficas pelo método Otto Pfafstetter ↗
  10. Comitê de Bacia Hidrográfica: o que é e o que faz? ↗
  11. Comitê de Bacia Hidrográfica: Práticas e Procedimentos ↗
  12. Comunicação e Gestão de Recursos Hídricos ↗
  13. Gestão, Operaçao e Manutenção de Perímetros Irrigados ↗
  14. Guia de Orientação e Formulários do Plano de Ação de Emergência – PAE ↗
  15. Guia de Orientação e Formulários para Inspeções de Segurança de Barragem ↗
  16. Hidrologia Geral ↗
  17. Introdução a Avaliação de Equipamentos de Irrigação ↗
  18. Introdução à gestão participativa ↗
  19. Introdução ao Manejo da Irrigação: como, quando e quanto irrigar ↗
  20. Lei das Águas ↗
  21. Manejo da Irrigação: como, quando e quanto irrigar ↗
  22. Monitoramento da Qualidade da Água em Rios e Reservatórios ↗
  23. Noções de Ciência Política aplicada à Gestão de Recursos Hídricos ↗
  24. Outorga do Direito de Uso dos Recursos Hídricos ↗
  25. Pagamento por Serviços Ambientais ↗
  26. Planejamento, Manejo e Gestão de Bacias ↗
  27. Plano de Recursos Hídricos e Enquadramento dos Corpos de Água ↗
  28. Políticas e Práticas de Segurança de Barragens para Entidades Fiscalizadoras ↗
  29. Qualidade da água em reservatórios ↗
  30. Reflexões para Transformações Democráticas na Gestão das Águas ↗
  31. Sala de Situação: fique por dentro ↗
  32. Sistemas de Informação na Gestão das Águas: Conhecer para Decidir ↗

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Carta Pública: a Água e o Saneamento são Serviços Essenciais à Nação

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A humanidade está em um contexto de crise global, vivenciando a pandemia do COVID-19 (coronavírus) que, infelizmente, tende a se agravar.

Ainda que na situação de urgência entre novos modos de viver, não há dúvidas que os Serviços de Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário e destino adequado aos Resíduos Sólidos devem ser considerados como Serviços Essenciais à Nação, deveras garantindo o acesso universal à água por todo cidadão brasileiro, um Direito Humano expresso na Lei Federal nº 11.445/2007.

Nosso objetivo com esta carta pública é apresentar uma nota de repúdio à exclusão dos itens VIII e IX, do parágrafo 1º, do Artigo 3º do antigo Decreto Nº 10.282 de 20/03/2020, o qual foi alterado pelo novo Decreto Nº 10.329 de 28/04/2020. Tais itens constavam que:

“Art. 3º As medidas previstas na Lei nº 13.979, de 2020, deverão resguardar o exercício e o funcionamento dos serviços públicos e atividades essenciais a que se refere o § 1º:

§ 1º São serviços públicos e atividades essenciais aqueles indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, assim considerados aqueles que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população, tais como:
(…)
VIII – captação, tratamento e distribuição de água; (Revogado pelo Decreto nº 10.329, de 2020)
(…)
IX – captação e tratamento de esgoto e lixo; (Revogado pelo Decreto nº 10.329, de 2020)”

 

Entre as principais medidas preventivas ao contágio, que se dá por meio da transmissão comunitária da doença, estão: a lavagem das mãos, a assepsia dos locais onde há trânsito de pessoas, a higiene pessoal, o descarte corretos dos diversos tipos de resíduos incluindo os hospitalares, entre tantas atividades que dependem diretamente das execuções e serviços que, caso não sejam realizados adequadamente, podem colocar a vida das pessoas em maior situação de risco.

Ressalta-se que a prática de higiene e lavagem das mãos é, comprovadamente, uma das medidas mais eficazes no combate à contaminação do COVID-19, sendo a principal recomendação da OMS e, inclusive, do Ministério da Saúde do Brasil.

É fundamental neste momento garantir o acesso à água a todos os cidadãos e seres vivos, pagadores ou não pagadores, indiscriminadamente. Seu fornecimento é medida imprescindível para conter a pandemia, reforçando que a água é um elemento fundamental para para uma vida digna e sobrevivência das espécies.

