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Hoje — 20 de Janeiro de 2022CY-ORGs

Minas completa um ano do início da vacinação contra covid

"Os casos que temos hoje no hospital são de pessoas não vacinadas", alerta a primeira imunizada em Minas, a técnica de enfermagem Cecé.

Exatamente um ano após o início da maior operação de vacinação da história de Minas, a primeira vacinada contra a covid-19 no Estado, a técnica de enfermagem do Hospital Eduardo de Menezes (HEM), Maria Bom Sucesso Pereira, a Cecé, de 58 anos, faz um apelo à população para que não deixe de ser imunizada. Ela recebeu a primeira dose no dia 18 de janeiro do ano passado, no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na presença de jornalistas e do governador Romeu Zema.

"Vacina boa mesmo é vacina no braço. É a certeza que a gente tem de que está imunizado contra a doença. Então, todo mundo deveria tomar. Naquela ocasião não foi só uma luz no fim do túnel, foi um clarão em Minas Gerais. Foi a partir de mim que as pessoas ficaram sabendo da chegada da vacina", destaca.

Cristiano Machado/Imprensa MG

União e cuidados

No início da pandemia, conta a técnica de enfermagem, tudo foi muito assustador. Para evitar o risco de contaminar a família, Cecé chegou a deixar a casa em Caeté - onde moram 12 pessoas - e se isolou na casa da irmã, em Belo Horizonte. No hospital, a união da equipe e o reforço dos cuidados também fizeram a diferença para evitar o contágio. Não por acaso, destaca ela, o HEM, da Rede Fhemig, não registrou nenhuma morte por covid de técnico de enfermagem.

Cecé ficou longe da família por sete meses, até tomar a segunda dose do imunizante. E o esforço, garante ela, valeu a pena. "Eu trabalho em um hospital de referência. E, nesse tempo todo, ninguém da minha casa teve a doença. Tudo isso mantendo vacinação, uso de máscaras e álcool 70%. Ou seja: é eficaz", ressalta.

A técnica de enfermagem, que tomou a terceira dose em outubro de 2021, lembra que ainda há um receio de parte da população sobre aplicar ou não o imunizante.

"A vacina cura sim, gente. Estávamos lidando com um vírus que muda a cada instante. Quanto mais vacinados a gente tiver, melhor", enfatiza. ​"Tenho muita gratidão e peço a todo mundo que ainda não tomou a segunda dose para procurar os postos de saúde. E quem ainda está na dependência da terceira dose, não deixe de tomar, porque realmente os casos que a gente está tendo aqui no hospital são de pessoas que não foram vacinadas ou que só tomaram uma dose, não concretizaram o esquema vacinal. A vacina salvou muitas vidas", salienta.

Na data que marca o aniversário do início da campanha de vacinação contra a covid, Cecé reforça, ainda, que é o momento de as pessoas não pensarem em si próprias, mas nos outros. "A gente está protegendo é a nossa família, o filho que ainda não vacinou, a mãe que é idosa e do grupo de risco, a irmã hipertensa", diz, enfatizando que, agora, com a vacinação das crianças de 5 a 11 anos, os país ou responsáveis devem levar os pequenos aos postos de saúde para a aplicação da dose.

"Agora com a vacinação completa, só não dá para ir para o abraço, mas chego lá", garante Cecé. Clique aqui e confira o depoimento de Cecé.

Crianças

Quase um ano depois do início da vacinação contra a covid em Minas, foi a vez do garotinho Miguel Bittencourt, de 10 anos, morador de Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ser a primeira criança de 5 a 11 anos a tomar a vacina no estado. Mais uma vez, o governador Romeu Zema fez questão de acompanhar o momento e incentivar a imunização. A expectativa é que 1,8 milhão de crianças sejam imunizadas no estado.

Proteção

O secretário de Estado da Saúde de Minas Gerais, o médico Fábio Baccheretti, comemora o avanço da imunização no estado e faz uma apelo às pessoas que ainda não se vacinaram para que o façam o mais rápido possível. Ele lembra que a vacinação começou em 18 de janeiro de 2021 de forma lenta com a CoronaVac e, posteriormente, com a AstraZeneca também.

"Por isso, vicenciamos uma nova cepa, que era a Gama, que foi um terror em março e abril do ano passado, com muitos óbitos diários. Ultrapassávamos 400 mortes diárias, era uma tristeza muito grande. E, apesar de assustador o número de casos novos agora, a gente tem a vacina. Percebemos claramente que não vamos passar nem perto do que vivemos naquela época", observa. "Então, temos que comemorar", enfatiza.

Baccheretti salienta que é necessário acabar com o discurso de achar que é uma vacina experimental, já que é testada em três fases. "É uma tecnologia que tem que ser comemorada. E temos que celebrar a vacina a todo momento. Então, quem ainda não tomou a vacina, que a tome agora. Quem não tomou o reforço, que são quase 3 milhões de pessoas, que tome o seu reforço, pois só assim você vai se proteger. E nossas crianças de até 11 anos, graças a Deus chegou a hora. Papai, mamãe, todo familiar que puder levá-las, leve logo, para a gente virar essa página de vez".

O secretário de Saúde ressalta ainda que, embora uma variante como a Ômicon seja muito infectante, há uma projeção muito positiva com uma boa imunização. "A vacina é a solução. E quem não vacinou e já pode se vacinar, tome a sua dose", reforçou.

Vacinômetro

Dados do vacinômetro em Minas mostram que o estado já recebeu até agora do Ministério da Saúde 40.048.859 doses de vacina da covid. Além disso, o estado atingiu a marca de 87% da população acima de 12 anos com as duas doses ou dose única. E 21% já receberam o reforço.

Para alcançar esses números, também foi fundamental o apoio logístico e operacional das Forças de Segurança do Estado. Por determinação do governador Romeu Zema, todas as aeronaves, aviões e helicópteros foram mobilizados para ajudar a abastecer as 28 regionais de Saúde com a maior agilidade possível, inclusive em áreas rurais, comunidades quilombolas e indígenas dos 853 municípios mineiros.

Projeto mobiliza crianças e jovens para a conservação dos manguezais amazônicos

Águas Mídia Livre - Brasil - Bem comum em mídia livre

Ações socioambientais educativas se aliam ao reflorestamento de áreas degradadas nesse ecossistema, na costa do Pará.

As novas gerações representam um fator estratégico para a conservação e o uso sustentável da maior faixa contínua de manguezais do planeta, com cerca de 8 mil Km, localizada na zona costeira do Amapá, Pará e Maranhão. “Elas serão os futuros guardiões do meio ambiente e constituem o melhor caminho para as mensagens chegarem aos pais, mobilizando reflexões e mudanças de comportamento”, afirma Aila Freitas, educadora ambiental do Projeto Mangues da Amazônia.

Realizada pelo Instituto Peabiru e Associação Sarambuí, com apoio do Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), a iniciativa é patrocinada pela Petrobras e desenvolve ações pedagógicas de reforço e complementares ao currículo escolar em comunidades de reservas extrativistas que utilizam os manguezais como meio de sustento, incluindo a extração de caranguejo e a pesca.

As atividades abrangem diferentes faixas de idade desde o início da vida escolar. Na Escola Municipal Brasiliano Felício da Silva, na comunidade de Tamatateua, em Bragança (PA), o Clube do Recreio, voltado a crianças de três a seis anos, realiza atividades lúdicas na lógica de “aprender brincando”. Cartilhas sobre os manguezais foram especialmente produzidas para as atividades, com linguagem simples, cores e desenhos, abrangendo inicialmente 163 crianças de duas comunidades.

“Ser criança nos manguezais é conviver com a natureza, enxergando detalhes que só eles conseguem pela paixão de pisar na lama”, enfatiza Freitas. Ela conclui: “É um laboratório vivo de aprendizados, de forma que o principal desafio é preservar o meio ambiente fazendo parte dele, e não só para utilizá-lo depois”.

Já no Clube de Ciências, meninos e meninas a partir dos sete anos de idade participam de encontros teóricos e práticos com cientistas sobre temas dos manguezais, inclusive expedições de campo para conhecer melhor a fauna e a flora típica desse ecossistema. O objetivo é despertar um olhar mais científico, para além do conhecimento empírico que eles já possuem pela convivência com a natureza, semeando a vocação de futuros biólogos ou agentes ambientais. “No mínimo, essas crianças serão defensoras do meio ambiente quando adultas”, ressalta Adria Freitas, coordenadora do Clube de Ciências, que em dezembro formou a primeira turma de futuros cientistas na Reserva Extrativista Marinha de Tracuateua, no município de Tracuateua (PA), e agora segue para a comunidade do Araí, em Augusto Corrêa (PA).

O Projeto Mangues da Amazônia prevê recuperação de 12 hectares distribuídos em áreas já impactadas em três reservas extrativistas dos municípios de Augusto Corrêa, Bragança e Tracuateua (PA), mobilizando direta e indiretamente cerca de 7,6 mil pessoas. A iniciativa desenvolve estudos para suporte a práticas sustentáveis de manejo do caranguejo-uçá, madeira e outros recursos naturais que se somam ao valor dos manguezais amazônicos pelo serviço climático prestado ao planeta, atraindo jovens a dar continuidade à transferência do conhecimento tradicional entre as gerações.

Na comunidade de Tamatateua, a iniciativa PROMANGUE, desenvolvida pelo projeto, mobiliza jovens estudantes entre 14 e 20 anos em rodas de conversa semanais sobre aspectos ligados aos manguezais e a temas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, com metas ambientais e sociais para 2030 no mundo. “Já temos consciência que é errado desmatar; falta só convencer os pais”, revela o aluno Pedro Henrique Ribeiro, que junto aos demais jovens do grupo contribuiu no trabalho de reflorestamento do manguezal na comunidade.

A partir de janeiro, a expectativa é disponibilizar cursos de informática como oportunidade de qualificação profissional, com participação inicial de 120 jovens e adultos de três reservas extrativistas atendidas pelo Projeto Mangues da Amazônia, nos municípios de Tracuateua (comunidade Nanã), Bragança (comunidades de Tamatateua e Taperaçu) e Augusto Correa (comunidade Araí). Com atividades semanais aos sábados, o objetivo do curso é abordar desde procedimentos básicos de informática até aplicações úteis às comunidades extrativistas.

Sobre o Projeto Mangues da Amazônia @manguesdaamazonia

O Mangues da Amazônia é um projeto socioambiental com foco na recuperação e conservação de manguezais em Reservas Extrativistas Marinhas do estado do Pará. É realizado pelo Instituto Peabiru e pela Associação Sarambuí, em parceria com o Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), e conta com patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental. Com início em 2021 e duração de dois anos, o projeto atua na recuperação de espécies-chave dos manguezais através da elaboração de estratégias de manejo da madeira e do caranguejo-uçá com a participação das comunidades.

Sobre a Associação Sarambuí @sarambui_

A Associação Sarambuí é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) com sede em Bragança – Pará, constituída em 2015, cuja missão é promover a geração de conhecimento de maneira participativa, em prol da conservação e sustentabilidade dos recursos estuarino-costeiros. Nossas ações são direcionadas ao ecossistema manguezal, ao longo da costa amazônica brasileira, em particular no litoral do Estado do Pará. É uma das organizações realizadoras do projeto Mangues da Amazônia.

