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Caminhada de reconhecimento dos ODS e as águas de Porto Feliz

Por: Carlos Diego — 19 de Maio de 2022, 21:30

Águas Mídia Livre - Brasil - Bem comum em mídia livre

A ONG Caminho das Águas ↗ aceitou um convite para participar do projeto FAÇA PARTE do NUPEX (Núcleo de Práticas Educativas e de Extensão), da Faculdade Cruzeiro do Sul, através da estudante Adriana Cristina Nickel.

Os objetivos do projeto são conhecer os impactos positivos de ações locais para a resolução das questões apontadas na Agenda 2030, norteado pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitindo o engajamento do aluno perante sua comunidade.

O objetivo geral do NUPEX é ampliar a formação global do aluno, por meio do desenvolvimento de suas habilidades socioemocionais e de suas atuações transformadoras junto à sociedade.

Sendo um Projeto de Pesquisa e de Extensão, de caráter voluntário, a atividade tem caráter interdisciplinar acadêmico-científico, pautado sob a perspectiva multidimensional das questões humanas, de modo a potencializar a formação global do estudante.

Alguns destaques da caminhada de reconhecimento

Em uma semana que prometia um frio extremo no Estado de São Paulo, um dos integrantes da ONG Caminho das Águas ↗ acompanhou a estudante em uma caminhada de reconhecimento de um corpo hídrico, localizado no km 97 da rodovia Castelo Branco, cidade de Porto Feliz, interior de São Paulo.

Estas caminhadas, onde a liberdade de caminhar e conversar sobre o ambiente e os seres humanos, são integrantes do projeto Conversando com as Águas ↗, e visam criar reflexões sobre os Direitos das Águas de existir, manter-se, persistir e regenerar-se com respeito à sua Natureza.

A escolha do local se deu nos momentos anteriores e foi eleito um lago de significado afetivo para a Adriana e seu companheiro Marcelo Nickel. Durante a atividade pudemos observar e abordar muitos temas relacionados aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com destaque ao ODS 6, Água Potável e Saneamento.

Logo ao chegar é sensível a quantidade de garrafas de vidro e plástico, além de outros resíduos comuns em atividades de lazer na beira d´água, como churrascos e pescarias de finais de semana. O primeiro instinto, molhar as mãos nas águas, se desfaz com a quantidade de espuma que só a proximidade humana permite ver.

No diálogo, imaginando as possíveis fontes desta poluição, pudemos notar que, com o represamento simulando um lago, foi extraído do modelo (o lago) as suas matas ciliares, compostas somente com gramíneas como a braquiária. No campo de visão dos visitantes somente duas árvores, não identificadas, uma em cada margem, cujo costume é abrigar pescarias (ODS 14, Vida na Água).

No entorno de toda a área temos pequenas estradas, aparentemente ativas para meios mecanizados de transporte, e uma plantação monocultural de amendoim em crescimento. Nesta observação podemos imaginar os benefícios de práticas como a Agroecologia e Agrofloresta teriam no local (ODS 2, Fome Zero e Agricultura Sustentável), muito frequentado por bandos de pássaros, aves e passarinhos além de alguns insetos (ODS 15, Vida Terrestre).

O solo da plantação, sem cobertura nenhuma, não apresentou espécimes distintas da cultura do amendoim, indicando o uso intenso de práticas venenosas de manejo ambiental, possivelmente contaminando as águas do represamento, uma prática contrária ao ODS 12, Consumo e Produção Responsáveis.

Dado que aparentemente o local é pertencente a uma empresa privada, destacamos as necessidades de maior atenção à paisagem e sustentabilidade de um reservatório que será muito importante em futuras estiagens, invocando o ODS 9, Indústria, Inovação e Infraestrutura e conectando exemplos como projetos de organizações parceiras, como a Transition Brasil ↗ que trabalha ativamente no ODS 11, Cidades e Comunidades Sustentáveis.

Ao fundo é possível observar outro corpo hídrico, com uma aparência, ao menos estética, mais natural. Não compreendemos os motivos dos reservatórios não serem conectados, como é comum ao fluxo das águas. Talvez sejam de proprietários diferentes que não conversam entre si, o que nos remete ao ODS 17, Parcerias e Meios de Implementação.

Lembramos de uma provocação do Jornalista Inclusivo ↗ em questões quanto à integração da Pessoa com Deficiência em relação ao Meio Ambiente em que vive e o que poderia, talvez, significar uma paisagem se fôssemos privados da visão, relembrando elementos sensíveis aos ODS 3, Saúde e Bem-estar.

Conversamos também sobre nossas atividades pessoais, os esforços de integração entre comunidades e os impactos na alteração da realidade que, ultimamente, tem sido insustentável, lembrando de iniciativas globais como a Harmony with Nature UN e Extinction Rebellion que podem ser pensadas como ações positivas no ODS 13, Ação contra a mudança global do clima.

Foi um dia feliz 😍💙

 

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Ciclo de diálogos sobre gestão e regulação de recursos hídricos

Por: Carlos Diego — 22 de Março de 2022, 15:43

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O ciclo de Diálogos sobre Integração visa compartilhar as experiências de alunos para alunos, criando um momento de reflexão e debate nas temáticas pertinentes a gestão de recursos hídricos.

O evento foi composto por alunos do curso de Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos – PROFÁGUA e possui como público alvo alunos de graduação e pós graduação que tenham interesse em aprender mais sobre o tema do encontro. 

Os encontros buscam apresentar os trabalhos e temas mostrando que a gestão de recursos hídricos possui diversos fatores e interfaces que podem ser estudados academicamente de forma integrada.

Descubra os temas e assista aos 4 episódios a seguir. Esclarecimentos e mais informações envie um email para profaguadialogos@gmail.com .

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Projeto mobiliza crianças e jovens para a conservação dos manguezais amazônicos

Por: Carlos Diego — 17 de Janeiro de 2022, 16:23

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Ações socioambientais educativas se aliam ao reflorestamento de áreas degradadas nesse ecossistema, na costa do Pará.