Fato é que tal medida adotada pelo Governo Federal coloca nosso país em risco, principalmente afetando a execução dos serviços realizados por prestadores de serviços em saneamento, onde cada titular poderá sofrer com interpretações equivocadas perante a nova regulamentação, com implicações legais e financeiras irremediáveis diante do cenário incerto que se formou com o novo decreto.

Neste sentido, diante dos Direitos Humanos e da Natureza, da defesa dos direitos individuais, coletivos e difusos, solicitamos apoio da Sociedade e exigimos que sejam adotadas medidas protetivas para o retorno dos Serviços de Abastecimento e Saneamento como Serviços Essenciais à Nação.

Sem mais, em busca da união neste momento de pandemias, aguardamos uma resposta ativa das entidades competentes.

Brasil, 29 de Abril de 2020

 

Organizações e pessoas que assinam esta carta pública*

Associação Movimento Sócio-Ambiental Caminho das Águas
Associação ProAzul
Associação SOS Águas
Fawzia de Fátima Cardoso Gomes
Gabriel Menezes
Grupo Especializado em Tecnologia e Extensão Comunitária
Me. Artur Bonini
Me. Engenheira Juliene Rodrigues
Me. Silvia Shinkai
Porto Rural
Advogado Sandro Martins
Simbiose AgroFlorestal
TyBrasil

 

*Caso deseje ser signatária(o) entre em contato pelos comentários

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Fenasan 2020, saneamento e meio ambiente na América Latina

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Com o tema central “Saneamento ambiental: inclusão social para a cidadania”, o encontro será realizado de 15 a 17 de setembro, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo, capital.

Também vai acontecer O 31º Encontro Técnico da Associação dos Engenheiros da Sabesp, o Congresso Nacional de Saneamento e Meio Ambiente e a cereja do bolo – Fenasan 2020, a Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente.

A data e local para acontecer, esperada em tempos de corona vírus, é de 15 a 17 de setembrono Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo, capital.

Com realização do encontro técnico da Associação dos Engenheiros da Sabesp – AESabesp, esta edição do maior evento de saneamento e meio ambiente da América Latina terá como tema central: “Saneamento ambiental: inclusão social para a cidadania”.

Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, o evento tem como objetivo mercadológico de divulgar o desenvolvimento tecnológico do saneamento e de produtos empregados em sistemas de tratamento de água, adução e abastecimento e sistemas de coleta, tratamento de esgotos, disposição final de resíduos e demais ações do saneamento ambiental.

Durante as atividades, especialistas de todo o Brasil debaterão temas como desenvolvimento tecnológico e inovação, educação ambiental, eficiência energética, mudanças climáticas, redução de perdas, resíduos sólidos, saneamento rural e Saúde Pública, entre outros.

São estimados mais de 2.000 congressistas, cerca de 20 mil visitantes e 250 empresas expositoras.

Veja mais sobre a Fenasan 2020

https://www.fenasan.com.br/ ↗

 

Serviço Fenasan 2020 

De 15 a 17 de setembro

Onde: no Pavilhão Branco do Expo Center Norte – São Paulo – SP

Congresso: 9h às 18h | Feira: 13h às 20h

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A AESabesp está tomando todas as medidas de precaução e seguindo todas as orientações das autoridades de saúde. Seguimos trabalhando para organizar o 31º Encontro Técnico AESabesp e Fenasan 2020 que reunirá as principais empresas do saneamento e proporcionará aos profissionais do setor uma experiência única, novas conexões e conhecimentos. . . 🗓 Agende-se: 15 a 17 de setembro de 2020 Pavilhão Branco – Expo Center Norte São Paulo – SP . . 🤝 Credenciamento gratuito: Antecipe seu credenciamento gratuito on-line para visitar as principais empresas nacionais e internacionais do setor e conhecer as novidades em equipamentos, serviços e produtos. . . 💬 Inscreva-se no Encontro Técnico AESabesp: Participe de debates e palestras com renomados profissionais do setor. Lote com valor reduzido até 31/07. . . ++++++++++++ LINKS NA BIO ++++++++++++ . . #31EncontroTecnico #Fenasan2020 ↗

