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Canção pra Amazônia

Águas Mídia Livre - Brasil - Bem comum em mídia livre

Nosso maior patrimônio está ameaçado. Vítima do apetite voraz de grileiros, madeireiros, garimpeiros e invasores – e fragilizada pelas ações e pelo discurso de um governo omisso e irresponsável – a Amazônia corre perigo.

É assim que o Greenpeace e todos os envolvidos no projeto te convidam para salvar o mundo.

Cantantes: Agnes Nunes, Anavitória, Arnaldo Antunes, Baco Exu do Blues, Caetano Veloso, Camila Pitanga, Céu, Chico César, Criolo, Daniela Mercury, Diogo Nogueira e outros

Saiba mais visitando o site https://www.vozdafloresta.com ↗

 

Letra da Canção pra Amazônia

[Nando Reis]
Maior floresta tropical da terra
A toda hora sofre um duro golpe
Contra trator, corrente, motosserra
A bela flora clama em vão: Me poupe!

[Diogo Nogueira]
Porém, tem uma gente surda e cega
Para a beleza e o valor da mata
Embora o mundo grite que já chega
Pois é a vida que desmate mata

[Anavitória]
Mais vasta ainda todavia é a devastação e o trauma
Focos de fogo nos sufocam fauna, flora e até a alma

[IZA e Gal Costa]
Amazônia! Razão de tanta insânia e tanta insônia
Amazônia! Objeto de omissão e ação errônea
Amazônia! É sem igual, sem plano B, nem clone
Amazônia!

[Criolo]
Desmonte pra desmate e desvario
Liberam a floresta no Brasil
Pro agrobiz e pra mineração
Pra hidrelétrica, pra exploração

[Xande dos Pilares]
Recompensando o crime ambiental
Desregulando o clima mundial
Negam ciência, incêndio e derrubada
Negando, vão passando a boiada

[Arnaldo Antunes]
Que ignorância, repugnância
A cada lance, a cada vídeo
Que grande bioecoetnogenomatrisuicídio!

[Flor Gil e Djuena Tikuna]
Amazônia! Abaixo o desgoverno que abandone a
Amazônia! Não mais a soja, o pasto que seccione
Amazônia! Não mais a carne, o prato que pressione a
Amazônia!

[Gilberto Gil]
Dos povos da floresta sob pressão
O indígena, seu grande guardião
Em comunhão com ela há milênios
Nos últimos e trágicos decênios

[Milton Nascimento]
Vem vendo a mata sendo ameaçada
E cada terra deles atacada
Por levas de peões de poderosos
Com planos de riquezas horrorosos

[Rincon Sapiência]
É invasão, destruição
Ódio a quem são seus empecilhos
Eles não ligam pro amanhã
Nem pro planeta dos próprios filhos

[Gaby Amarantos e Duda Beat]
Amazônia! Abaixo o madeireiro que detone a
Amazônia! Abaixo o garimpeiro que infeccione a
Amazônia! Abaixo o grileiro que fraciona
Amazônia!

[Samuel Rosa]
Mais valiosa que qualquer minério
Tragada pela mata que transpira
A água que evapora, sobe e vira
De veio subterrâneo a rio aéreo

[Real]
Mais volumosos do que o Amazonas
Os rios voadores distribuem
Seus límpidos vapores que afluem
Ao centro-sul, chegando noutras zonas

[Péricles]
Então como é que na floresta mais chuvosa o fogo avança
E ardendo em chamar nela queima de futuro uma esperança?

[Camila Pitanga e Daniela Mercury]
Amazônia! Não mais um mandatário que intencione a
Amazônia! Nem mais um empresário que ambicione a
Amazônia! Pra mais um ciclo de nação-colônia
Amazônia!

[Thaline Karajá]
Visão monumental, que maravilha
Obra da natureza que exubera
De cores, seres, cheiros, som, de vida
Tão pródiga, tão pura, tão diversa

[Vitão]
A fábrica de chuva mais prolixa
A maquina do mundo mais complexa
O doceanoverdeparaíso
O coração pulsante do planeta

[Maria Bethânia]
Quinze mil árvores, contudo
Agora estão indo pro chão
Quinze mil vidas derrubadas
Só durante o tempo desta canção!

[Agnes Nunes e Céu]
Amazônia! Quem nem desmatamento desmorone a
Amazônia! E nem desmandamento deixe insone a
Amazônia! E nem o aquecimento desfuncione a
Amazônia!