As novas gerações representam um fator estratégico para a conservação e o uso sustentável da maior faixa contínua de manguezais do planeta, com cerca de 8 mil Km, localizada na zona costeira do Amapá, Pará e Maranhão. “Elas serão os futuros guardiões do meio ambiente e constituem o melhor caminho para as mensagens chegarem aos pais, mobilizando reflexões e mudanças de comportamento”, afirma Aila Freitas, educadora ambiental do Projeto Mangues da Amazônia.

Realizada pelo Instituto Peabiru e Associação Sarambuí, com apoio do Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), a iniciativa é patrocinada pela Petrobras e desenvolve ações pedagógicas de reforço e complementares ao currículo escolar em comunidades de reservas extrativistas que utilizam os manguezais como meio de sustento, incluindo a extração de caranguejo e a pesca.

As atividades abrangem diferentes faixas de idade desde o início da vida escolar. Na Escola Municipal Brasiliano Felício da Silva, na comunidade de Tamatateua, em Bragança (PA), o Clube do Recreio, voltado a crianças de três a seis anos, realiza atividades lúdicas na lógica de “aprender brincando”. Cartilhas sobre os manguezais foram especialmente produzidas para as atividades, com linguagem simples, cores e desenhos, abrangendo inicialmente 163 crianças de duas comunidades.

“Ser criança nos manguezais é conviver com a natureza, enxergando detalhes que só eles conseguem pela paixão de pisar na lama”, enfatiza Freitas. Ela conclui: “É um laboratório vivo de aprendizados, de forma que o principal desafio é preservar o meio ambiente fazendo parte dele, e não só para utilizá-lo depois”.

Já no Clube de Ciências, meninos e meninas a partir dos sete anos de idade participam de encontros teóricos e práticos com cientistas sobre temas dos manguezais, inclusive expedições de campo para conhecer melhor a fauna e a flora típica desse ecossistema. O objetivo é despertar um olhar mais científico, para além do conhecimento empírico que eles já possuem pela convivência com a natureza, semeando a vocação de futuros biólogos ou agentes ambientais. “No mínimo, essas crianças serão defensoras do meio ambiente quando adultas”, ressalta Adria Freitas, coordenadora do Clube de Ciências, que em dezembro formou a primeira turma de futuros cientistas na Reserva Extrativista Marinha de Tracuateua, no município de Tracuateua (PA), e agora segue para a comunidade do Araí, em Augusto Corrêa (PA).

O Projeto Mangues da Amazônia prevê recuperação de 12 hectares distribuídos em áreas já impactadas em três reservas extrativistas dos municípios de Augusto Corrêa, Bragança e Tracuateua (PA), mobilizando direta e indiretamente cerca de 7,6 mil pessoas. A iniciativa desenvolve estudos para suporte a práticas sustentáveis de manejo do caranguejo-uçá, madeira e outros recursos naturais que se somam ao valor dos manguezais amazônicos pelo serviço climático prestado ao planeta, atraindo jovens a dar continuidade à transferência do conhecimento tradicional entre as gerações.

Na comunidade de Tamatateua, a iniciativa PROMANGUE, desenvolvida pelo projeto, mobiliza jovens estudantes entre 14 e 20 anos em rodas de conversa semanais sobre aspectos ligados aos manguezais e a temas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, com metas ambientais e sociais para 2030 no mundo. “Já temos consciência que é errado desmatar; falta só convencer os pais”, revela o aluno Pedro Henrique Ribeiro, que junto aos demais jovens do grupo contribuiu no trabalho de reflorestamento do manguezal na comunidade.

A partir de janeiro, a expectativa é disponibilizar cursos de informática como oportunidade de qualificação profissional, com participação inicial de 120 jovens e adultos de três reservas extrativistas atendidas pelo Projeto Mangues da Amazônia, nos municípios de Tracuateua (comunidade Nanã), Bragança (comunidades de Tamatateua e Taperaçu) e Augusto Correa (comunidade Araí). Com atividades semanais aos sábados, o objetivo do curso é abordar desde procedimentos básicos de informática até aplicações úteis às comunidades extrativistas.

Sobre o Projeto Mangues da Amazônia @manguesdaamazonia

O Mangues da Amazônia é um projeto socioambiental com foco na recuperação e conservação de manguezais em Reservas Extrativistas Marinhas do estado do Pará. É realizado pelo Instituto Peabiru e pela Associação Sarambuí, em parceria com o Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), e conta com patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental. Com início em 2021 e duração de dois anos, o projeto atua na recuperação de espécies-chave dos manguezais através da elaboração de estratégias de manejo da madeira e do caranguejo-uçá com a participação das comunidades.

Sobre a Associação Sarambuí @sarambui_

A Associação Sarambuí é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) com sede em Bragança – Pará, constituída em 2015, cuja missão é promover a geração de conhecimento de maneira participativa, em prol da conservação e sustentabilidade dos recursos estuarino-costeiros. Nossas ações são direcionadas ao ecossistema manguezal, ao longo da costa amazônica brasileira, em particular no litoral do Estado do Pará. É uma das organizações realizadoras do projeto Mangues da Amazônia.

Sobre o Instituto Peabiru @institutopeabiru

O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) brasileira, fundada em 1998, que tem por missão facilitar processos de fortalecimento da organização social e da valorização da sociobiodiversidade. Com sede em Belém, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA). É uma das organizações realizadoras do projeto Mangues da Amazônia.

 

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Comitê PCJ e seu Projeto Gota d’Água – em 2022 tema será “Mudanças Climáticas”

Por: Carlos Diego — 17 de Janeiro de 2022, 16:08

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Com o slogan “Muda-se o clima, mudam-se nossas vidas”, o objetivo é apresentar como o Brasil e, principalmente, as Bacias PCJ são impactados com as alterações intensas do clima

O Consórcio PCJ, por meio do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental, definiu o tema do Projeto Gota d’Água de 2022: “Mudanças Climáticas: muda-se o clima, mudam-se nossas vidas”. Os participantes do projeto já haviam sido informados sobre o tema na live do Seminário de avaliação do projeto, ao final de novembro, do último ano.