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Ana Paula Rogers – 11 9 8493 3662 (VIVO e WhatsApp) – 11 9 5820 0080 (TIM) –anarogers@foco21comunicacao.com ↗ e anapaularogers@gmail.com ↗

Suely Melo – 11 9 8839 0380 (WhatsApp) 11 9 5981-9321– suelymelo@foco21comunicacao.com ↗ e melo.suelymelo@gmail.com ↗

 

 

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Carta pública pela defesa dos Direitos da Mãe Terra e pela vida nas Florestas com seus povos

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22 DE ABRIL

DIA INTERNACIONAL DA MÃE TERRA 

Carta pública pela defesa dos Direitos da Mãe Terra e pela vida na Amazônia com seus povos

Anos e anos de pressão, especialmente das insistentes mobilizações dos povos originários e da publicação da Carta da Terra no ano 2000, fruto de um processo internacional participativo com adesão de mais de 4.500 organizações da sociedade civil e organismos governamentais, levaram a ONU a declarar, em 2009, o dia 22 de abril como Dia Internacional da Mãe Terra.

Agora, no ano 2020, a celebração do Dia da Mãe Terra está sendo realizada com a humanidade vivenciando uma dura experiência de globalização: em meses, um denominado “novo coronavírus” está afetando todos os povos do Planeta. Levado pelos diversos caminhos do mercado, desde o do turismo até o de mercadorias, sua rápida capacidade de contágio só encontrou a estratégia de isolamento de todas as pessoas como medida capaz de diminuir a sua velocidade e evitar o colapso dos serviços públicos e privados de saúde.

O orgulhoso mercado globalizado experimentou seus limites e contradições, e hoje a economia capitalista, cultuada como um ídolo todo-poderoso, revira-se no esforço de prever o tamanho da sua queda.

As pessoas, contudo, estão refazendo o aprendizado de viver a partir de sua casa – ou da falta dela -, e com tempo para refletir sobre o sentido da correria, do desgaste e exploração a serviço do um crescimento econômico sem limite num planeta limitado, e num sistema que concentra riqueza em poucas mãos e multiplica inseguranças e miséria para a maioria da espécie humana.

De 2009 até hoje as grandes empresas, conglomerados monopolistas, operadores das commodities, mineradores, agronegócio, sistema financeiro e os governos subservientes aos seus interesses não mudaram suas práticas de se apropriar e de explorar à exaustão os bens naturais dos biomas, destruindo tudo o que podia ser transformado em lucro. Isso acelerou de modo especial o desmatamento da floresta da Amazônia e do Cerrado, e a maioria da população foi empurrada a viver em grandes cidades estruturalmente discriminadoras e racistas, sobrevivendo em favelas, sem direito garantido a trabalho, moradia e meio ambiente saudável.

Esses projetos desenvolvimentistas, que avançam sobre os bens públicos e comuns com a conivência e apoio do Estado, são responsáveis pelo agravamento das mudanças climáticas e pelo fracasso do controle das emissões de gases de efeito estufa. As consequências presentes são os desastres causados por secas, enchentes, ventanias, intrusão salina, rebaixamento dos lençóis freáticos, elevação do nível dos mares e outros eventos extremos, que no futuro tendem a se multiplicar e agravar na medida que o planeta aquece.

Os povos originários e comunidades tradicionais, ao contrário, consolidaram seus modos de vida fundados na compreensão de que a Terra é um ser vivo e fonte de vida, Pacha Mama, Mãe Terra. Contribuíram de forma decisiva para os avanços políticos que levaram o Equador a incorporar na sua Constituição, elaborada por uma Assembleia Constituinte Popular e aprovada por um Plebiscito nacional, um capítulo sobre os Direitos da Natureza, assim definidos:

A natureza ou Pacha Mama, onde se reproduz e realiza a vida, tem direito a que se respeite integralmente sua existência e a manutenção e regeneração de seus ciclos vitais, estrutura, funções e processos evolutivos. (Capítulo VII, Art. 71)

Da mesma forma, a Bolívia reconheceu estes direitos no Plebiscito de 2012 que aprovou a Lei da Mãe Terra. E, com certeza, há busca de novas práticas e novas relações com a natureza nas economias indígenas, quilombolas e de comunidades tradicionais, no crescimento dos plantios agroecológicos e agroflorestais, nas práticas de convivência com o Semiárido brasileiro e com os demais biomas, na economia popular solidária e em muitas outras iniciativas populares.