[Bacu Exu do Blues]
O que o índio viu, previu, falou
Também o cientista comprovou
Desmate aumenta, o clima seco aquece
A mata, o céu e a Terra, que estarrece

[Chico César]
Esse é o recado deles, lá no fundo
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Pra não torná-los um inferno, um forno
Salve a amazônia do ponto sem retorno

[Majur]
Será que ainda está em tempo
Ou o timing disso já perdemos?
Pois, evitemos, pelo menos
Os eventos mais extremos

[Caetano Veloso e Preta Gil]
Amazônia! Quando afinal o homem dimensione a
Amazônia! Que venha a ter valido a nossa insônia
Amazônia! Enquanto nos encante e emocione
Amazônia!

[Todos]
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo

Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo

Salve a amazônia!
Salve a amazônia!
Salve a amazônia!

Compositores: Carlos Aparecido Renno /  Nando Reis

Letra de Canção pra Amazônia © Sony/ATV Music Publishing LLC

 

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Conversando com as Águas – CNRH e Estado de SP #003

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Eu amo morar neste planeta abundante porque nele nunca falta água!

Neste terceiro encontro do “Conversando com as Águas”, Carlos Diego e Cledir Mendes compartilham algumas observações e ações dos últimos tempos, focando na gestão participativa (ou interativa) dos recursos hídricos e na defesa dos Direitos das Águas.

Também foi levantada a pauta da reunião do Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNHR ↗, na qual foi apresentada as principais ideias do Marco Hídrico, mesmo sem transparência no Projeto de Lei em debate, principalmente junto aos membros do conselho ou encaminhamentos para discussão junto aos Comitês de Bacia Hidrográficas e sociedade como um todo.

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Ative o sino!

 Redes sociais:
 Instagram: /ongcaminhodasaguas
Twitter: /caminhodasaguas

Saiba mais: https://nas.aguas.ml/vida ↗
E mais: https://agenda.aguas.ml ↗

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Vem pro rio | KINJO (Videoclipe Oficial)

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Ouça “Vem pro rio” em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/VemProRio ↗

Vídeo Oficial da Faixa “Vem pro rio (Victor Kinjo)”, YB Music, 2021.

“Faço um convite à escuta: o que os rios estão dizendo para nós? O que a natureza está dizendo que os motores dos carros quase não nos deixam ouvir? Canto para os rios do mundo. Nas nossas florestas, cidades, aldeias. Dessa macrometrópole que é São Paulo. Os rios refletem muitas histórias. E estão pedindo socorro”. 

Victor Kinjo

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA:

Livre

FICHA TÉCNICA:

Produção audiovisual: Cinedelia | Direção: André de Souza | Assistente de direção: Antônio Maria | Direção de Fotografia: Caique Barboza | Assistente de Câmera: Thiago Meggiato | Figurino: Bia Pieratti e Carol Roz | Contra regra: Douglas Ribeiro | Roteiro: Victor Kinjo e Eduardo Colombo | Montagem: André de Castro | Correção de cor: André D’Elia | Produção Musical: Ivan Banho, João Antunes e Guilherme Kastrup | Autores: Victor Kinjo e Ivan Banho | Voz: Victor Kinjo | Violão e vocais: Guilherme Kafé | Vocais, atuação e dança: Eduardo Colombo | Guitarra: Moita Mattos | Synths: Fernando Sagawa | Bateria e percussões: Ivan Banho | Percussões: Ariel Coelho | Percussões e programação: Guilherme Kastrup | Baixo e programações: João Antunes | Assessoria de Imprensa: Yasmim Bianco | Label Manager: Benoni Hubmaier | Selo: YB MusicAPOIO:Fundação SOS Mata AtlânticaONG Mãe NaturezaPimp My CarroçaGrupo de Estudos em Governança Ambiental da USPProjeto Macroamb FAPESPInstituto Navega SP

AGRADECIMENTOS:

Este filme somente pôde ser realizado pelo esforço conjunto de pessoas e instituições que congregam na luta pela limpeza das águas do rio Tietê e do mundo, e contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. 