A temática para 2022 teve como inspiração o documentário, “O Amanhã é Hoje”, que retrata como as mudanças climáticas mexem com a vida da população. A produção apresenta o drama de brasileiros impactados por secas impiedosas, chuvas torrenciais, ressacas violentas, calor excessivo e incêndios incontroláveis. O documentário está disponível no YouTube, através do link: https://youtu.be/azrnx55oawQ ↗.

O amanhã é hoje ↗

O webdocumentário “O Amanhã é hoje – o drama de brasileiros impactados pelas mudanças climáticas” mostra que os impactos do clima já alcançaram todos os bras…

O objetivo do projeto é trabalhar o tema ligado à Agenda 2030, mais especificamente ao Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 13, buscando mobilizar a comunidade, através da educação, sobre os compromissos de execução dos ODS.

“Cada vez mais, a população está sentindo os impactos das mudanças climáticas em suas vidas, mas sem correlacioná-los a essa temática. Julgam que são ocorrências passageiras ou naturais, quando na realidade, nosso comportamento em relação ao planeta já está impactando nossas vidas e a dos outros seres vivos”, afirma a gerente técnica do Consórcio PCJ e coordenadora do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental da entidade, Andréa Borges.
Andréa lembra ainda que as fortes estiagens dos últimos anos e quedas nas precipitações verificadas desde a crise hídrica de 2014 não são mero acaso. “A periodicidade das chuvas e sua intensidade estão mudando e alteram a florescimento e frutificação das plantas, impactando a produção agrícola e a disponibilidade hídrica para o abastecimento, que a cada ano fica mais reduzida”, alerta.

Durante o seminário de avaliação, disponível em https://youtu.be/CZTNgvuE_h8 ↗, a gerente técnica do Consórcio PCJ fez um chamamento à ampliação da participação da comunidade e dos participantes do projeto para esse ano de 2022. “Vem com a gente! Vamos trabalhar o tema Mudanças Climáticas e falar um pouco mais sobre a nossa região, o quanto ela é impactada com as alterações no clima”.

Em breve, o Consórcio PCJ liberará mais informações sobre o Projeto Gota d’Água 2022, como também o calendário de atividades e a abertura oficial do projeto, previsto para ocorrer em março desse ano.

Qualquer dúvida sobre o Projeto Gota d’Água, entre em contato com a equipe do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental, pelo e-mail ambiental@agua.org.br ↗.

 

Sobre o Projeto Gota d’Água

O projeto “Semana da Água”, promovido desde 1994 nas Bacias dos Rios Piracicaba Capivari e Jundiaí (PCJ), foi remodelado pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental do Consórcio PCJ e, a partir de 2015, passou a fazer parte do Projeto Gota d’Água.

A iniciativa tem como objetivo intensificar as ações de educação ambiental que extrapolem a execução das Semanas da Água nos municípios, o que de fato já ocorria na prática. Em média, 150 mil pessoas são capacitadas pelas ações do projeto por ano nas Bacias PCJ.

 

Sobre o Consórcio PCJ:

O Consórcio PCJ, fundado em 1989, é uma associação civil de direito privado, composta por 40 municípios e 23 empresas associados, que atua como uma agência de fomento, planejamento e sensibilização, com o objetivo de recuperar e preservar os mananciais, além de discutir a implementação de políticas públicas voltadas à gestão da água.

A entidade é referência nacional e internacional na gestão de recursos hídricos, sendo membro de importantes entidades internacionais, como: O Conselho Mundial da Água, a Rede Internacional de Organismos de Bacias (Riob), a Rede Latino-Americana de Organismos de Bacias (Relob) e a Rede Brasil (Rebob).

 

Mais Informações:

Programa de Educação Ambiental – Consórcio PCJe-mail: ambiental@agua.org.br ↗

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Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece, inscrições até 31 de janeiro

Por: Carlos Diego — 5 de Janeiro de 2022, 20:14

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O período de inscrição para o Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece foi prorrogado. Agora as inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de janeiro de 2022 por meio do site www.premiomulheresrurais.com.br. ↗

Podem se inscrever iniciativas de coletivos de mulheres de qualquer lugar do Brasil que promovam a autonomia econômica das mulheres rurais (agricultoras, pescadoras, apicultoras, extrativistas, indígenas, quilombolas) e soluções inovadoras empreendidas por elas para o bem-estar de suas famílias, organizações e comunidades. 

Lançado em outubro do ano passado, no marco do Dia Internacional das Mulheres Rurais (15/10) e do Dia Mundial da Alimentação (16/10), o Prêmio é uma realização da Embaixada da Espanha no Brasil em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a ONU Mulheres e tem o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), do Serviço Social do Comércio (Sesc) e da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer).

O Prêmio visa reconhecer experiências que incentivem autonomia econômica de mulheres rurais para promover a igualdade de gênero, aumentar a visibilidade da mulher rural e reconhecer a diversidade como matriz do desenvolvimento econômico, social e cultural. 

Reconhecimento

As mulheres produzem cerca de metade dos alimentos no mundo. Em sua diversidade (indígenas, afrodescendentes, quilombolas, camponesas, pescadoras, artesãs, migrantes, empreendedoras), elas correspondem a 43% da mão de obra agrícola no mundo – mas, ainda têm seu papel e importância negligenciados e estão fora dos principais espaços de decisão.  

No geral, as mulheres no campo também têm mais dificuldade de acesso à terra, ao crédito e a cadeias de alto valor, essenciais para sua subsistência e para o bem-estar das comunidades.  

Trabalhar pela equidade entre mulheres e homens no campo, reconhecendo o papel delas como beneficiárias e agentes para o desenvolvimento sustentável é fundamental para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU e para um para um mundo com mais oportunidade a todas e todos.

O Prêmio Mulheres Rurais Espanha Reconhece dá visibilidade a essas questões ao promover ações e empreendimentos de coletivo de mulheres que fomentam suas comunidades e a preservação da (agro) biodiversidade por meio de iniciativas inovadoras. As mulheres e meninas são detentoras de conhecimento, guardiãs de suas terras e têm papel crucial para a resiliência frente às emergências climáticas.  