Precisamos reafirmar: já há práticas que demonstram ser possível estabelecer relações de convivência com os biomas e desenvolver, ao mesmo tempo, iniciativas de produção dos bens necessários à vida. É falso o dilema: ou manter o equilíbrio ecológico ou produzir o que a humanidade precisa. Primeiro porque a humanidade precisa, antes de qualquer outra coisa, de condições naturais favoráveis à sua existência: ar limpo, água pura, vegetações, flores, espaços agradáveis de encontro e de intercomunicação… Depois, já existem provas de que é possível produzir o que as pessoas e os demais seres vivos precisam – atenção: o que precisam – cultivando, trabalhando amorosamente com as energias da Terra, superando práticas de agro e hidronegócio, de extração de minérios e fontes fósseis de energia, isto é, de exploração cada vez mais intensiva dos solos, água e ar, usando produtos químicos para que as mercadorias garantam lucros crescentes.

Tendo por base as possibilidades construídas pelos povos e comunidades, e denunciando o caráter destrutivo das práticas empresariais e das políticas governamentais dominantes,as redes e entidades que subscrevem essa declaração pública assumem o compromisso de lutar, implementando mobilização nacional, em defesa dos direitos da Natureza, a nossa Mãe Terra. Ninguém, nem mesmo a totalidade dos seres humanos, somos donos, senhores da Terra. Ela, sim, é senhora da nossa vida. Como durante bilhões de anos se manteve viva e em evolução sem os seres humanos, certamente poderá continuar viva sem a presença da espécie humana. A humanidade, porém, só poderá continuar viva e ter direitos se reconhecer, defender e cuidar dos direitos da Mãe Terra.

É por isso que assumimos a defesa do direito da Mãe Terra à floresta e à sociobiodiversidade da Amazônia, bem como dos demais biomas, para ter condições de garantir equilíbrio hídrico em todo o território brasileiro e da América do Sul. Defendemos igualmente a obrigação dos seres humanos e do Estado brasileiro de parar definitivamente o desmatamento e os incêndios criminosos, assumindo a obrigação de restaurar a biodiversidade destruída, na Amazônia e em todos os biomas, para que a Terra possa garantir a geração de umidade e chuvas, como ela desenvolveu em seu processo evolutivo.

A crise humanitária gerada pelo Coronavírus prova que podemos viver de outra forma. Toda crise tem lições a nos ensinar. O isolamento social forçado nos obrigou a desacelerar o ritmo de vida. O desenvolvimentismo desenfreado, como se o planeta não tivesse limites, está em cheque. Esse é o momento para mudar o rumo da caminhada humana, reconhecendo, defendendo e cuidando dos direitos da Mãe Terra, para que a espécie humana seja de fato expressão consciente e amorosa da Mãe de todos os seres vivos.