Sobre o Instituto Peabiru @institutopeabiru

O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) brasileira, fundada em 1998, que tem por missão facilitar processos de fortalecimento da organização social e da valorização da sociobiodiversidade. Com sede em Belém, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA). É uma das organizações realizadoras do projeto Mangues da Amazônia.

 

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Comitê PCJ e seu Projeto Gota d’Água – em 2022 tema será “Mudanças Climáticas”

Águas Mídia Livre - Brasil - Bem comum em mídia livre

Com o slogan “Muda-se o clima, mudam-se nossas vidas”, o objetivo é apresentar como o Brasil e, principalmente, as Bacias PCJ são impactados com as alterações intensas do clima

O Consórcio PCJ, por meio do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental, definiu o tema do Projeto Gota d’Água de 2022: “Mudanças Climáticas: muda-se o clima, mudam-se nossas vidas”. Os participantes do projeto já haviam sido informados sobre o tema na live do Seminário de avaliação do projeto, ao final de novembro, do último ano.

A temática para 2022 teve como inspiração o documentário, “O Amanhã é Hoje”, que retrata como as mudanças climáticas mexem com a vida da população. A produção apresenta o drama de brasileiros impactados por secas impiedosas, chuvas torrenciais, ressacas violentas, calor excessivo e incêndios incontroláveis. O documentário está disponível no YouTube, através do link: https://youtu.be/azrnx55oawQ ↗.

O amanhã é hoje ↗

O webdocumentário “O Amanhã é hoje – o drama de brasileiros impactados pelas mudanças climáticas” mostra que os impactos do clima já alcançaram todos os bras…

O objetivo do projeto é trabalhar o tema ligado à Agenda 2030, mais especificamente ao Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 13, buscando mobilizar a comunidade, através da educação, sobre os compromissos de execução dos ODS.

“Cada vez mais, a população está sentindo os impactos das mudanças climáticas em suas vidas, mas sem correlacioná-los a essa temática. Julgam que são ocorrências passageiras ou naturais, quando na realidade, nosso comportamento em relação ao planeta já está impactando nossas vidas e a dos outros seres vivos”, afirma a gerente técnica do Consórcio PCJ e coordenadora do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental da entidade, Andréa Borges.
Andréa lembra ainda que as fortes estiagens dos últimos anos e quedas nas precipitações verificadas desde a crise hídrica de 2014 não são mero acaso. “A periodicidade das chuvas e sua intensidade estão mudando e alteram a florescimento e frutificação das plantas, impactando a produção agrícola e a disponibilidade hídrica para o abastecimento, que a cada ano fica mais reduzida”, alerta.

Durante o seminário de avaliação, disponível em https://youtu.be/CZTNgvuE_h8 ↗, a gerente técnica do Consórcio PCJ fez um chamamento à ampliação da participação da comunidade e dos participantes do projeto para esse ano de 2022. “Vem com a gente! Vamos trabalhar o tema Mudanças Climáticas e falar um pouco mais sobre a nossa região, o quanto ela é impactada com as alterações no clima”.

Em breve, o Consórcio PCJ liberará mais informações sobre o Projeto Gota d’Água 2022, como também o calendário de atividades e a abertura oficial do projeto, previsto para ocorrer em março desse ano.

Qualquer dúvida sobre o Projeto Gota d’Água, entre em contato com a equipe do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental, pelo e-mail ambiental@agua.org.br ↗.

 

Sobre o Projeto Gota d’Água

O projeto “Semana da Água”, promovido desde 1994 nas Bacias dos Rios Piracicaba Capivari e Jundiaí (PCJ), foi remodelado pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental do Consórcio PCJ e, a partir de 2015, passou a fazer parte do Projeto Gota d’Água.

A iniciativa tem como objetivo intensificar as ações de educação ambiental que extrapolem a execução das Semanas da Água nos municípios, o que de fato já ocorria na prática. Em média, 150 mil pessoas são capacitadas pelas ações do projeto por ano nas Bacias PCJ.

 

Sobre o Consórcio PCJ:

O Consórcio PCJ, fundado em 1989, é uma associação civil de direito privado, composta por 40 municípios e 23 empresas associados, que atua como uma agência de fomento, planejamento e sensibilização, com o objetivo de recuperar e preservar os mananciais, além de discutir a implementação de políticas públicas voltadas à gestão da água.

A entidade é referência nacional e internacional na gestão de recursos hídricos, sendo membro de importantes entidades internacionais, como: O Conselho Mundial da Água, a Rede Internacional de Organismos de Bacias (Riob), a Rede Latino-Americana de Organismos de Bacias (Relob) e a Rede Brasil (Rebob).

 

Mais Informações:

Programa de Educação Ambiental – Consórcio PCJe-mail: ambiental@agua.org.br ↗

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Times of Israel: COVID Vaccine for Israeli Babies in April 2022

The Times of Israel — Israel is expected to roll out vaccines for babies and toddlers by April, a senior
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Times of Israel: Slow Brain Atrophy With This Diet

The Times of Israel — BGU researchers have discovered that age-related brain atrophy can be slowed with a green Mediterranean
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Reuters Spotlights BGU Goldfish Story That’s Gone Viral

Reuters —Goldfish are capable of navigating on land, Israeli researchers have found, after training fish to drive. The team at
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Minas Gerais quer vacinar 1,8 milhão de crianças contra a covid até o fim de março

Expectativa é que o estado receba, neste mês, 370 mil doses para o público entre 5 e 11 anos.

O Governo de Minas já está preparado para receber e fazer a distribuição das vacinas contra a covid-19 para o público infantil. A previsão é a de receber 370 mil doses ainda neste mês. A chegada das primeiras remessas está prevista para os dias 13, 20 e 27/1. A informação foi divulgada pelo secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (6/1) na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.

De acordo com o secretário, o universo de crianças de 5 a 11 anos em Minas é da ordem de 1,8 milhão. A expectativa é a de que todas elas recebam a primeira dose do imunizante até o final de março. "Espero que pais e responsáveis levem as crianças para vacinar contra a covid. Não há nenhuma dúvida em relação à segurança da vacina e não haverá nenhum tipo de documento obrigatório, como prescrição médica", alertou Baccheretti.

Créditos: Fábio Marchetto/SES

Solução

Segundo dados do Vacinômetro, Minas ultrapassou a marca de 85% das pessoas com 12 anos ou mais com as duas doses ou dose única. Já o reforço foi tomado por 16,46%. No entanto, muitos mineiros ainda estão com o cartão vacinal atrasado.

"Minas está entre os estados que melhor vacinou a população, com mais de 35 milhões de doses aplicadas. E temos doses disponíveis para toda a população acima de 12 anos. É importante que todos tomem a vacina quando chegar a sua vez", afirmou.

Segundo ele, um estudo da SES demonstrou que o risco de alguém que não se vacinou pegar a doença e vir a óbito é 11 vezes maior que aquela pessoa que tomou as duas doses. "Ou seja, quem não tomou a vacina não tenha dúvida: tome a vacina, porque é a única solução para a pandemia", disse.

Pandemia

Sobre o cenário da pandemia em Minas, Fábio Baccheretti explicou que, apesar do avanço rápido da Ômicron, existe uma tendência de redução de casos graves e de óbitos causados por covid-19, mais uma prova da eficácia da vacina.

"No entanto, teremos uma tendência de aumento de novos casos, especialmente por causa das aglomerações de final de ano, maior incidência Ômicron, que é mais transmissível, e em função do relaxamento das medidas de cuidado, como o uso de máscaras. Não é hora de baixar a guarda. Tudo isso vai passar", ressaltou.
Gripe Sobre o aumento do número de casos de gripe, Fábio Baccheretti explicou que trata-se de um adiantamento da sazonalidade da doença. Segundo ele, a expectativa era de um cenário em fevereiro e março, mas que antecipou para dezembro e janeiro.

"A gripe não mudou o seu cenário em relação a letalidade e gravidade. Continuamos internando, proporcionalmente, poucas pessoas. Mas é importante ressaltar que os cuidados com a gripe e a covid são os mesmos, como o uso de máscaras e higienização das mãos. Quem tiver sintomas gripal deve buscar, preferencialmente, o posto de saúde e evitar as urgências para que aqueles locais estejam preparados para receber os casos mais graves", disse.

Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece, inscrições até 31 de janeiro

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O período de inscrição para o Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece foi prorrogado. Agora as inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de janeiro de 2022 por meio do site www.premiomulheresrurais.com.br. ↗

Podem se inscrever iniciativas de coletivos de mulheres de qualquer lugar do Brasil que promovam a autonomia econômica das mulheres rurais (agricultoras, pescadoras, apicultoras, extrativistas, indígenas, quilombolas) e soluções inovadoras empreendidas por elas para o bem-estar de suas famílias, organizações e comunidades. 

Lançado em outubro do ano passado, no marco do Dia Internacional das Mulheres Rurais (15/10) e do Dia Mundial da Alimentação (16/10), o Prêmio é uma realização da Embaixada da Espanha no Brasil em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a ONU Mulheres e tem o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), do Serviço Social do Comércio (Sesc) e da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer).

O Prêmio visa reconhecer experiências que incentivem autonomia econômica de mulheres rurais para promover a igualdade de gênero, aumentar a visibilidade da mulher rural e reconhecer a diversidade como matriz do desenvolvimento econômico, social e cultural. 

Reconhecimento

As mulheres produzem cerca de metade dos alimentos no mundo. Em sua diversidade (indígenas, afrodescendentes, quilombolas, camponesas, pescadoras, artesãs, migrantes, empreendedoras), elas correspondem a 43% da mão de obra agrícola no mundo – mas, ainda têm seu papel e importância negligenciados e estão fora dos principais espaços de decisão.  

No geral, as mulheres no campo também têm mais dificuldade de acesso à terra, ao crédito e a cadeias de alto valor, essenciais para sua subsistência e para o bem-estar das comunidades.  

Trabalhar pela equidade entre mulheres e homens no campo, reconhecendo o papel delas como beneficiárias e agentes para o desenvolvimento sustentável é fundamental para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU e para um para um mundo com mais oportunidade a todas e todos.

O Prêmio Mulheres Rurais Espanha Reconhece dá visibilidade a essas questões ao promover ações e empreendimentos de coletivo de mulheres que fomentam suas comunidades e a preservação da (agro) biodiversidade por meio de iniciativas inovadoras. As mulheres e meninas são detentoras de conhecimento, guardiãs de suas terras e têm papel crucial para a resiliência frente às emergências climáticas.  

Premiação

Serão classificados e premiados três projetos de dez iniciativas finalistas. A premiação consiste em valores destinados a melhorar o empreendimento. O primeiro lugar receberá R$ 20 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil. A entrega da premiação está prevista para 8 de março de 2022. O Prêmio conta com o patrocínio das empresas espanholas INDRA, ACCIONA, MAPFRE, JOSEP LLORENS e CMR Fruits. 