Premiação

Serão classificados e premiados três projetos de dez iniciativas finalistas. A premiação consiste em valores destinados a melhorar o empreendimento. O primeiro lugar receberá R$ 20 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil. A entrega da premiação está prevista para 8 de março de 2022. O Prêmio conta com o patrocínio das empresas espanholas INDRA, ACCIONA, MAPFRE, JOSEP LLORENS e CMR Fruits. 

Além da premiação em dinheiro as três experiências mais bem pontuadas também receberão:

  • Acompanhamento e assistência técnica ao empreendimento – por parte da ASBRAER/RURAL COMMERCE;

  • Um notebook HP; 

  • Um ano de uso gratuito da Plataforma Rural E-commerce 

As dez experiências finalistas receberão: 

  • Um curso, na modalidade ensino à distância, voltado para o Empoderamento pessoal e econômico das mulheres rurais – por parte da OEI; 

  • Publicações técnicas das instituições promotoras relacionadas às questões de gênero; 

  • Certificado de reconhecimento internacional;

Detalhes sobre iniciativas habilitadas a concorrer ao prêmio, regras, comissão julgadora e premiação estão disponíveis na convocatória no site: www.premiomulheresrurais.com.br ↗

Sobre o IICA

É o organismo internacional especializado em agricultura do Sistema Interamericano. Sua missão é estimular, promover e apoiar os esforços de seus 34 Estados-membros para alcançar o desenvolvimento agrícola e o bem-estar rural, por meio da cooperação técnica internacional de excelência.

Para mais informações

Claudia Dianni, coordenadora de comunicação do IICA Brasil

claudia.dianni@iica.int ↗

Brasília, 03 de janeiro, 2022 (IICA)

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População de pirarucu cresce 631% nas terras indígenas Paumari do rio Tapauá (AM)

Por: Carlos Diego — 10 de Dezembro de 2021, 21:46

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Com manejo sustentável e vigilância territorial, indígenas ajudam a recuperar espécie que corre risco de extinção

Em 12 anos, a população de pirarucu cresceu 631% nas três terras indígenas dos Paumari do rio Tapauá, no sul do Amazonas. Enquanto em 2009 foram contados 251 indivíduos, em 2021, o total foi de 1835 – isso em apenas 16 lagos monitorados no período. O aumento é fruto do manejo sustentável do pirarucu, atividade desenvolvida pelos indígenas com apoio do projeto Raízes do Purus, que conta com patrocínio da Petrobras para fortalecer a gestão sustentável e a proteção da biodiversidade em seis terras indígenas no sul e sudoeste do Amazonas, contribuindo para a conservação de mais de dois milhões de hectares de floresta. Muito consumido na região Norte, o pirarucu está ameaçado de extinção pela pesca predatória, e não é mais encontrado em diversos locais da Amazônia. Iniciativas de manejo, como a dos Paumari, têm papel fundamental na recuperação deste que é o maior peixe de escama de água doce do mundo, podendo chegar a três metros de comprimento, e mais de 200 quilos.

Com manejo os Paumari protegem uma area equivalente a 22 mil campos de futebol (Adriano Gambarini)

Neste contexto, algumas lideranças foram apresentadas ao manejo sustentável do pirarucu, que já estava ajudando comunidades ribeirinhas do rio Solimões a recuperar e proteger a espécie, e, decidiram  implementar a atividade no contexto dos Paumari.

“Ficamos sem pescar nos lagos destinados ao manejo durante cinco anos. Com a vigilância, a quantidade de pirarucu foi crescendo, e a proposta foi conquistando mesmo aqueles que não acreditavam que ia dar certo no início”, relata Germano.

Atualmente a vigilância dos territórios envolve a maioria das famílias, que se alternam em turnos de uma semana nas bases flutuantes, nos períodos de maior ocorrência de invasões. “O trabalho de proteção é importante, porque, hoje, a gente tem a nossa alimentação garantida. Sem vigilância, os invasores vão entrar, e o peixe vai acabar de novo”, destaca Francisco Paumari, uma das primeiras lideranças a apostar no manejo como caminho para melhorar a qualidade de vida do povo. Além da escala de plantão nos flutuantes, as comunidade aproveitam outros deslocamentos pelos territórios para vigiar as áreas mais vulneráveis à pesca ilegal.

Familia durante plantão de vigilancia em uma das bases flutuantes (Marina Rabello OPAN)

Quem vê a estrutura com a qual os Paumari contam hoje, não imagina as dificuldades enfrentadas no início do manejo. “A gente acampava nos barrancos na beira dos lagos e rios para vigiar. Pegava chuva de dia, de noite. Sofremos bastante. Agora temos as bases flutuantes, e se a gente passa a noite acordado, tem um lugar confortável para descansar no decorrer do dia”, comemora Francisco. As melhorias estruturais, como os dois flutuantes de vigilância adquiridos com recursos do projeto Raízes do Purus, engajaram mais pessoas no trabalho, que foi incorporado à rotina das comunidades.

Magno Paumari posa em frente a entrada de lago protegido por base flutuante (Marina Rabello OPAN)

Desde 2013, os Paumari realizam, uma vez por ano, a pesca da cota de pirarucu autorizada pelo Ibama, e comercializam o pescado, gerando renda para as comunidades investirem na vigilância e em itens que melhoram a sua qualidade de vida, como motores de popa para as canoas – que reduzem o tempo de deslocamento nas longas distâncias amazônicas –, rádios e painéis solares.

Sobre o Raízes do Purus

O projeto Raízes do Purus é uma iniciativa da OPAN, com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, que visa a contribuir para a conservação da biodiversidade no sudoeste e sul do Amazonas, fortalecendo iniciativas de gestão e o uso sustentável dos recursos naturais das terras indígenas Jarawara/Jamamadi/Kanamanti, Caititu, Paumari do Lago Manissuã, Paumari do Lago Paricá, Paumari do Cuniuá e Banawa, na bacia do rio Purus, e Deni e Kanamari, no rio Juruá.