Brasília, 22 de abril de 2020

  • Ação Franciscana de Ecologia e Solidariedade (AFES)
  • Ação Social Diocesana de Patos/PB
  • Ágora das/dos Habitantes da Terra Brasil (AHT-BR)
  • Arquidiocese de Manaus
  • Articulação Antinuclear Brasileira (AAB)
  • Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo (APOINME)
  • Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)
  • Articulação pela Convivência com a Amazônia (ARCA)
  • Articulação pela Preservação da Integridade dos Seres e da Biodiversidade (APISBio)
  • Articulação Semiárido Brasileiro (ASA)
  • Associação Alternativa Terrazul
  • Associação de Combate aos Poluentes (ACPO)
  • Associação De Pesquisa Xaraeís
  • Associação de Saúde Socioambiental (ASSA)
  • Associação Escola Família Agrícola Jaguaribana (AEFAJA)
  • Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN)
  • Associação Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania
  • Associação para Recuperação e Conservação do Ambiente (ARCA)
  • Associação Serviço e Cooperação com o Povo Yanomami-Secoya
  • Associação Solidariedade Libertadora (ASSOLIB/MA)
  • Auditoria Cidadã da Dívida
  • Campanha Nem um Poço a Mais
  • Cáritas Brasileira (CB)
  • Cáritas Diocesana de Crato
  • Cáritas Diocesana de Macapá
  • Cáritas Diocesana de Pesqueira
  • Cáritas Diocesana de Roraima
  • Ceará no Clima
  • Central de Movimentos Populares de Rondônia (CMP/RO)
  • Centro Burnier de MT
  • Centro Dandara de Promotoras Legais Populares de São José dos Campos
  • Centro de Ação Cultural (CENTRAC)
  • Centro de Defesa dos Direitos Humanos da Serra – ES (CDDH)
  • Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis (CDDH)
  • Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá
  • Centro de Educação Popular e Formação Social (CEPFS)
  • Centro Diocesano de Apoio ao Pequeno Produtor – (CEDAPP)
  • Coletivo Catarse
  • Coletivo Dez Mulheres da Vila de Ponta Negra/RN
  • Coletivo Mura de Porto Velho
  • Coletivo Não Lugar
  • Coletivo Popular Direito a Cidade, Porto Velho-RO
  • Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP)
  • Comissão Pastoral da Terra (CPT)
  • Comitê de Energia Renovável do Semiárido (CERSA)
  • Comitê Defensor da Vida Amazônica na Bacia do Rio Madeira – Núcleo FMCJS/RO
  • Comunidades Eclesiais de Base Regional Norte 1
  • Conselho Indigenista Missionário (CIMI)
  • Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC)
  • Conselho Nacional do Laicato do Brasil
  • Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP)
  • Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB)
  • CRIOLA
  • Diálogos em Humanidade – Brasil (DeH-BR)
  • Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE)
  • Fórum da Amazônia Ocidental (FAOC)
  • Fórum da Amazônia Oriental (FAOR)
  • Fórum de Direitos Humanos e da Terra (FDHT)
  • Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo e Petroquímica nas cercanias da Baía de Guanabara (FAPP-BG)
  • Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental (FMCJS)
  • Fraternidade da Anunciação – Goiás/GO
  • Fundação de Educação e Defesa do Meio Ambiente do Vale do Jaguaribe (FEMAJE)
  • Fundação Luterana de Diaconia – Conselho de Missão Entre Povos Indígenas – Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (FLD-COMIN-CAPA)
  • Fundação Vida para Todos (ABAI)
  • Grupo Ambientalista da Bahia (GAMBÁ)
  • Grupo Carta de Belém (GCB)
  • Grupo de Defesa da Amazônia (GDA)
  • Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE)
  • Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (PROAM)
  • Instituto Calliandra de Educação Integral e Ambiental
  • Instituto Madeira Vivo (IMV)
  • Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS)
  • Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA)
  • International Rivers (IR)
  • Iser Assessoria
  • Laboratório de Pesquisa em Educação, Natureza e Sociedade (LabPENSo), da UERJ-FEBF
  • Marcha Mundial Por Justiça Climática/ Marcha Mundial Do Clima
  • Movimento Baía Viva (RJ)
  • Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (MABE)
  • Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)
  • Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
  • Movimento Educação de Base (MEB)
  • Movimento Nacional de Direitos Humanos – MNDH/ES
  • Movimento Pró-Saneamento e Meio Ambiente da Região do Parque Araruama/São João de Meriti – RJ (MPS)
  • Movimento Sócio-Ambiental Caminho das Águas – Itu/SP
  • Movimento Tapajós Vivo (MTV)
  • Movimentos dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Campos (MTC)
  • Núcleo Cerrado FMCJS
  • Núcleo de estudos Amazônicos da UNB (NEAz)
  • Núcleo RJ do FMCJS
  • Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida (OLMA)
  • Observatório Político da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP)
  • ONG Mutirão
  • Organizacion Comunal de la Mujer Amazonica (OCMA)
  • Ouvidoria Geral Externa da Defensoria Pública do Estado de Rondônia
  • Pastoral da Mulher Marginalizada (PMM)
  • Pastoral do Meio Ambiente da Arquidiocese do Rio de Janeiro
  • Preferência Apostólica Amazônia (PAAM)
  • Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA)
  • Rede das Associações das Escolas Família do Amapá (RAEFAP)
  • Rede Eclesial Pan Amazônica – REPAM Brasil
  • Rede Jubileu Sul Brasil (JSB)
  • Serviço Amazônico de Ação, Reflexão e Educação Socioambiental (SARES)
  • Serviço Interfranciscano de Justiça Paz e Ecologia (SINFRAJUPE)
  • Serviço Pastoral dos Migrantes (SPM)
  • Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (SINDSAUDE/GO)
  • Sinttel MG
  • Sociedade Amigos Por Itaúnas (SAPI)
  • TEIA de Educação Ambiental e Interação em Agrofloresta (Parintins/AM)