Além da premiação em dinheiro as três experiências mais bem pontuadas também receberão:

  • Acompanhamento e assistência técnica ao empreendimento – por parte da ASBRAER/RURAL COMMERCE;

  • Um notebook HP; 

  • Um ano de uso gratuito da Plataforma Rural E-commerce 

As dez experiências finalistas receberão: 

  • Um curso, na modalidade ensino à distância, voltado para o Empoderamento pessoal e econômico das mulheres rurais – por parte da OEI; 

  • Publicações técnicas das instituições promotoras relacionadas às questões de gênero; 

  • Certificado de reconhecimento internacional;

Detalhes sobre iniciativas habilitadas a concorrer ao prêmio, regras, comissão julgadora e premiação estão disponíveis na convocatória no site: www.premiomulheresrurais.com.br ↗

Sobre o IICA

É o organismo internacional especializado em agricultura do Sistema Interamericano. Sua missão é estimular, promover e apoiar os esforços de seus 34 Estados-membros para alcançar o desenvolvimento agrícola e o bem-estar rural, por meio da cooperação técnica internacional de excelência.

Para mais informações

Claudia Dianni, coordenadora de comunicação do IICA Brasil

claudia.dianni@iica.int ↗

Brasília, 03 de janeiro, 2022 (IICA)

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BGU Scientists Train Goldfish to Drive

The Times of Israel — It sounds like a fish tale, but scientists at BGU say they have demonstrated a
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Ruins of 16th-century Jewish Community Discovered in Morocco

Haaretz — Researchers from Israel, Morocco and France have discovered remnants of a small Jewish community in the mountains of
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Major Anticancer Breakthrough by BGU Scientists

The Jerusalem Post — Scientists from BGU have made a potentially revolutionary discovery regarding the biological function of an anti-cancer
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Cartilha sobre acesso à terra e à moradia orienta pessoas refugiadas e migrantes no Brasil

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Publicação responde à demanda desta população e é resultado de parceria entre ACNUR e Defensorias Públicas da União e do Estado no Pará

Belém, 21 de dezembro de 2021 – O acesso à moradia é um dos grandes desafios enfrentados por pessoas refugiadas e migrantes ao chegar em um país de acolhida. Além de desconhecerem a legislação local, muitas vezes, devido à vulnerabilidade em que se encontram, ocupam espaços de forma irregular ou são ludibriados em transações de aluguel e compra de imóveis.

Para atender as demandas desta população, a exemplo das famílias da etnia indígena venezuelana Warao que vivem nos municípios de Belém e Ananindeua (PA), a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Defensoria Pública da União (DPU) e a Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA) elaboraram a Cartilha sobre Acesso à Terra e à Moradia para Pessoas Refugiadas e Migrantes no Brasil, disponíveis em português e espanhol.

Lançada inicialmente em português e espanhol, a cartilha aborda diferentes temáticas, como o direito à moradia previsto na Constituição Federal e em instrumentos normativos internacionais, as diferenças entre imóveis rurais e urbanos, os conceitos de propriedade e posse, bem como os direitos e deveres de inquilinos e locatários e as normas que regem essa relação contratual no Brasil. A cartilha enfatiza, ainda, o direito à não discriminação garantido a  refugiados e migrantes.

A fim de orientar aqueles que pretendem comprar um imóvel no Brasil, o material traz algumas dicas importantes: “Antes de pagar pelo imóvel, solicite o documento do terreno ou da casa para verificar se o vendedor é o dono ou se está comprando uma posse segura. Por exemplo, veja se o vendedor tem um contrato ou recibo de compra e venda do imóvel em seu nome ou o tempo em que ele está nessa posse.

Os procedimentos relacionados à regularização fundiária também foram destacados. É possível que uma ocupação irregular seja transformada em regular, mas é preciso saber, por exemplo, quem é o dono do imóvel, se pertence ao poder público ou se se trata de uma área de proteção ambiental. Esse passo a passo é fundamental para garantir a segurança na posse ou a aquisição da propriedade.

A cartilha em espanhol têm como foco a população refugiada e migrante (inclusive indígena) da Venezuela no país. Em breve, novas traduções tornarão a cartilha acessível e útil para pessoas refugiadas e migrantes de outras nacionalidades que se encontram em território brasileiro.

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Canção pra Amazônia

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Nosso maior patrimônio está ameaçado. Vítima do apetite voraz de grileiros, madeireiros, garimpeiros e invasores – e fragilizada pelas ações e pelo discurso de um governo omisso e irresponsável – a Amazônia corre perigo.

É assim que o Greenpeace e todos os envolvidos no projeto te convidam para salvar o mundo.

Cantantes: Agnes Nunes, Anavitória, Arnaldo Antunes, Baco Exu do Blues, Caetano Veloso, Camila Pitanga, Céu, Chico César, Criolo, Daniela Mercury, Diogo Nogueira e outros

Saiba mais visitando o site https://www.vozdafloresta.com ↗

 

Letra da Canção pra Amazônia

[Nando Reis]
Maior floresta tropical da terra
A toda hora sofre um duro golpe
Contra trator, corrente, motosserra
A bela flora clama em vão: Me poupe!

[Diogo Nogueira]
Porém, tem uma gente surda e cega
Para a beleza e o valor da mata
Embora o mundo grite que já chega
Pois é a vida que desmate mata

[Anavitória]
Mais vasta ainda todavia é a devastação e o trauma
Focos de fogo nos sufocam fauna, flora e até a alma

[IZA e Gal Costa]
Amazônia! Razão de tanta insânia e tanta insônia
Amazônia! Objeto de omissão e ação errônea
Amazônia! É sem igual, sem plano B, nem clone
Amazônia!

[Criolo]
Desmonte pra desmate e desvario
Liberam a floresta no Brasil
Pro agrobiz e pra mineração
Pra hidrelétrica, pra exploração

[Xande dos Pilares]
Recompensando o crime ambiental
Desregulando o clima mundial
Negam ciência, incêndio e derrubada
Negando, vão passando a boiada

[Arnaldo Antunes]
Que ignorância, repugnância
A cada lance, a cada vídeo
Que grande bioecoetnogenomatrisuicídio!

[Flor Gil e Djuena Tikuna]
Amazônia! Abaixo o desgoverno que abandone a
Amazônia! Não mais a soja, o pasto que seccione
Amazônia! Não mais a carne, o prato que pressione a
Amazônia!

[Gilberto Gil]
Dos povos da floresta sob pressão
O indígena, seu grande guardião
Em comunhão com ela há milênios
Nos últimos e trágicos decênios

[Milton Nascimento]
Vem vendo a mata sendo ameaçada
E cada terra deles atacada
Por levas de peões de poderosos
Com planos de riquezas horrorosos

[Rincon Sapiência]
É invasão, destruição
Ódio a quem são seus empecilhos
Eles não ligam pro amanhã
Nem pro planeta dos próprios filhos

[Gaby Amarantos e Duda Beat]
Amazônia! Abaixo o madeireiro que detone a
Amazônia! Abaixo o garimpeiro que infeccione a
Amazônia! Abaixo o grileiro que fraciona
Amazônia!

[Samuel Rosa]
Mais valiosa que qualquer minério
Tragada pela mata que transpira
A água que evapora, sobe e vira
De veio subterrâneo a rio aéreo

[Real]
Mais volumosos do que o Amazonas
Os rios voadores distribuem
Seus límpidos vapores que afluem
Ao centro-sul, chegando noutras zonas

[Péricles]
Então como é que na floresta mais chuvosa o fogo avança
E ardendo em chamar nela queima de futuro uma esperança?

[Camila Pitanga e Daniela Mercury]
Amazônia! Não mais um mandatário que intencione a
Amazônia! Nem mais um empresário que ambicione a
Amazônia! Pra mais um ciclo de nação-colônia
Amazônia!

[Thaline Karajá]
Visão monumental, que maravilha
Obra da natureza que exubera
De cores, seres, cheiros, som, de vida
Tão pródiga, tão pura, tão diversa

[Vitão]
A fábrica de chuva mais prolixa
A maquina do mundo mais complexa
O doceanoverdeparaíso
O coração pulsante do planeta

[Maria Bethânia]
Quinze mil árvores, contudo
Agora estão indo pro chão
Quinze mil vidas derrubadas
Só durante o tempo desta canção!

[Agnes Nunes e Céu]
Amazônia! Quem nem desmatamento desmorone a
Amazônia! E nem desmandamento deixe insone a
Amazônia! E nem o aquecimento desfuncione a
Amazônia!

[Bacu Exu do Blues]
O que o índio viu, previu, falou
Também o cientista comprovou
Desmate aumenta, o clima seco aquece
A mata, o céu e a Terra, que estarrece

[Chico César]
Esse é o recado deles, lá no fundo
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Pra não torná-los um inferno, um forno
Salve a amazônia do ponto sem retorno

[Majur]
Será que ainda está em tempo
Ou o timing disso já perdemos?
Pois, evitemos, pelo menos
Os eventos mais extremos

[Caetano Veloso e Preta Gil]
Amazônia! Quando afinal o homem dimensione a
Amazônia! Que venha a ter valido a nossa insônia
Amazônia! Enquanto nos encante e emocione
Amazônia!

[Todos]
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo

Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia!
Salve-se a selva ou não se salva o mundo

Salve a amazônia!
Salve a amazônia!
Salve a amazônia!

Compositores: Carlos Aparecido Renno /  Nando Reis

Letra de Canção pra Amazônia © Sony/ATV Music Publishing LLC

 

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População de pirarucu cresce 631% nas terras indígenas Paumari do rio Tapauá (AM)

Águas Mídia Livre - Brasil - Bem comum em mídia livre

Com manejo sustentável e vigilância territorial, indígenas ajudam a recuperar espécie que corre risco de extinção

Em 12 anos, a população de pirarucu cresceu 631% nas três terras indígenas dos Paumari do rio Tapauá, no sul do Amazonas. Enquanto em 2009 foram contados 251 indivíduos, em 2021, o total foi de 1835 – isso em apenas 16 lagos monitorados no período. O aumento é fruto do manejo sustentável do pirarucu, atividade desenvolvida pelos indígenas com apoio do projeto Raízes do Purus, que conta com patrocínio da Petrobras para fortalecer a gestão sustentável e a proteção da biodiversidade em seis terras indígenas no sul e sudoeste do Amazonas, contribuindo para a conservação de mais de dois milhões de hectares de floresta. Muito consumido na região Norte, o pirarucu está ameaçado de extinção pela pesca predatória, e não é mais encontrado em diversos locais da Amazônia. Iniciativas de manejo, como a dos Paumari, têm papel fundamental na recuperação deste que é o maior peixe de escama de água doce do mundo, podendo chegar a três metros de comprimento, e mais de 200 quilos.

Com manejo os Paumari protegem uma area equivalente a 22 mil campos de futebol (Adriano Gambarini)

Neste contexto, algumas lideranças foram apresentadas ao manejo sustentável do pirarucu, que já estava ajudando comunidades ribeirinhas do rio Solimões a recuperar e proteger a espécie, e, decidiram  implementar a atividade no contexto dos Paumari.