Sobre a OPAN

A OPAN foi a primeira organização indigenista fundada no Brasil, em 1969. Nos últimos anos, suas equipes vêm trabalhando em parceria com povos indígenas no Amazonas e em Mato Grosso, desenvolvendo ações voltadas para a garantia dos direitos dos povos, gestão territorial e busca de alternativas de geração de renda baseadas na conservação ambiental e no fortalecimento das culturas indígenas.

Notícia gerada pela agência De Propósito ↗, com autoria de Jéssica Amaral

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Conversas – e livro – sobre os Direitos da Natureza

Por: Carlos Diego — 17 de Agosto de 2021, 12:14

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Você já pensou sobre a dignidade do planeta Terra? Um pouquinho né?

Porém com certeza já leu ou ouviu algo sobre a urgência em enfrentarmos os crimes e desastres socioambientais que estamos vivendo nos últimos anos.

A boa notícia é que você pode descobrir alguns caminhos da Pachamama durante o lançamento da revisão atualizada em formato digital do livro “Direitos da Natureza”, de autoria da Dra Vanessa Hasson e publicado pela editora ‎Lumen Juris Direito.

A live comemorativa vai acontecer no dia 18 de agosto, às 19:30 no Youtube https://youtube.com/c/direitosdanatureza ↗

Apresentando a publicação

Por Germana de Oliveira Moraes

Acredita-se que o século XXI passará à História como a Era dos Direitos da Natureza. Dos Direitos da Mãe Terra. Dos direitos de Pachamama.

No Brasil, Vanessa Hasson escreve essa História em prosa e poesia viva. Com esta primorosa obra, oferece consistentes subsídios teóricos para a reformulação do Direito. Vai mais além: incansavelmente, nos âmbitos nacional e internacional, mobiliza, articula, sensibiliza os seres humanos, as instituições, os movimentos sociais para o imperativo de nosso tempo de reconhecer os direitos da Natureza

De valor acadêmico inestimável, este livro desvela uma pérola. Contém pistas seguras de que direitos humanos e direitos da Natureza antes de encerrarem uma oposição, ou de serem mutuamente excludentes, complementam-se…Assim o é, porque a autora, graças a sua sensibilidade, demonstra mais do que a compreensão; revela uma convicção d´alma, quase poética, de que nascemos para vivermos em Harmonia com a Natureza.

Adquira e colabore

Detalhes do ebook

  • ASIN‏:‎B09CPZJZLM
  • Editora‏:‎Lumen Juris Direito; 1ª edição (16 agosto 2021)
  • Idioma‏:‎Português
  • Tamanho do arquivo‏:‎1493 KB
  • Leitura de texto‏:‎Habilitado
  • Configuração de fonte‏:‎Habilitado
  • Dicas de vocabulário‏:‎Não habilitado
  • Número de páginas‏:‎232 páginas

Link na Amazon: https://nas.aguas.ml/livro-mapas ↗

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Lançamento do infográfico: por que gênero e clima?

Por: Carlos Diego — 29 de Julho de 2021, 17:10

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O Observatório do Clima (OC) te convida esta sexta (30/07), das 10h às 11h30 (horário de Brasília) para um bate-papo com Selma Dealdina (CONAQ) e Sineia Wapichana (CIR) sobre o infográfico “Por que gênero e clima?”, no seu canal do YouTube

https://bit.ly/YTObsClima ↗

 


 
Este infográfico é o resultado da construção coletiva do Grupo de Trabalho em Gênero do OC e, embora ele não esgote ou responda todas as perguntas e nuances,  foi elaborado em dezenas de reuniões e escutas com diversas mulheres do Observatório, e de outros grupos sociais.

A proposta foi refletir em torno da pergunta “por que gênero e clima?” e organizar de forma simples e objetiva as respostas encontradas. Não se trata de um trabalho acabado, e sim, um ponto de partida!

Anote na agenda e chame todo mundo!

Veja tudo em: https://generoeclima.oc.eco.br ↗

Lançamento do infográfico: por que gênero e clima?

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O sagrado violado: hidrelétricas ameaçam o rio Juruena e vida dos indígenas

Por: Carlos Diego — 4 de Maio de 2021, 14:13

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NGO KANDE.mp4 ↗

Com direção de Adriano Gambarini e idealizado pela Operação Amazonia Nativa (OPAN), este documentário traz os Saltos Sagrados do Rio Juruena, suas belezas naturais e cultura dos povos indígenas da região. Revela ainda problemas eminentes que podem prejudicar suas tradições culturais, com o avanço do desmatamento, construção de barragens e expansão do agronegócio sobre as terras indígenas.

NGÔ KANDÊ, Guardiões das Águas

Com texto de @DudaMenegassi ↗ (The sacredness of the #Juruena ↗ river, #MatoGrosso ↗, the impact of hydroelectric dams on it & on #Indigenous ↗) e vídeo de @a_gambarini ↗

Belo trabalho em OECO.org.br, leia tudo aqui ↗.

Fonte: Twitter ↗

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Nota de Pesar – Falecimento do Tecnólogo em Saneamento Ambiental Cássio Freire Beda

Por: Carlos Diego — 5 de Abril de 2021, 20:12

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A Faculdade de Tecnologia da UNICAMP lamenta profundamente informar o falecimento do Tecnólogo em Saneamento Ambiental Cássio Freire Beda, ocorrido em 04/04/2021.

O Cássio ingressou no Ceset (atual FT) na turma de 2008, concluindo o curso em 2011. Cursou o Mestrado em Ciências, na área de Enfermagem em Saúde Pública na USP, e após foi trabalhar em Tapajós, onde se intoxicou com mercúrio devido à ingestão de peixes contaminados pelas atividades do garimpo, tendo desenvolvido a Síndrome de Minamata.

Em sua atuação como Tecnólogo, Cássio foi trabalhar no Instituto Socioambiental, ISA, Brasil, em 2014. Sua atuação era ligada a trabalhos desenvolvidos na área de gestão territorial, extrativismo e associativismo na Terra do Meio – Pará em unidades de conservação com comunidades ribeirinhas prioritariamente e também com indígenas.