ADESÕES

A adesão a esta Carta Pública continua aberta às entidades através do e-mail fclimaticas@gmail.com

Texto originalmente publicado em: https://fmclimaticas.org.br/carta-publica-pela-defesa-dos-direitos-da-mae-terra-e-pela-vida-da-amazonia-com-seus-povos/ ↗

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Como a gestão das águas foi impactada pela COVID-19 nos continentes

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A água potável e o saneamento são essenciais para o controle da expansão do vírus COVID-19 pelo mundo. Aliás, acesso à água é um direito humano, básico para a garantia da qualidade de vida de qualquer processo social.

Há também a esperança que esta nova crise possa ser uma oportunidade para acelerar o desenvolvimento de estratégias de acesso à água potável e na adoção de medidas eficazes contra a escassez e inseguridade hídrica dos aglomerados no mundo.

Atualmente são 3 as pandemias reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS): a AIDS, a MERS e a COVID-19, ou corona vírus, como conhecida popularmente no Brasil. A OMS afirma que as rotas de contágio da COVID-19 são respiratórias ou por contato, não reconhecendo casos por transmissões hídricas.

É fato que poderíamos acrescentar outras distorções “pandêmicas” como o feminicídio, a fome, guerras por petróleo, abusos econômicos, desigualdades de oportunidades, violências aos povos originários, mineração desregrada, etc, mas focaremos aqui na crise mais atual, a COVID-19.

A seguir, relatamos uma pesquisa de Águeda García de Durango, editora chefe da iAgua ↗ e da Smart Water Magazine, que encontrou dados sobre ações governamentais quanto à água pelo mundo, adicionando oportuno.

Águeda realizou hoje (07/abril/2020) o seminário virtual “iAgua Webinar: El impacto de la COVID-19 en el sector del agua”. Se puder assista ao vídeo completo ao final dos textos e visite os links indicados, com certeza há muitos fatos hídricos relevantes não abordados.

Sempre aceitaremos sugestões e esperamos que estejam sadios e seguros nesta quarentena global.

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Gaia Jovem mobiliza a juventude a serviço da transformação planetária

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O Gaia Jovem é um movimento que vem para abrir espaço para o jovem ser quem ele é e exercer, em comunidade, todas as suas habilidades, talentos e potência no mundo. Através de encontros, vivências e ações de transformação nos territórios, o movimento forma multiplicadores para a transição.

E foi dada a largada para a caminhada até *O Festival Gaia Jovem 2020*, que já tem data marcada, de 17-21/4 em Nova Friburgo, Rio de Janeiro e você está convidado para conhecer esse projeto lá no catarse, por onde estão arrecadando recursos para viabilizar o festival.

Se quiser seguir junt@ até lá e o mais importante é dizer SIM! E nada melhor para reunir a galera do que um bom jogo, né? Quem já participou da última edição do Festival sabe como funcionam os jogos de engajamento, então cola aqui para não perder nada:

Para começar, jovens interessados devem preencher o formulário de inscrição para o Festival Gaia Jovem 2020 (http://bit.do/gaiajovem ↗).

E já avisam aos navegantes que dinheiro não deve ser um impedimento: o jogo #CaminhoDeGaia ↗ está aí para ajudar a captar a energia financeira que é necessária para que o Festival aconteça com todo mundo lá!

🌻Pra realizar o festival foi lançada uma campanha de financiamento coletivo, onde você pode iniciar o movimento de se colocar a serviço de dentro para fora oferecendo os seus talentos e financiando a participação de algum jovem que você conhece

 

https://www.catarse.me/festivalgaiajovem2020 ↗

 

 

Qualquer dúvida você pode falar com a Gabriela Cilento ↗, foi a partir de um post dela que eu copicolei e editei esta notícia.

Seguimos!

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