“Ficamos sem pescar nos lagos destinados ao manejo durante cinco anos. Com a vigilância, a quantidade de pirarucu foi crescendo, e a proposta foi conquistando mesmo aqueles que não acreditavam que ia dar certo no início”, relata Germano.

Atualmente a vigilância dos territórios envolve a maioria das famílias, que se alternam em turnos de uma semana nas bases flutuantes, nos períodos de maior ocorrência de invasões. “O trabalho de proteção é importante, porque, hoje, a gente tem a nossa alimentação garantida. Sem vigilância, os invasores vão entrar, e o peixe vai acabar de novo”, destaca Francisco Paumari, uma das primeiras lideranças a apostar no manejo como caminho para melhorar a qualidade de vida do povo. Além da escala de plantão nos flutuantes, as comunidade aproveitam outros deslocamentos pelos territórios para vigiar as áreas mais vulneráveis à pesca ilegal.

Familia durante plantão de vigilancia em uma das bases flutuantes (Marina Rabello OPAN)

Quem vê a estrutura com a qual os Paumari contam hoje, não imagina as dificuldades enfrentadas no início do manejo. “A gente acampava nos barrancos na beira dos lagos e rios para vigiar. Pegava chuva de dia, de noite. Sofremos bastante. Agora temos as bases flutuantes, e se a gente passa a noite acordado, tem um lugar confortável para descansar no decorrer do dia”, comemora Francisco. As melhorias estruturais, como os dois flutuantes de vigilância adquiridos com recursos do projeto Raízes do Purus, engajaram mais pessoas no trabalho, que foi incorporado à rotina das comunidades.

Magno Paumari posa em frente a entrada de lago protegido por base flutuante (Marina Rabello OPAN)

Desde 2013, os Paumari realizam, uma vez por ano, a pesca da cota de pirarucu autorizada pelo Ibama, e comercializam o pescado, gerando renda para as comunidades investirem na vigilância e em itens que melhoram a sua qualidade de vida, como motores de popa para as canoas – que reduzem o tempo de deslocamento nas longas distâncias amazônicas –, rádios e painéis solares.

Sobre o Raízes do Purus

O projeto Raízes do Purus é uma iniciativa da OPAN, com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, que visa a contribuir para a conservação da biodiversidade no sudoeste e sul do Amazonas, fortalecendo iniciativas de gestão e o uso sustentável dos recursos naturais das terras indígenas Jarawara/Jamamadi/Kanamanti, Caititu, Paumari do Lago Manissuã, Paumari do Lago Paricá, Paumari do Cuniuá e Banawa, na bacia do rio Purus, e Deni e Kanamari, no rio Juruá.

Sobre a OPAN

A OPAN foi a primeira organização indigenista fundada no Brasil, em 1969. Nos últimos anos, suas equipes vêm trabalhando em parceria com povos indígenas no Amazonas e em Mato Grosso, desenvolvendo ações voltadas para a garantia dos direitos dos povos, gestão territorial e busca de alternativas de geração de renda baseadas na conservação ambiental e no fortalecimento das culturas indígenas.

Notícia gerada pela agência De Propósito ↗, com autoria de Jéssica Amaral

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Vitória no Equador – tribunal decide em favor da floresta de Los Cedros

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Imagine isso: a mais alta corte equatoriana decide, na regulação do seu território, contra a abertura da Floresta de Los Cedros à mineração, pois viola os Direitos da Natureza.

O perfil no twitter da Aliança Global pelos Direitos da Natureza (GARN) nos brinda com esta notícia impactante na história de nosso planeta!

O Tribunal Constitucional do Equador usou a disposição constitucional sobre o Direito da Natureza para salvaguardar a Floresta de Los Cedros que agora deve ser protegida de concessões à mineração.

Segundo a Corte Constitucional do Equador, a mineração na floresta de Los Cedros viola os Direitos da Natureza estabelecidos na Constituição de Montecristi, de 2008

Global Alliance for the Rights of Nature – GARN on Twitter: “🌿 BREAKING NEWS! Court Rules in Favor of Nature and Protects the High Rainforest of #Ecuador The Constitutional Court of Ecuador used the constitutional provision on the #RightsofNature to safeguard #LosCedros protected forest from mining concessionshttps://t.co/q6b5ZTSCuu / Twitter” ↗

🌿 BREAKING NEWS! Court Rules in Favor of Nature and Protects the High Rainforest of #Ecuador The Constitutional Court of Ecuador used the constitutional provision on the #RightsofNature to safeguard #LosCedros protected forest from mining concessionshttps://t.co/q6b5ZTSCuu

Vida pulsando na floresta de Los Cedros

A mineradora canadense Cornerstone Capital Resources recebeu uma licença para exploração de ouro em 68% do terriório da Floresta, em colaboração com a empresa estatal de mineração do Equador, ENAMI, apesar da própria publicação do Ministério do Meio Ambiente citando Los Cedros em suas “Áreas de Prioridade para a Conservação da Biodiversidade no Equador”.

Mining concessions in and around Los Cedros Reserve. Image credit: Rainforest Action Group

De acordo com o site da reserva ecológica ↗, os estudos realizados descobriram na reserva de Los Cedros:

  • 6 espécies criticamente ameaçadas de extinção
  • 40 espécies ameaçadas de extinção
  • 121 espécies vulneráveis
  • 75 espécies quase ameaçadas

Decisão tão importante quanto os Direitos do Homem de Thomas Paine

Segundo Natalia Greene em entrevista ao The Guardian, a vitória no Tribunal para manter a mineração longe de Los Cedros é sem precedentes:

“O tribunal constitucional afirma que nenhuma atividade que ameace os direitos da natureza pode ser desenvolvida dentro do ecossistema da floresta protegida Los Cedros, incluindo a mineração e qualquer outra atividade extrativista. A mineração agora está proibida nesta floresta protegida incrível e única. Isso abre um grande precedente legal para continuar com outras florestas protegidas ameaçadas. Hoje, as rãs ameaçadas de extinção, os ursos de óculos, o macaco-aranha, os pássaros e a natureza como um todo venceram uma batalha sem precedentes”

Dr. Mika Peck, bióloga da Universidade de Sussex que é do Equador e investigou pela primeira vez a importância biológica de Los Cedros em meados dos anos 90, compara o significado da decisão aos Direitos do Homem de Thomas Paine:

“É importante que o mundo reflita sobre os limites da natureza e questione seriamente a eficácia das atuais políticas e ações de conservação”, disse ele.

“Estruturas de políticas que colocam os humanos no contexto como parte da natureza, integrado em um sistema que equilibra direitos intrínsecos entre sujeitos legítimos da lei, ao invés de colocar os humanos acima ou separados da natureza, será uma parte necessária para abordar a sérios problemas ambientais que nosso planeta está enfrentando. Esta decisão é tão importante para a natureza quanto os Direitos do Homem de Thomas Paine foram para nossa própria espécie”.

Procure nas redes a novidade, leia a matéria no The Guardian ↗. Compartilhe!!!

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Conversando com as Águas – CNRH e Estado de SP #003

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Eu amo morar neste planeta abundante porque nele nunca falta água!

Neste terceiro encontro do “Conversando com as Águas”, Carlos Diego e Cledir Mendes compartilham algumas observações e ações dos últimos tempos, focando na gestão participativa (ou interativa) dos recursos hídricos e na defesa dos Direitos das Águas.

Também foi levantada a pauta da reunião do Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNHR ↗, na qual foi apresentada as principais ideias do Marco Hídrico, mesmo sem transparência no Projeto de Lei em debate, principalmente junto aos membros do conselho ou encaminhamentos para discussão junto aos Comitês de Bacia Hidrográficas e sociedade como um todo.

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Saiba mais: https://nas.aguas.ml/vida ↗
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Seis anos do crime da Vale, Samarco e BHP Billiton que marcaram o Brasil

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Este dia 05 de novembro de 2021 marcou o 6º ano de um dos maiores crimes socioambientais realizados no Brasil contemporâneo.

Data marcante para as comunidades de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, entre tantas outras atingidas pela destruição de lama e rejeitos até a Foz do Rio Doce, em Regência-ES.

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Antes de ontemCY-ORGs

Regional de Itabira realiza o 1º ciclo de formação de tutores do projeto Saúde em Rede

A expansão do projeto para o restante do estado acontece por meio da parceria entre SES-MG e a ESP-MG.

A Regional de Saúde de Itabira, por meio da Coordenação de Atenção à Saúde, realizou nos dias 14 e 15/12, no auditório da Fundação Itabirana Difusora do Ensino (FIDE), o primeiro encontro de formação de tutores municipais do programa Saúde em Rede. O evento foi direcionado aos Tutores Municipais da Atenção Primária à Saúde (APS) e Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) dos municípios das microrregiões de Guanhães, Itabira e João Monlevade.

Este é um projeto estratégico do Governo de Minas, por meio de parceria da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), apoiado pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde Minas Gerais – (COSEMS/MG), executado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, realizado no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Lucilene Oliveira Constâncio, representante do Cosems na Regional Itabira destacou a importância da participação dos tutores em todos os encontros formativos presenciais. "Isso é de grande importância para o sucesso do projeto, além de ser uma excelente oportunidade de qualificação da assistência à saúde da população do seu município".

Saúde em Rede
O Saúde em Rede tem como objetivo estruturar as Redes de Atenção com a transformação do atual modelo hierárquico - que tem o hospital como centro dos atendimentos - para dar lugar à gestão integrativa, na qual a Atenção Primária é ordenadora dos cuidados em saúde, além de qualificar os processos assistenciais com o intuito de promover uma assistência à saúde ainda mais adequada ao cidadão.

Para isso, o projeto propõe a implementação de processos de Educação Permanente em Saúde (EPS) para ampliar as capacidades das equipes da Atenção primária à Saúde e da Atenção Ambulatorial Especializada de analisarem seus processos de trabalho e reorganizá-los com foco nas necessidades dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Projeto foi iniciado em 2019, em sua etapa piloto, para os 29 municípios da macrorregião Jequitinhonha. Aquela etapa teve a condução da SES/MG, com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e do Hospital Israelita Albert Einstein, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, do Ministério da Saúde.

Já a expansão do projeto para o restante do território mineiro acontece por meio da parceria entre SES e a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), sendo que a Escola, em razão de sua experiência na formação dos trabalhadores do SUS, está responsável pelo desenvolvimento dos projetos educacionais, bem como do acompanhamento das etapas, junto aos participantes da Oficina.

New Air Purifier Filters Out 99.99% of COVID

The Jerusalem Post — The test results for Tadiran’s innovative air-purification technology, Air Care O2, have proven that it is
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Using Technology to Piece Together Ancient Lost Jewish Text

Haaretz — For centuries, a foundational text of Jewish culture had been considered lost forever. Quotes from it surfaced over
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Boas Festas e Feliz 2022!

Por: fnu

As diretorias da FNU e da CNU desejam a todas e todos Boas Festas!
🎄🎅🎉🌻

Que no Ano Novo façamos escolhas que nos conduzam para um Brasil socialmente mais justo, com respeito à democracia e aos direitos conquistados!