Veja a nota: https://www.ft.unicamp.br ↗

Quando a mineração mata novamente

Cássio motiva uma campanha que busca mais informações sobre como diagnosticar e como evitar a contaminação por mercúrio, dado que crimes ambientais são constantes em áreas atingidas pela mineração.

Conheça um pouco mais da luta do Tecnólogo Cássio Freire Beda

De Minamata ao Tapajós: um alerta sobre a contaminação de mercúrio na Amazônia ↗

Cassio Freire Beda, natural de São Paulo-SP, relata o processo que o levou a desenvolver os sintomas da doença de Minamata, resultante da intoxicação por mer…

Mercúrio – O Veneno do Ouro: reportagem desvenda o mistério da contaminação ↗

O núcleo investigativo do jornalismo da Record TV trabalhou durante dois anos numa denúncia sobre a contaminação por mercúrio provocada por garimpos que estã…

Nós nos solidarizamos junto à todos com a família de Cassião!

Envie seu depoimento sobre o Cássio para o e-mail depoimento@ft.unicamp.br ↗

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O canto das águas: pela proteção de Rios limpos e livres no Brasil

Por: Carlos Diego — 11 de Fevereiro de 2021, 22:18

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Acompanhando os preparativos para o Dia Internacional das Águas, uma iniciativa super inspiradora da International Rivers e apoiada pela ONG MAPAS ↗ convida você para contribuir com sua ação por seu Rio amigo!

O CANTO DAS ÁGUAS: PELA PROTEÇÃO DE RIOS LIMPOS E LIVRES NO BRASIL

EVENTO NO DIA INTERNACIONAL DAS ÁGUAS, 22 DE MARÇO

No dia 22 de março de 2021, a International Rivers ↗ e parceiros pela proteção de rios estão organizando um evento destacando valores de rios e iniciativas inovadoras para garantir os rios livres, limpos e saudáveis no Brasil.

CHAMADA PARA RECEBIMENTO DE VÍDEOS

Duração: Vídeos de até 3 minutos ou trechos de vídeos mais longos com até 3 minutos

Qualidade: Imagem visível e som fácil de ser compreendido, sem necessidade de alta qualidade. Podem ser filmados com celular ou com qualquer dispositivo.

Conteúdo da sua contribuição

Os vídeos podem conter o seguinte conteúdo:

  • Relatos da importância dos rios para sua comunidade ou ecossistema
  • Poemas, músicas ou místicas destacando o valor dos rios
  • Relatos de iniciativas regionais e comunitárias de proteção de rios

Pedimos para que gravem os vídeos junto a um rio ou com um jarro de água ou copo com a água do seu rio.

Envie seu vídeo do Dia Internacional das Águas

Por favor enviem os vídeos para acarcamo@internationalrivers.org ou fmontiel@internationalrivers.org até dia 10 de março.

💦💦💦💦💦💦💦

Enviado por Vanessa Hasson

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Você pode ajudar a salvar o Rio Itapanhaú

Por: Carlos Diego — 6 de Janeiro de 2021, 21:20

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fonte ↗

O Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú produziu este vídeo com imagens de seu mais recente protesto, intercalando imagens das obras, já iniciadas, e do percurso da adutora, para a qual o IBAMA emitiu autorização de desmatamento – sem consideração alguma aos estudos protocolados por nossos técnicos.

Um dos questionamentos que o Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú tem feito quanto às “lições de casa” que a SABESP e o Governo do Estado de São Paulo deveriam fazer – antes de destruir ecossistemas distantes buscando fontes de água distantes -, é a recuperação dos rios da RMSP.

Alternativas não faltam. Nunca faltaram. Falta é vontade política e desprendimento para abandonar a lógica perversa e técnicas superadas para estabelecer novos modos de lidar com a água, com a vida.

Ajude o Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú a ampliar o alcance desta luta!

Curta! Compartilhe em suas redes!

Divulgue a página do movimento:

https://web.facebook.com/naoatransposicaodorioitapanhau/?ref=br_rs ↗

Assine e compartilhe o abaixo-assinado:

https://www.obugio.org.br/…/nao-a-transposicao-das-aguas-do… ↗

Seu apoio é fundamental na divulgação deste vídeo, que carrega em cada imagem e palavra toda a indignação da população de Bertioga, deste Movimento e de seus apoiadores, diante do descaso da SABESP e do Governo do Estado de São Paulo!

Diga NÃO à transposição do Rio Itapanhaú!

A luta continua!

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Movimente-se pela Agenda das Águas e dos Recursos Hídricos no Brasil

Por: Carlos Diego — 27 de Outubro de 2020, 23:21

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Muitas das cidades brasileiras estão novamente enfrentando um problema recorrente nos verões brasileiros.

A falta de água, ou “crise hídrica”, como costumam chamar

Esta “crise hídrica” esconde uma crise de gestão hídrica, sendo que ano após ano as Companhias de Abastecimento e Esgotamento Sanitário (públicas ou privadas) enfrentam o mesmo problema, agravado com um índice médio de perdas de águas de 38,5%, segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Saneamento – SNIS no diagnóstico realizado m 2018.

Ou seja, mais de 1/3 das águas captadas, tratadas e encaminhadas para o uso da população é PERDIDA no sistema de abastecimento público, devido a vazamentos, mau funcionamento de sistemas antigos, entre outros fatores.

Isso potencializado pela expansão urbana desordenada, mudança de uso do solo rural que avança nos índices de desmatamento e degradação dos biomas nativos, fundamentais para a qualidade e quantidade de água disponível para os usos múltiplos, de acordo com a Política Nacional de Recursos Hídricos, e para mantermos o respeito com a Natureza, a considerando também um ser detentor de direitos, inclusive ao de existir pacificamente.

Buscando uma maior integração entre as políticas públicas que visam o desenvolvimento que respeite a Natureza e que proporcione o acesso universal ao saneamento, foi lançado na o movimento “Agenda das Águas”, apresentando 7 Propostas para que os nossos futuros governantes locais possam encontrar subsídios para trabalhar na defesa das nossas águas.