Agradecemos imensamente a todas as pessoas que encontramos no percurso da I Expedição Artística “Vem pro rio Tietê”, em especial: Fábio Politi, Regiane Ribeiro, Theo Ribeiro, Rosana Ribeiro, Fernando, Karina, Marcio Dante, Hélio Palmesan, Diego e equipe do Hotel Flutuante Tapri, Cigano, Margarete Tomé.“Vem pro rio” integra a pesquisa de pós-doutorado “A revitalização de rios em Cidades Globais: desafios de São Paulo e experiências internacionais”, em desenvolvimento pelo Dr. Victor Kinjo e apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP: 2019/02074-8), no Centro de Síntese USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. O artista-pesquisador agradece os professores Pedro R. Jacobi, Paulo Sinisgalli e o Projeto Temático FAPESP (2015/03804-9) “Governança Ambiental na Macrometrópoles Paulista face às Variabilidades Climáticas” pelo apoio. BIO:Victor Kinjo é cantor, compositor e pesquisador paulistano de origem Uchinanchu (um dos povos indígenas do Japão). Indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2018 como Melhor Cantor (Regional). Em 2017, lançou seu primeiro disco “KINJO”, com participação de Lenna Bahule, e em 2019, o single “Flores para o Coração da Gente”, ambos pelo selo Matraca/YB Music. Em 2020, lançou seu primeiro livro “Quem são Mishimas?”, pela Editora Autêntica. Em 2021, apresentou a canção “Carne e Coragem”, em parceria com Guilherme Kafé e Ana Flor Carvalho, e prepara-se para o lançamento de seu segundo disco Terráqueos. Apresentou-se em festivais, centros culturais e universidades de diversas cidades do Brasil, Japão, EUA e Europa. O artista é também doutor em Ciências Sociais pela Unicamp e pesquisador pós-doutor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, com projeto sobre cultura e regeneração de rios em São Paulo e outras metrópoles do mundo.

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O sagrado violado: hidrelétricas ameaçam o rio Juruena e vida dos indígenas

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NGO KANDE.mp4 ↗

Com direção de Adriano Gambarini e idealizado pela Operação Amazonia Nativa (OPAN), este documentário traz os Saltos Sagrados do Rio Juruena, suas belezas naturais e cultura dos povos indígenas da região. Revela ainda problemas eminentes que podem prejudicar suas tradições culturais, com o avanço do desmatamento, construção de barragens e expansão do agronegócio sobre as terras indígenas.

NGÔ KANDÊ, Guardiões das Águas

Com texto de @DudaMenegassi ↗ (The sacredness of the #Juruena ↗ river, #MatoGrosso ↗, the impact of hydroelectric dams on it & on #Indigenous ↗) e vídeo de @a_gambarini ↗

Belo trabalho em OECO.org.br, leia tudo aqui ↗.

Fonte: Twitter ↗

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Você pode ajudar a salvar o Rio Itapanhaú

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fonte ↗

O Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú produziu este vídeo com imagens de seu mais recente protesto, intercalando imagens das obras, já iniciadas, e do percurso da adutora, para a qual o IBAMA emitiu autorização de desmatamento – sem consideração alguma aos estudos protocolados por nossos técnicos.

Um dos questionamentos que o Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú tem feito quanto às “lições de casa” que a SABESP e o Governo do Estado de São Paulo deveriam fazer – antes de destruir ecossistemas distantes buscando fontes de água distantes -, é a recuperação dos rios da RMSP.

Alternativas não faltam. Nunca faltaram. Falta é vontade política e desprendimento para abandonar a lógica perversa e técnicas superadas para estabelecer novos modos de lidar com a água, com a vida.

Ajude o Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú a ampliar o alcance desta luta!

Curta! Compartilhe em suas redes!

Divulgue a página do movimento:

https://web.facebook.com/naoatransposicaodorioitapanhau/?ref=br_rs ↗

Assine e compartilhe o abaixo-assinado:

https://www.obugio.org.br/…/nao-a-transposicao-das-aguas-do… ↗

Seu apoio é fundamental na divulgação deste vídeo, que carrega em cada imagem e palavra toda a indignação da população de Bertioga, deste Movimento e de seus apoiadores, diante do descaso da SABESP e do Governo do Estado de São Paulo!

Diga NÃO à transposição do Rio Itapanhaú!

A luta continua!

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À Sombra de um Delírio Verde (2011)

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Navegando descobri um filme antigo já, de 8 anos atrás, esclarecedor.

O filme explica muito as questões críticas dos genocídios que sofrem os povos originários, intensificadas hoje em dia, não só no Mato Grosso do Sul.

Aviso: com certeza te deixará triste

 

THE DARK SIDE OF GREEN

Sinopse

Na região Sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, o povo indígena com a maior população no Brasil trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território.

Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível “limpo” e ecologicamente correto.

Sem terra e sem floresta, os Guarani Kaiowá convivem há anos com uma epidemia de desnutrição que atinge suas crianças. Sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Na linha de produção do combustível limpo são constantes as autuações feitas pelo Ministério Público do Trabalho que encontram nas usinas trabalho infantil e trabalho escravo.

Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros.

 

 

Ficha Técnica

À Sombra de um Delírio Verde

Classificação indicativa: Livre
Tempo/Time: 29 min
Países: Argentina, Bélgica e Brasil
Direção: An Baccaert, Cristiano Navarro, Nicola Mu
Narração em Português: Fabiana Cozza
Other Languages: English (Daniel Schweimler ) and French (Rebecca Martin)

Dê uma curtida na página no Facebook ↗ do filme!

Alternativa ao Youtube: https://vimeo.com/32542375 ↗

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