🔴 FELIZ 2022! 🔵
🎉🤝✊🎉

A FNU/CNU estará em recesso até 9 de janeiro de 2022, voltando ao expediente normal na segunda-feira – 10 de janeiro.

Resistência contra as privatizações marcou 2021: leia o Informe CNU

Por: fnu

A CNU, em seu Informe de fim de ano, faz um breve balanço das ações e atividades do ramo urbanitário , destacando a luta em defesa da Eletrobras pública e contra a privatização das empresas públicas de saneamento.

Os urbanitários, liderados por seus sindicatos, federações regionais e pela CNU, têm resistido ao crime das privatizações, em várias frentes de atuação: política, jurídica, comunicacional.  Os dirigentes estão em uma luta sem precedentes para barrar as privatizações das empresas, visando manter empregos e direitos e, além disso, garantir energia elétrica, água e saneamento como direitos a todos os brasileiros, independentemente das condições financeiras de cada cidadão.

O ano de 2021 também foi marcado pelos inúmeros atos pelo fora Bolsonaro. Urbanitários de todas as regiões do país foram às ruas em protesto contra esse desgoverno que massacra o povo, destrói vidas com seu negacionismo e retira direitos da classe trabalhadora. Para Paulo de Tarso, presidente da CNU, “o caráter perverso desse governo precisa sempre ser denunciado. Basta andar pelas ruas e ver o aumento da pobreza extrema, o desemprego, a carestia dos alimentos e combustíveis. Para a categoria urbanitária, ele impõe privatização das empresas de saneamento, e colocou à venda a Eletrobras, um patrimônio público que jamais pode ser entregue ao capital especulativo”.

LEIA O INFORME CNU – dezembro/2021, clique no link abaixo:
Informe CNU dezembro 2021

Minas Gerais reduz intervalo para dose de reforço com a Pfizer

A recomendação do Estado é para que a dose de reforço da Pfizer seja administrada quatro meses após a segunda dose.

Foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerias de 17/12 a deliberação CIB-SUS/MG Nº 3.680, que aprova a redução no intervalo da dose de reforço da vacina Pfizer. A partir desta segunda-feira (20/12), o imunizante poderá ser administrado quatro meses após a última dose do esquema vacinal primário. Antes, esse prazo era de cinco meses.

A redução está permitida quando houver doses da vacina Pfizer com prazo de vencimento, por descongelamento, inferior a 15 dias e impossibilidade de remanejamento das doses entre municípios vizinhos.

A medida tem o objetivo de avançar com a maior operação de vacinação já realizada no estado, bem como ampliar a cobertura vacinal contra a covid-19 entre a população mineira.

Créditos: Gil Leonardi/Imprensa MG

A diminuição do prazo também é uma estratégia preventiva diante da confirmação de casos da variante Ômicron (B.1.1.529) no Brasil, inclusive em Minas Gerais, como explica a coordenadora Estadual de Imunização, Josianne Dias Gusmão.

"O estado possui a maior malha rodoviária do país e, com o aumento das viagens, a circulação de pessoas também será mais intensa, possibilitando a transmissão do vírus da covid-19 e das variantes de atenção. Diante da não obrigatoriedade, até o momento, da apresentação de comprovação de esquema vacinal completo para os viajantes, se faz necessário a adoção de medidas de intensificação da vacinação, a exemplo do ocorrido na Europa, como a antecipação da aplicação da dose de reforço da vacina", reforçou.

Atualmente, há cerca de 3 milhões de doses da Pfizer disponíveis nos 853 municípios. Cada cidade tem autonomia para estabelecer estratégias para o calendário de vacinação, conforme a realidade local.

O Governo do Estado tem orientado os municípios para realizarem a busca ativa dos grupos elencados para a imunização e recomendado a realização de estratégias que extrapolam as salas de vacinas, como a vacinação extramuros em serviços de saúde, escolas, universidades; realização de busca ativa de faltosos pelas equipes de Saúde da Família; extensão do horário de funcionamento das salas de vacina e reforço das estratégias de divulgação para a população do planejamento da vacinação no município.

Vacinação em Minas

Até o momento (20/12), segundo dados do Vacinômetro, Minas Gerais já recebeu 39.720.009 doses de vacinas contra covid-19. Desse total, já foram aplicadas 16.571.825 como D1, 14.576.042 como D2, 494.209 como dose única e 2.282.971 como dose de reforço.

Josianne Gusmão lembra que só com o esquema completo é possível reduzir a transmissão da covid-19 e evitar a forma grave da doença. "É importante destacar para a população que as pessoas que não completaram o esquema vacinal ficam mais vulneráveis à infecção pelo coronavírus, elevando tanto o risco individual quanto o coletivo, uma vez que além de correrem o risco de adoecer também contribuem para a circulação do vírus, pois podem infectar outras pessoas vulneráveis. E tanto a segunda dose quanto a dose de reforço são fundamentais para evitar aumento de casos e garantir proteção coletiva", explica.

URS-Uberlândia promove mostra de supervisão em Saúde Mental

A trabalhadora da ESP-MG, Ana Regina Machado, participou da mostra de trabalhos da supervisão clínico-institucional da RAPS da regional de Uberlândia.

Com objetivo de melhorar o atendimento aos usuários do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e garantir a articulação da rede assistencial, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) publicou, em 2020, a Resolução nº 7168, que garante incentivo financeiro para os municípios contratarem supervisores clínicos-institucionais.

Na área de abrangência da Unidade Regional de Saúde (URS) de Uberlândia há oito municípios que se enquadram nos requisitos da norma, totalizando quinze Caps. Há serviços que estão iniciando a supervisão e outros estão em etapas intermediárias ou mesmo finalizando o projeto que tem a duração de um ano. Para compartilhar as conquistas e dificuldades, a URS-Uberlândia promoveu uma mostra de trabalhos da supervisão clínico-institucional da Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

Arte: Lílian Cunha

A apresentação das vivências ocorreu em dois momentos: microrregião de Patrocínio/Monte Carmelo no dia 9/12 e microrregião de Uberlândia/Araguari no dia 16/12. Houve a participação das equipes e supervisores envolvidos no projeto regional e referências estaduais e municipais em Saúde Mental de várias outras regiões de Minas Gerais.

A diretora de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas da SES-MG, Lírica Salluz Mattos Pereira, participou da abertura e ressaltou que a supervisão clínico-institucional é uma estratégia que a SES-MG efetivou para fortalecer a Raps nos territórios. "O intuito é que toda a rede de saúde discuta e realize as articulações e intervenções necessárias para a qualificação do cuidado na assistência em Saúde Mental, garantindo um melhor atendimento ao usuário", disse.

A diretora ainda complementou sobre a possibilidade de fazer uma mostra estadual promovida pela SES-MG, Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG). "Vamos discutir no grupo técnico a realização de um momento que contempla experiências de todas as regiões", finalizou.

Ana Regina Machado, doutora em saúde coletiva e trabalhadora da ESP-MG, pontuou a parceria entre SES-MG e ESP-MG para a educação permanente em saúde dos profissionais. "A supervisão é um espaço formativo, em que as práticas cotidianas são colocadas em análise, discutidas e novas estratégias são construídas de forma coletiva. O compartilhamento das experiências é uma riqueza em que todos saem ganhando."

A referência técnica regional em Saúde Mental, Maria Lúcia dos Reis, comentou que o projeto de supervisão e intervenção qualificada veio durante a pandemia e os municípios estão tendo a oportunidade de transformar o momento em oportunidade. "Com a supervisão, as equipes estão tomando novo fôlego para reestruturar os serviços que necessitam ser adaptados neste novo contexto."

O município de Monte Alegre de Minas completou um ano de supervisão clínico-institucional na Raps e apresentou os avanços conquistados pela equipe. "Estamos articulando melhor com o Pronto Atendimento e Unidades Básicas de Saúde, buscamos ampliar os atores-intersetoriais envolvidos no processo, ouvimos dos pacientes o que eles querem e priorizamos a humanização do atendimento", destacou a coordenadora municipal do Caps, Maria José Fonseca Parreira.

Após a intervenção clínico-institucional, Monte Alegre de Minas criou o protocolo municipal de fluxo para serviço de urgência e Saúde Mental para melhor otimização da rede. Para Ricardo Dias da Silva, enfermeiro da equipe do Caps de Patrocínio, a supervisão trouxe mudanças em sua vida pessoal e profissional. "Melhorou a cooperação entre a equipe e a abordagem aos pacientes e seus familiares".

Regional de Saúde de Manhuaçu capacita tutores dos municípios para expansão do projeto Saúde em Rede

A expansão do projeto para todo o estado acontece por meio da parceria entre SES e ESP-MG, que contribui com a parte metodológica, apoio e suporte aos profissionais.

Na última quarta-feira (15/12), foi iniciado no auditório da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Manhuaçu, o primeiro encontro formativo de tutores municipais do programa Saúde em Rede. Estiveram presentes profissionais de saúde dos 23 municípios da microrregião de Saúde de Manhuaçu e dos 11 municípios que compõem a microrregião de Carangola.

O programa Saúde em Rede é uma iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS) e Hospital Israelita Albert Einstein e tem como objetivo organizar as redes de atenção à saúde, desde a Atenção Primária à Atenção Hospitalar.

"A SES está trabalhando as novas políticas de Saúde e isso inclui a implantação desse programa que proporciona a reorganização de todos os níveis da assistência, como Atenção Primária, Atenção Especializada e Atenção Hospitalar. Serão oito encontros de formação, aqui na SRS-Manhuaçu, ao longo de 12 meses e esses tutores irão desenvolver o projeto em seus municípios. É importante destacar que o nosso território foi contemplado recentemente com o Valora Minas e a implantação da Rede de Urgência e Emergência", detalhou Juliana Mariano, coordenadora do Núcleo de Atenção à Saúde da SRS-Manhuaçu.

O superintendente regional de Saúde de Manhuaçu, Juliano Estanislau Lacerda, explicou que o Saúde em Rede fortalece a Atenção à Saúde. "É um trabalho de articulação entre a Atenção Primária e a Atenção Especializada e essa capacitação vem para melhorar ainda mais as habilidades profissionais dos técnicos dos municípios, sempre com foco na melhoria do atendimento aos usuários do SUS" finalizou o superintendente.

Já o técnico de enfermagem do município de Divino, Angelino Flávio de Oliveira, selecionado pela gestão municipal para participar da formação, destacou como de extrema importância a iniciativa da SES-MG com a implantação do programa. "Essa reorganização da Saúde é importante, tivemos a oportunidade de conhecer mais detalhes e orientações sobre os principais fundamentos do Saúde em Rede e agora é colocar em prática todas essas orientações", declarou o técnico, que disse estar ansioso para iniciar os trabalhos em seu município.

Saúde em Rede
O Projeto Saúde em Rede tem como objetivo estruturar as Redes de Atenção com a transformação do atual modelo hierárquico - que tem o hospital como centro dos atendimentos - para dar lugar à gestão integrativa, na qual a Atenção Primária é ordenadora dos cuidados em saúde, além de qualificar os processos assistenciais com o intuito de promover uma assistência à saúde ainda mais adequada ao cidadão.