Descubras novas visões sobre a gestão dos recursos hídricos no Brasil

Participaram da live ↗ de lançamento, Ângelo Lima, Secretário Executivo do Observatório de Governança das Águas ↗; Profº Drº Jefferson Nascimento – Coordenador do ProfÁgua ↗; Hideraldo Buch – Coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas; Cledir Mendes Soares – ONG ProAzul e Carlos Diego da ONG Caminho das Águas ↗.

Nas interações, foram compartilhadas visões sobre a gestão dos recursos hídricos e o cuidado com as águas no Brasil, a necessidade de uma participação proativa das cidades brasileiras e a importância das instâncias democráticas de participação social, dentre eles os Comitês de Bacia Hidrográfica e os Conselhos Municipais de Meio Ambiente.

 

Faça sua adesão à esta iniciativa!

Junta a esta rede cocriadora e compartilhe a Agenda das Águas ↗ com seu candidato a prefeitura ou vereador.

Você, que irá concorrer nas eleições deste ano, assine esta Agenda ↗, receba a Carta das Águas e mergulhe em como pode contribuir com a proteção das águas das nossas cidades.

E você que é amante das águas, venha contribuir para a expansão deste movimento e a ampliar a discussão em nossas cidades.

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Corte Interamericana de Direitos Humanos e os Direitos da Natureza

Por: Pacha Men — 10 de Setembro de 2020, 13:21

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A partir de pedido da Colômbia, a Corte Interamericana de Direitos Humanos emitiu a Opinião Consultiva 23/2017 que reconheceu os Direitos da Natureza!

O reconhecimento veio a partir da fundamentação ampliada da estreita relação entre o meio ambiente e a proteção e garantia dos direitos à vida e à integridade pessoal.

Pra falar sobre esse marco global dos direitos da Natureza esteve conosco o ex presidente da Corte – Dr. Roberto Caldas ↗ – presidente, à época da emissão desta importantíssima Opinião Consultiva.

Dr. Roberto Caldas também abordou o encontro com o papa Francisco, que foi realizado na mesma época numa conferência em que ambos participaram para fala sobre a proteção da “Casa Comum”, nossa querida Mãe Terra, a partir da Carta Encíclica Laudato Si.

Você não vai perder essa oportunidade de trocar ideias online conosco!

Com tradução simultânea para o Espanhol e o Inglês.

Especial thanks to United Nations Harmony with Nature Programme ↗ and Articulação pelos Direitos da Natureza – a Mãe Terra ↗

Equipe de tradução

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Telhados verdes cuidando das águas das cidades

Por: Carlos Diego — 4 de Setembro de 2020, 12:43

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O Instituto Cidade Jardim ↗, através do Sérgio Rocha, convidou o permacultor João Rockett e juntos realizaram uma live super interessante sobre diversas dinâmicas entorno das águas cidades brasileiras.

Começando com histórias permaculturais, abriram muitas fontes e caminhos da arquitetura da vida com integração às águas, tratando de inúmeros elementos que podem ampliar nossa resiliência perante as intensificações dos efeitos cotidianos das mudanças climáticas.

Interessante ouvir sobre a energia das águas dos poços e como água armazenada se transforma em recurso, as possibilidades de conexões são imensas.

Este diálogo em telhados verdes faz parte de uma série que acontece esta semana e trata de Compostagem Doméstica, Agricultura Urbana, Água em Movimento e Aquaponia.

Tudo nas mídias do Instituto > @institutocidadejardim

Como foi o convite

Água é Energia em Movimento – o que podemos fazer para tratar com mais carinho DELA, que literalmente nos dá a vida?

Esse será o tema de nossa LIVE desta QUINTA-FEIRA às 20h com João Rockett ↗ da  Escola Rama – Instituto de Permacultura da Pampa ↗

O João Rockett tem uma história de vida dedicada a agroecologia e um dos pioneiros na prática e ensino da Permacultura no país.

Tema QUENTE  para quem está em busca de caminhos mais   REFRESCANTES   para sua casa e sua vida.

#chuva ↗ #água ↗ #enchente ↗ #ativismo ↗ #rooftop ↗ #biophilicdesign ↗ #home ↗ #landscape ↗ #paisagismo ↗ #inspiration ↗ #peixes ↗ #urbanlandscape ↗ #urbangarden ↗ #tetoverde ↗ #fish ↗ #biofilia ↗ #urbangardening ↗ #sustentabilidade ↗ #climatechange ↗ #climateemergency ↗ #telhadoverde ↗ #climateaction ↗ #biophilia ↗ #piscinaecologica ↗ #biopiscina ↗ #cidadesregenerativas ↗ #biopool ↗  #agualimpa ↗ #aguafresca ↗ #agua ↗

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Políticas públicas de Educação Ambiental nos territórios

Por: Carlos Diego — 7 de Julho de 2020, 13:12

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Nesta quinta-feira (09/07), às 20h, teremos o V Encontro Virtual de uma série programada pela REAPOP sobre Avaliação de Políticas Públicas de Educação Ambiental nos Territórios

A série convida, semanalmente, pessoas de referência na participação em processos de políticas públicas de educação ambiental.

🌀 Nesta semana conheceremos as políticas públicas de educação ambiental da Cidade de Itajaí (SC), que será apresentada por:

Raquel Orsi, pedagoga, doutora em Educação pela UNIVALI e coordenadora dos Núcleos de Educação Ambiental nas Escolas e do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 07 de Santa Catarina.

Da Cidade de Cruz das Almas (BA), que será apresentada por Renato Almeida, biólogo, doutor em Oceanografia (USP), pesquisador e docente da UFRB.

E da Cidade de Itu (SP), que será apresentada por Carlos Diego – cientista social, MBA em Governança de TI em Sustentabilidade (USP), mestre em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (UNESP) e presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Itu (SP).

O mediador será Fidelis Paixão, facilitador nacional da REAPOP e da REBEA.