Para isso, o projeto propõe a implementação de processos de Educação Permanente em Saúde (EPS) para ampliar as capacidades das equipes da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) de analisarem seus processos de trabalho e reorganizá-los com foco nas necessidades dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto Saúde em Rede teve início em 2019, em sua etapa piloto, para os 29 municípios da macrorregião Jequitinhonha. A etapa teve a condução da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e do Hospital Israelita Albert Einstein, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (SUS), do Ministério da Saúde.

Regional de Saúde de Juiz de Fora promove a Primeira oficina de implantação do Projeto Saúde em Rede

O projeto acontece por meio de uma parceria entre SES-MG e ESP-MG e tem como objetivo organizar as redes de atenção à saúde.

A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Juiz de Fora, por meio da Coordenação de Atenção à Saúde, realizou nos dias 15 e 16/12 a primeira oficina de implantação do Projeto Saúde em Rede com os tutores municipais da Atenção Primária à Saúde e da Atenção Ambulatorial Especializada dos 37 municípios de sua jurisdição. O objetivo do projeto é organizar as redes de atenção à saúde, desde a Atenção Primária, passando pela Atenção Especializada e Hospitalar, a fim de promover um melhor serviço para a sociedade e gerar mais valor ao cidadão.

O Saúde em Rede é um projeto estratégico do Governo de Minas Gerais, voltado para as equipes de saúde, com o propósito de desenvolver e aperfeiçoar as rotinas de trabalho das Unidades de Saúde. Toda a organização do projeto visa planejar e (re) organizar a Atenção à Saúde sempre com o foco nas necessidades dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Créditos: Adriana Mendes

No âmbito municipal, os gestores de saúde indicam os tutores que serão capacitados para atuar como ativadores de Educação Permanente em Saúde (EPS). Após essa etapa, eles poderão conduzir as Oficinas Tutoriais nos municípios e desenvolver atividades práticas no território, fomentando a discussão e as práticas na equipe e na organização do trabalho na Unidade Regional de Saúde.

As pautas discutidas pela coordenadora de Atenção à Saúde, Leticia Carvalho e das referências técnicas Thais Soranço, Atenção Primária à Saúde e Isis Nani, e-sus APS foram: apresentação do projeto Saúde em Rede, suas estratégias de monitoramento e os espaços de governança; discussão dos conceitos de Educação Permanente em Saúde (EPS) e de Educação Continuada (EC), com destaque para suas semelhanças e suas diferenças; papel do tutor como ativador de EPS; importância do trabalho em equipe e colaborativo no âmbito da rede de atenção à saúde; organização do SUS em redes de atenção à saúde; papel da Atenção Primária à Saúde e da Atenção Ambulatorial Especializada nas redes de atenção à saúde; atividades de dispersão no projeto Saúde em Rede; gestão acadêmica no projeto Saúde em Rede; modelo de Construção Social da APS; diagnóstico da Rede de Atenção à Saúde e planejamento das Oficinas Tutoriais nas Unidades Laboratório.

Letícia Carvalho pontua a relevância do projeto: "É com imenso prazer que demos início a este projeto em nossa região, pois o mesmo será de grande importância para discutir e problematizar os processos de trabalho nas Unidade de Saúde, fortalecer o trabalho em equipe na rede de atenção e melhor atender às necessidades da população" conclui.

Sindicato consegue vitória na Justiça Federal e impede mudança de indexador na Vivest

Por: fnu

Decisão tomada pela oitava Vara da Justiça Federal de Campinas determinou a suspensão de mudança do indexador que reajuste os benefícios pagos pela Vivest, antiga Fundação Cesp. A resolução foi adotada em forma de liminar. A ação foi impetrada pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Energia Elétrica de Campinas, o Sinergia Campinas. Ainda cabe recurso.

No texto encaminhado ao sindicato, o pedido para suspensão na mudança do indexador deve-se ao fato de que existe ilegalidade na aplicação do parágrafo 2º do artigo 4º da Resolução CNPC pois não haveria respeito ao direito acumulado pelo participante e nem ao direito adquirido pelo elegível pois, segundo o texto, é quando o participante cumpre todos os requisitos para obtenção dos benefício.

A medida também desrespeita o assistido, pois aceita a modificação do critério de atualização dos benefícios – ou seja, de parcela dos benefícios – inclusive para os

benefícios já concedidos, de acordo com a descrição da ação.

Apesar da União Federal ter respondido que a reivindicação não tinha procedência, a Justiça Federal adotou outro caminho. A liminar foi concedida.

Em primeiro lugar, porque a Justiça Federal entender que a resolução em que se baseia a mudança do indexador tem imperfeições. “(…)além de ferir o direito adquirido dos que já estão aposentados ou já implementaram as condições para tanto, também contraria disposições da Lei Complementar nº 109/2001 (parágrafo único do artigo 17e parágrafo 1º do artigo 68), além do quê deixa à margem da legalidade o ato jurídico perfeito(…)”, afirma um trecho da decisão.

O texto da decisão também aponta que a Resolução 40 permitiu atitudes incorretas sob o ponto de vista jurídico. “(…)a Resolução nº 40, do Conselho Nacional da Previdência Complementar que deveria, tão somente, regulamentar disposições legais,por óbvio de forma harmonizada, extrapolou seu limite regulador na medida em que prevê a possibilidade de alteração do critério de atualização dos beneficiários do plano de previdência complementar, inclusive dos aposentados e para aqueles que estão na ativa, mas quejá cumpriram os requisitos para tanto, em contraposições aos ditames hierarquicamente superiores que garantema manutenção dos critérios adotados na concessão e põem a salvo o direito adquirido (…)”, descreve o texto.

Diante dos fatos pesquisados e expostos, a Justiça Federal não teve dúvida em conceder a liminar. “(…)Ante o exposto, DEFIROA TUTELA para suspender os efeitos do § 2º do artigo 4º da Resolução CNPC nº 40/2021, a fim de que os critérios (íncides) estabelecidos para os benefícios pagos aos aposentados, bem como para os que já têm o direito a se aposentar, mas ainda estão na ativa, não sejam alterados(…).

A decisão foi publicada na sexta-feira, dia 17 de dezembro.

Fonte: Elias Aredes Junior -Ascom Sinergia-CUT

Sindicato dos Urbanitários da Paraíba destaca importância do pedido de vista do Ministro Vital Filho no processo de privatização da Eletrobras

Por: fnu

O Sindicato dos Urbanitários da Paraíba (Stiupb), por sua diretoria, reconhece a importante decisão tomada na tarde da última quarta-feira, 15, pelo Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho, quando pediu vista sobre o processo de privatização da Eletrobras.

Vital do Rêgo já havia anunciado sua intenção de pedir vista antes mesmo que o relator do processo começasse a expor seu voto.

Após a fala do relator na sessão deste dia 15, Vital do Rêgo voltou a se manifestar e justificou o pedido de vista pela falta de tempo hábil para um exame pormenorizado dos autos do processo.

O ministro disse que a desestatização da Eletrobras demanda “cuidado extraordinário” na análise e apontou preocupações com possíveis impactos da privatização às tarifas de energia para os consumidores.

Para o presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, o pedido é reflexo do entendimento formado pelo Ministro de que esse processo está eivado de vícios, com grave comprometimento dos seus efeitos para a sociedade como um todo, como o aumento de tarifas.

Até mesmo o relator do processo, ministro Aroldo Cedraz, disse que o corpo técnico da instituição “identificou falhas na modelagem econômico-financeira” da operação, de acordo com documento ao qual o Scoop by Mover teve acesso.

“A parcela dessas falhas que já pôde ser quantificada totaliza, em valores absolutos, R$16,2 bilhões, dos quais R$5,6 bilhões já foram reconhecidos pelo Ministério de Minas e Energia, MME, mediante compromisso formal, subscrito por sua secretária-executiva, de se promover as devidas correções”, apontou Cedraz no documento, obtido pelo Scoop com fontes.

“Esse é o momento de agradecermos ao Ministro Vital Filho pela compreensão no que poderá acontecer com a privatização da Eletrobras. Estamos convictos que o capital financeiro está de olho tão somente no lucro e até mesmo na transposição das águas do Rio São Francisco, que poderá deixar de ser gerenciada pelo Governo. Isso acontecendo, a “Transposição” passará a ser administrada pela iniciativa privada, com prejuízos para os mais pobres Estados do Nordeste, penalizando a sociedade que absorverá reajustes tarifários constantes”, disse o presidente do Stiupb.

A redação final do acórdão ficou assim:

“ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão Plenária, em interromper a apreciação por pedido de vista formulado pelo Ministro Vital do Rêgo pelo prazo regimental e autorizar a continuação dos estudos, ficando a eficácia das medidas concretas e assinatura dos contratos de outorga, dependendo da apreciação do mérito do processo na deliberação que o Plenário fará quando do retorno do pedido de vista.”

BGU Researcher Explores How Long is Too Long to Daydream

Pop Sugar — Have you ever had a daydream that felt more real than reality, as vivid as a movie,
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FNU ajuíza ação contra alteração de valores do plano de saúde dos trabalhadores da Eletronorte

Por: fnu

Nesta quinta-feira (16/12), a FNU ajuizou ação civil coletiva contra a Eletronorte pela alteração da tabela de valores do plano de saúde dos trabalhadores da Eletrobras-Eletronorte. Os 11 sindicatos do SINDINORTE (STIUAC, STIUAM, STIUAP, STIUDF, STIUMA, STIUMT, STIUPA, STIURR, SINDUR, STEET E SINDILUZ) estão representados pelas Federações FNU e FURCEN na ação.

A procuração foi assinada pelo presidente da federação, Pedro Blois, para os escritórios de advocacia Jarbas Vasconcelos, Ulisses Borges  e De Nengri Lindoso, responsáveis pela elaboração e acompanhamento da ação.

O aumento no valor recolhido pelos trabalhadores mensalmente ao plano de saúde causa um impacto financeiro muito grande e a empresa deveria ter agido com transparência nos dados, antes da aplicação dos reajustes.

As entidades sindicais, sem obter sucesso no diálogo com a empresa, não teve outra alternativa a não entrar com ação judicial.

Cemig: assembleias para apreciar a proposta do TRT a partir da sexta

Por: fnu

A diretoria coletiva do Sindieletro se reuniu na quarta-feira (15) e definiu pela realização de assembleias em todo o Estado a partir da sexta-feira (17), até a quarta-feira (22). Vamos debater e votar a proposta do Tribunal Regional do Trabalho. Decidiremos conjuntamente o caminho a seguir.

Começamos a greve dialogando com toda categoria e vamos decidir os rumos da nossa Campanha continuando o diálogo com os trabalhadores e trabalhadoras.

Não dá para subordinarmos à imposição do calendário da gestão autoritária da Cemig. Aguarde o nosso calendário, com as datas, locais e horários das assembleias.

PLC 008/21 – Regionalização do Saneamento foi aprovado com a inclusão das emendas propostas pelo Sindicato dos Urbanitários

Por: fnu

O projeto de Lei 008/21 que trata da Regionalização do Saneamento através de 4 microrregionais foi aprovado nesta quarta, 15/12, na Assembleia Legislativa, em sessão presidida pelo deputado Othelino Neto, presidente da ALEMA.

Em virtude da pandemia, a Casa não permite espectadores no Plenário e galeria. Mesmo assim, o Sindicato garantiu a entrada de uma Comissão que acompanhou a votação de perto, formada pelos dirigentes Fernando Pereira, Vâner Almeida, Rodolfo César e Nivaldo Araújo mais a representante do STIU-MA no Comitê Estadual que elaborou a proposta original de Regionalização, Suely Gonçalves.

A VOTAÇÃO – O deputado Rafael Leitoa, relator do projeto e presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALEMA fez a leitura de seu parecer, destacando a importância da matéria, de todo o processo de escutas promovido pelas audiências públicas e da participação permanente do Sindicato, autor das emendas que originaram os substitutivos que ele afirmou ter incluído no texto do projeto que ia a votação.

O deputado, inclusive, fez menção clara às questões levantadas pelo STIU-MA em todas as audiências públicas. Lembrou que o objetivo maior é universalidade e qualidade dos serviços, mas que é necessário reconhecer a importância dos serviços públicos e dos trabalhadores do saneamento, que são a memória técnica viva do setor. Também defendeu que o Estado precisa ter um órgão gestor da política de saneamento.

Após a defesa de Rafael Leitoa, os membros da Comissão de Meio Ambiente se manifestaram acompanhando o relator e a discussão foi aberta ao plenário. Os deputados que fizeram uso da palavra, por unanimidade, destacaram a importância da matéria, a realização de audiências públicas como instrumento fundamental de participação popular e ressaltaram a comprometida condução do processo por parte do presidente da Comissão de Meio Ambiente.

Por fim, o presidente da Mesa procedeu a votaçao, que foi muito tranquila, garantindo aprovação sem destaque, por unanimidade.

Dessa forma, o Projeto de Regionalização do Saneamento foi aprovado com algumas das emendas propostas pelo STIU-MA, que tinham dois focos principais: a alteração do inciso VII do artigo 8º do PLC, com supressão do trecho ”licitar ou contratar a prestação de serviço…” e a alteração no caput do artigo 15, que trata da possibilidade do Estado designar as autarquias microrregionais como local de trabalho de servidores estaduais. O STIU-MA defendeu a inclusão textual de ”empregados públicos estaduais e municipais”, de forma a defender os empregos dos trabalhadores do setor de saneamento, da Caema e dos SAAE,s.

Fernando Pereira destaca que a aprovação do PLC com as emendas do STIU-MA foi um passo importante, mas muitas batalhas virão na defesa do saneamento público e de nossos empregos. ‘‘2022 será um ano de muitos desafios com a implantação das autarquias microrregionais e com a remodelagem do Saneamento. Tem muita luta pela frente. Será necessário união, disposição e muita vigilância nos desdobramentos’’, prevê Fernando.

Suely Gonçalves, nossa representante no Comitê Estadual, ressaltou que as audiências públicas foram fundamentais para que as emendas defendidas pelo STIU-MA fossem incorporadas pelo relator e para promover uma discussão mais ampla sobre a política estadual de saneamento e sua gestão.

Mais uma etapa vencida, o Sindicato quer parabenizar todos os trabalhadores e trabalhadoras que acompanharam o processo, participaram das audiências públicas e estiveram firme na luta com o STIU-MA.

Fonte: Ascom Stiuma

Toda luta em defesa da Eletrobras pública vale a pena

Por: fnu

Vamos terminar 2021 com a certeza de que resistimos de mãos dadas aos ataques do governo e que a nossa luta em 2022 vai seguir firme até a derrota dessa política entreguista.

Os trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Eletrobras são o reflexo da determinação, da unidade e mobilização. O ano de 2021 foi tomado de desafios para os eletricitários e eletricitárias e mesmo diante de toda pressão do governo, da direção da empresa, do mercado e da mídia, atravessamos esses 12 meses com muita garra e coragem.

Tudo isso para garantir, mais do que os nossos empregos, a soberania nacional, a segurança energética e a possibilidade de um futuro para a população brasileira, que tem sofrido com tantos ataques em seu direito de viver.

Hoje, dia 15 de dezembro, por mais incompreensível que seja, saímos vitoriosos dessa sessão extraordinária do Tribunal de Contas da União (TCU). O governo, a direção da Eletrobras e MME têm se desdobrado para fazer avançar a privatização da estatal. O objetivo deles era garantir ainda neste ano um acórdão do TCU, o que não aconteceu.

Além disso, o próprio Tribunal sinalizou que várias alterações precisam ser feitas e estudos devem ser apresentados para uma possível aprovação da matéria. O Coletivo Nacional dos Eletricitários vai continuar mobilizado nos estados e no Distrito Federal articulando com parlamentares, entidades e também com ministros do TCU para alertar sobre os impactos permanentes que a privatização da Eletrobras pode trazer para o Brasil e para todos os brasileiros e brasileiras.

Nesse sentido, o CNE parabeniza a cada trabalhador e trabalhadora que atendeu prontamente todas as convocações das entidades sindicais para assembleias, mobilizações e tuitaços. A nossa luta em 2020 segue ainda mais forte e mais decisiva, mas é certo que estaremos de cabeça erguida, lado a lado, superando cada obstáculo até que a Eletrobras e todas as suas subsidiárias estejam fora do Plano Nacional de Desestatização.

No próximo dia 22, quarta-feira, nosso encontro será nas redes, dessa vez em uma live de avaliação do processo de privatização da Eletrobras e as perspectivas para o próximo ano. Contamos com a participação de todos!

Juntos somos mais fortes, juntos somos Eletrobras pública.

Fonte: Roberta Quintino – Jornalista da Campanha Salve a Energia

A narrativa do Governo Bolsonaro para privatizar a Eletrobras x a realidade dos fatos!

Por: fnu

Nesta semana que o TCU se prepara para a primeira discussão do colegiado sobre a privatização espúria da Eletrobras, os eletricitários trazem “luz” à uma discussão pautada pelo “apagão proposital de informações”.
Já provamos nos últimos meses que os ministros Guedes e Bento ludibriaram as Casas Legislativas apresentando estudos com valores de tarifas, para provar uma pretensa neutralidade da operação, seguida, pouco mais tarde, por um aumento estrutural das tarifas cenarizadas pelo CNPE.

Clique no link abaixo e leia o boletim do CNE

CNE 14-12-2021 (1)

Leilão de saneamento em Alagoas: Consórcios da Allonda e da Cymi vencem as disputas

Por: fnu

O leilão de saneamento de dois blocos do Estado de Alagoas nesta segunda-feira (13/12) envolveu 61 municípios divididos em duas unidades regionais. O critério de escolha dos vencedores do leilão foi a oferta de maior outorga pela concessão.

💰 O bloco B recebeu propostas de três consórcios, incluindo da Aegea, que acabou perdendo a disputa. Com um ágio de 37.550%, o Consórcio Alagoas, formado por Allonda Ambiental Saneamento e Conasa Infraestrutura, levou o ativo por R$ 1,215 bilhão.

💰 O bloco C/8 também recebeu três propostas e ficou com o Consórcio Mundau, formado por CYMI Saneamento e Participações e Aviva Ambiental, pelo valor de R$ 430 milhões, um ágio de 1.227%.

O primeiro lote (bloco A), da região metropolitana de Maceió, foi solicitado no mês de setembro do ano passado e arrematado pela BRK Ambiental.

Leia mais, em:
https://www.istoedinheiro.com.br/leilao-de-blocos-de-saneamento-de-alagoas-arrecada-r-16-bi-em-outorgas/

New BGU Study: Oxygen When Sleeping Eases Depression

The Times of Israel — Breathing high rates of oxygen while sleeping can significantly reduce depression, a preliminary Israeli study has
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Secretaria de Saúde intensifica campanha para reforço da vacinação contra covid-19

Secretário Fábio Baccheretti alerta para a importância do esquema vacinal completo para prevenir o avanço da nova variante ômicron.

Em coletiva de imprensa realizada na Cidade Administrativa nesta segunda-feira, 13/12, o secretário de Estado de Saúde anunciou que o governo de Minas Gerais vai lançar nos próximos dias uma campanha para que a população complete e reforce o esquema vacinal contra a covid-19. O objetivo é prevenir casos da variante ômicron (B.1.1.529) em Minas Gerais.

A cepa já teve 12 casos confirmados no Brasil, nenhum em Minas Gerais. De acordo com estudos preliminares, a ômicron possui maior infectividade, e a eficácia da vacina é maior em quem estiver imunizado com a dose de reforço – atualmente administrada em Minas Gerais a quem completou o esquema vacinal com duas doses há pelo menos cinco meses.
Baccheretti informou que há quatro casos suspeitos da variante no estado. São dois homens e duas mulheres que chegaram recentemente da África, sendo que duas vieram da África do Sul, uma de Gana e outra de Moçambique.

Os quatro testaram positivo para covid-19 e, seguindo os protocolos sanitários, foram coletadas amostras para sequenciamento genético e identificação da cepa. Os materiais coletados estão sendo processados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) e a previsão é que seja possível identificar a variante, em até sete dias. Os casos já foram comunicados ao Ministério da Saúde e os pacientes estão em isolamento domiciliar.

Crédito: Fábio Marchetto

"Diante da nova variante ômicron, que ainda não está em nosso estado, mas vai chegar em algum momento, estudos prévios parciais demonstram que a dose de reforço dá uma capacidade imunológica muito maior às pessoas", afirma o secretário, destacando que a imunização completa reduz também a chance de internação hospitalar.

Baccheretti conclamou a população que ainda não tomou as duas doses da vacina a procurar a unidade básica de saúde e se imunizar. "Temos vacinas disponíveis em Minas Gerais, distribuídas para todos os municípios, e nós temos mais doses, caso algum município precise. Agora precisamos fazer essa grande campanha antes que a ômicron chegue em nosso estado com força, o que deve acontecer no país como um todo", alertou.

O secretário pontuou o avanço da cobertura vacinal em Minas, que conta com mais de 33 milhões de doses aplicadas, imunizando 91,25% da população de 12 anos ou mais com ao menos uma dose, e 81,31% desse público alvo com a segunda dose ou dose única. Os índices da segunda dose registraram uma aceleração significativa graças à estratégia de redução do intervalo para 21 dias. A partir da avaliação dos impactos da ômicron, Minas Gerais também estuda reduzir o intervalo para a dose de reforço de cinco para quatro meses.

Outra importante estratégia que poderá ser adotada nas próximas semanas é a imunização de crianças de 5 a 11 anos de idade. Baccheretti destacou que a decisão depende da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que deve emitir um parecer no sábado (18/12) com a autorização da aplicação da vacina contra a covid-19 para esta faixa etária.

Situação
O secretário de Saúde destacou que, atualmente, a pandemia em Minas Gerais está controlada, com baixos índices de circulação do vírus, que fizeram o estado completar três meses com todas as macrorregiões na Onda Verde, do plano Minas Consciente. Há também queda consistente nos números de casos e óbitos por covid-19. Na última semana, o estado registrou o menor número de internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) desde abril do ano passado.