👓 Para assistir e participar, acesse a página da REAPOP: https://www.facebook.com/reapop.rebea/ ↗

O link direto do video é https://www.facebook.com/watch/?v=953263381761435 ↗

📢 Compartilhe e ajude a fortalecer a teia da sustentabilidade 🕸

🤜 Não perca! 🤛🏽

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A pesca artesanal no Brasil em tempos de pandemia

Por: Carlos Diego — 31 de Maio de 2020, 15:23

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Você já pensou como está a vida de pescadores e pescadoras em tempos de pandemia global?

Para responder a esta pergunta vamos utilizar os dados da Carta de Reivindicações da pesca artesanal do Brasil frente à pandemia do coronavirus ↗, por sinal primorosa.

Os pescadores e pescadoras artesanais são cerca de 1,5 milhão de pessoas e representam mais de 60% da produção dos pescados que chegam à mesa dos brasileiros, sendo que no Norte e Nordeste este número pode chegar a 75% do fornecimento de pescados.

São também a base de uma larga cadeia produtiva que abastece restaurantes, bares e a indústria alimentícia, dando energia para a indústria da produção de artigos náuticos e de gelo, além de formar a base do trabalho de parte daqueles que realizam o transporte de mercadorias.

Fundamentais né?

 

Dilemas e desafios da comunidade da pesca artesanal

Estas pessoas fazem dos rios, estuários, manguezais e do mar os meios de produção de suas vidas, resistindo à especulação imobiliária e a chegada de grandes empreendimentos que colonizam nossos recursos hídricos, invarialmente trazendo danos ao ambiente coletivo e às sociedades tradicionais.

Além das pressões das iniciativas privadas, são constantemente eliminados de Políticas Públicas e dos programas de governo federais e estaduais relativos ao trabalho. Para que você tenha uma idéia, o Registro Geral da Pesca (RGP) está totalmente paralisado desde o ano de 2012.

Este registro, de responsabilidade do antigo Ministério da Pesca e Aquicultura, garante um registro profissional àqueles que fazem da pesca uma profissão, comercializando seus resultados do trabalho.

São mais de 600.000 (seiscentos mil) os registros cancelados, suspensos ou não entregues, o equivalente a mais de um terço dos profissionais economicamente ativos, causando inúmeras dificuldades ao exercício da profissão e garantia de direitos.

As pessoas e comunidades pesqueiras tradicionais são também constantemente afetadas pelos derramamentos de petróleo no litoral e outros crimes ambientais hídricos, como os rompimentos de barragens e suas consequências. Crimes que carregam em si a impunidade.

Além da ausência de Políticas Públicas específicas, as comunidades pesqueiras do País não possuem acesso adequado ao sistema público de saúde, assistência social, renda básica, segurança e dignidade no trabalho.

Então, com estes fatores, você já pode ter uma idéia de como é a vida destas pessoas em situação de alta vulnerabilidade socioambiental em tempos de pandemia, onde todos deveriam contar com o apoio social para a prevenção e atendimento em momentos de contaminação viral e comorbidades.

 

Reivindicações e a Cartilha especial

Visando a busca de solução para problemas pontuais e nacionais, uma série de entidades se unem em um trabalho coordenado e articulado em torno de exigências comuns. Se você não clicou no primeiro link deste texto, pode acessar a Carta Pública aqui ↗.

São 435 pessoas, organizações associativas e grupos sociais que assinam o documento, liderados pelo Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Brasil (MPP), a Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas e Povos e Comunidades Tradicionais Extrativistas Costeiras e Marinhas (CONFREM), a Articulação Nacional das Pescadoras (ANP) e a Coordenação Nacional de Comunidades Tradicionais Caiçaras ( RJ-SP-PR).

Dentre estes esforços, agradecemos ao Observatório dos Impactos do Coronavírus nas Comunidades Pesqueiras, que é uma organização associativa que se utiliza de suas tecnologias e redes para a preservação da Natureza à qual está imersa, além de proteger e desenvolver os saberes e as boas práticas da pesca artesanal.

O grupo, formado por pescadores e pescadoras de todo o país junto com cientistas e apoiadores da pesca artesanal, tem como sua principal função monitorar os impactos e discutir o enfrentamento ao covid19 nas comunidades pesqueiras. Produziu a Cartilha: O que os pescadores e pescadoras artesanais precisam saber sobre o Coronavírus (Covid-19)?

Você pode fazer o download da cartilha aqui no ÁguasML:

Leia atentamente, aprenda algo que talvez seja novo para você e compartilhe!

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Gaia Jovem mobiliza a juventude a serviço da transformação planetária

Por: Carlos Diego — 11 de Março de 2020, 07:52

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O Gaia Jovem é um movimento que vem para abrir espaço para o jovem ser quem ele é e exercer, em comunidade, todas as suas habilidades, talentos e potência no mundo. Através de encontros, vivências e ações de transformação nos territórios, o movimento forma multiplicadores para a transição.

E foi dada a largada para a caminhada até *O Festival Gaia Jovem 2020*, que já tem data marcada, de 17-21/4 em Nova Friburgo, Rio de Janeiro e você está convidado para conhecer esse projeto lá no catarse, por onde estão arrecadando recursos para viabilizar o festival.

Se quiser seguir junt@ até lá e o mais importante é dizer SIM! E nada melhor para reunir a galera do que um bom jogo, né? Quem já participou da última edição do Festival sabe como funcionam os jogos de engajamento, então cola aqui para não perder nada:

Para começar, jovens interessados devem preencher o formulário de inscrição para o Festival Gaia Jovem 2020 (http://bit.do/gaiajovem ↗).

E já avisam aos navegantes que dinheiro não deve ser um impedimento: o jogo #CaminhoDeGaia ↗ está aí para ajudar a captar a energia financeira que é necessária para que o Festival aconteça com todo mundo lá!

🌻Pra realizar o festival foi lançada uma campanha de financiamento coletivo, onde você pode iniciar o movimento de se colocar a serviço de dentro para fora oferecendo os seus talentos e financiando a participação de algum jovem que você conhece

 

https://www.catarse.me/festivalgaiajovem2020 ↗

 

 

Qualquer dúvida você pode falar com a Gabriela Cilento ↗, foi a partir de um post dela que eu copicolei e editei esta notícia.

Seguimos!

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