Além disso, na avaliação por cidades, 633 dos 853 municípios mineiros não registraram óbitos por covid-19 no último mês, e 702 não tiveram mortes pela doença nos últimos 15 dias. São 572 os municípios com até 50 casos por 100.00 habitantes e 479 cidades tiveram até 30 casos por 100 mil habitantes.

"Hoje a pandemia está controlada no estado. Nós temos uma transmissão baixa, em níveis pré-abril do ano passado. Nós temos um controle com a variante delta, a mesma variante que está causando a quarta onda na Europa, mas da mesma forma a Europa estava com a pandemia controlada em setembro", analisa Fábio Baccheretti. Ele aponta a necessidade de aprender com o exemplo do continente para evitar que a situação saia do controle.

"Na Europa poucos países fizeram o reforço da sua população geral. Nós já iniciamos esse reforço, e já temos doses suficientes para reforçar todos que já têm cinco meses da segunda dose. Quem não tomou seu reforço, que o tome de forma imediata, para que quando chegar o período sazonal, de fevereiro para março, a gente não tenha essa capacidade de replicação do vírus como temos lá hoje", adverte.

Governo toca privatização da Eletrobras a qualquer custo e pressiona TCU por aprovação

Por: fnu

A privatização da Eletrobras pela MP 1031/21, protagonizou um capítulo escandaloso no Congresso Nacional. Sem requisitos de urgência, em sessões tele presenciais, no auge da pandemia, em rito sumário, sem audiências
públicas, sem comissão mista e com diversos jabutis para atender a interesses específicos, a duras penas a MP foi aprovada e convertida na Lei 14.182/21.

Clique no link abaixo e leia o Boletim do CNE.

CNE 13-12-2021

Projeto da SES-MG é premiado pelo Ministério da Saúde

Iniciativa da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência foi finalista do prêmio Viver sem Limite.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) foi premiada pelo Ministério da Saúde por um projeto que organiza o atendimento de reabilitação a pacientes que tiveram sequelas após a infecção por covid-19, e os enquadra na condição temporária de pessoa com deficiência. A honraria foi concedida à Coordenação de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência (CASPD) da SES-MG, na 1ª edição do prêmio Viver sem Limite, realizada nessa quarta-feira (8/12), em Brasília.

Em cerimônia que contou com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foram reconhecidas cinco iniciativas desenvolvidas no país por profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS), de equipes que compõem a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD). Foram agraciadas experiências que apresentaram melhorias do acesso à população e organização do cuidado à saúde da pessoa com deficiência, como o projeto "Reabilitação Pós-Covid" da CASPD, que permitiu ao estado articular com Unidades Regionais de Saúde (URS), municípios e universidades uma política de cuidados a pacientes que tiveram sequelas clínicas e funcionais após se recuperarem da infecção por covid-19.

A iniciativa da SES-MG organizou projetos como pranchas de comunicação alternativa a pacientes com dificuldade de se expressarem como consequência do SARS-CoV-2, bem como a ação estratégica Cuida de Minas, além de outros projetos informativos sobre identificação de sintomas pós-covid e cuidados no acolhimento a esses pacientes.

Créditos: Walterson Rosa

Para o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, o prêmio do Ministério da Saúde consagra um esforço integrado dos diversos setores da secretaria no combate à pandemia de covid-19. "É o reconhecimento ao bom trabalho desenvolvido por todos os trabalhadores da Secretaria, em especial à equipe da Coordenação de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência (CASPD), que começou ainda no auge da pandemia", comentou o secretário.

Além de ajudar a promover a integralidade dos cuidados aos pacientes recuperados da covid-19 nos 853 municípios mineiros por meio das Redes de Atenção à Saúde, o projeto "Reabilitação Pós-Covid" também envolve a contribuição com a comunidade científica. "O prêmio possibilita a expansão do conhecimento sobre a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência na saúde pública de Minas Gerais, pois abre uma possibilidade de levar a mais pessoas a importância do tema, tanto para a população em geral, quanto para profissionais e gestores de saúde", destaca Renata Cardoso Pereira Vaz, coordenadora do CASPD, que recebeu, juntamente com a equipe da SES-MG, o prêmio das mãos do secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (SNDPD/MMFDH), Cláudio Panoeiro.

Referência técnica da área na CASPD, Roberta Nunes Mourão da Cunha Pereira destaca as parcerias com Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Uberlândia (UFU), conselhos de classes profissionais (CREFONO-6 e CREFITO-4), a Escola de Saúde Pública do estado de Minas Gerais (ESP-MG), profissionais da assistência e da gestão dos municípios, via Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG). "Essas parcerias nos permitiram desempenhar um trabalho técnico diante de um contexto de descobertas", analisa Roberta.

>Conheça mais sobre o projeto Reabilitação pós-covid, clicando aqui.

Projetos mineiros
O Ministério da Saúde recebeu a inscrição de 93 projetos para o prêmio Viver Sem Limite, dos quais 33 são de Minas Gerais. Ao todo 12 projetos chegaram à segunda etapa e cinco foram premiados, entre eles três de Minas Gerais. Além da iniciativa da CASPD, estão entre os premiados "Intervenção precoce nas pessoas com deficiência em Contagem", do Centro Especializado em Reabilitação (CER) IV Contagem, gerido pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Belo Horizonte (Apae-BH), e "A Rede da Saúde Auditiva na Zona da Mata de Minas Gerais", do Hospital Evandro Ribeiro, em Juiz de Fora, na Zona da Mata.

Os demais foram "Transformando vidas", do Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi, de Macaíba, no Rio Grande do Norte, e "Atenção Multiprofissional Qualificada e Humanizada à Pessoa com Deficiência" do CER IV, da Fundação Altino Ventura, em Recife, no Pernambuco.

Outros cinco projetos mineiros também figuraram entre os 12 pré-selecionados: "Cinoterapia" (CER II – Apae de Sete Lagoas), "Reabilitação Pós-Covid: Desafios e Superações" (CER Diamantina - Irmandade Nossa Senhora da Saúde), "Possibilidades e Efetividade do Atendimento Domiciliar na Perspectiva de uma Equipe Multidisciplinar na Atenção Secundária" (CER II - Apae de São Lourenço), "Avanços e Organização na Rede de Cuidados à Pessoa Ostomizada" (CER III – Apae de Janaúba) e "Construção Coletiva da Regulação" (Secretaria Municipal de Nova Lima).

Walterson Rosa

Plano Viver sem Limite

Os premiados foram selecionados por meio de um edital de Boas Práticas no SUS, lançado em setembro pelo Departamento de Atenção Especializada e Temática (Daet) da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (DAET/SAES) do Ministério, para comemorar os 10 anos do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite. O programa foi criado em 17 de novembro de 2011, com o intuito de garantir acesso, inclusão, acessibilidade, saúde e cuidados às pessoas com deficiência, com ações estratégicas para identificação precoce da deficiência, diagnóstico, tratamento e reabilitação.

Na cerimônia, o ministro Marcelo Queiroga celebrou uma década do plano e os benefícios à população, em alusão às iniciativas premiadas. "Isso que nós vimos hoje é o SUS do dia a dia, nada que venha fora desse escopo trará políticas sustentáveis. O SUS é uma ferramenta fundamental para que esses direitos sejam implementados".

Ainda segundo Queiroga, essas iniciativas são responsáveis por resgatarem princípios da vida dos pacientes. "Todos os centros especializados de reabilitação têm o mesmo propósito, que é conferir dignidade para aqueles que buscam essas instituições. O Estado brasileiro consagrou a dignidade da pessoa humana como o princípio básico da democracia. O direito à vida e o direito à liberdade são indissociáveis. Isso é viver sem limite", complementa.

Comunicado sobre a necessidade de Ação Individual para quem faz parte do grupo de risco da Deso

Por: fnu

A DESO fechou as portas de diálogo com o Sindicato em relação à compensação dos dias não trabalhados entre 18/03/2020 a 21/09/2021 dos empregados do grupo de risco, não deixando outra via senão voltar à Justiça para efetivar o acordo judicial firmado pela empresa com o Ministério Público do Trabalho (MPT) da 20ª Região. Como a situação demanda análise individualizada, o SINDISAN convoca os empregados prejudicados a buscarem o atendimento pela sua assessoria jurídica para adoção das providências jurídicas cabíveis.

Recordando o caso

O SINDISAN ajuizou ação para assegurar aos empregados da DESO integrantes do grupo de risco, que não fossem obrigados a compensar, no retorno ao trabalho, o tempo que ficaram em casa em razão das medidas de proteção contra o Covid-19, vez que a DESO não lhes ofereceu a opção de teletrabalho. Ocorre que o Ministério Público do Trabalho ajuizou ação semelhante e fez acordo com a empresa, tendo o TRT da 20ª Região se recusado a julgar o pedido do sindicato, por entender que estaria abrangido pelo que o acordo firmado na ação do MPT. Com o impasse, a questão precisa retornar à justiça, para que seja respeitado o acordo ali firmado.

Eis a decisão: “Considerando o que restou acordado entre o Ministério Público e a reclamada no item dois do acordo transcrito, o que se observa é que o presente processo perdeu o objeto”; e “diante do item dois do acordo, em que a ora recorrente se compromete a se abster de adotar medidas compensatórias a empregados que pertencem ao grupo de risco, enquanto persistirem os motivos para seu afastamento, para fins de prevenção e de enfrentamento à pandemia causada pela COVID-19, entendo que deixou de haver interesse do sindicato autor na decretação de nulidade da RDE 35, bem como na declaração de impossibilidade de compensação dos dias não trabalhados no período de 18/03/2020 a 21/09/2020. Isso porque o acordo homologado naquela ação civil pública, em especial o item 2, contém o pedido formulado nos presentes autos, relativo à impossibilidade de compensação dos dias não trabalhados”.

Plantão jurídico

O plantão jurídico no sindicato acontece todas as terças à tarde, das 14h às 17h, exceto no período de 20/12/2021 a 20/01/2022, em razão do recesso judiciário e das férias dos advogados, nos termos do art. 220, do CPC.

Fonte: Ascom SINDISAN

Pompeii’s Ruins to Be Reconstructed by Robot

Scientific American–Imagine you have a jigsaw puzzle with 10,000 pieces but no picture on a box. In fact, you don’t
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ESP-MG iniciou curso de atualização para técnicos em enfermagem com foco nas doenças crônicas não transmissíveis

As aulas começaram em 16 de novembro e a previsão é que o primeiro módulo do curso seja concluído em 15 de dezembro.

Conforme dados de 2020, do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), o contexto epidemiológico do estado de Minas Gerais apresenta as doenças crônicas não transmissíveis como a principal causa de mortalidade e como a segunda razão de internações hospitalares. Considerando essa realidade, a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), por meio da Coordenação de Promoção Cuidado e Vigilância em Saúde (CPCVS) desenvolveu o curso de Atualização Pós-Técnica em Enfermagem em Doenças Crônicas não Transmissíveis, que iniciou sua primeira turma no dia 16 de novembro deste ano.

O objetivo dessa formação é qualificar técnicas/os de enfermagem para compreensão e atuação no cuidado às doenças crônicas não transmissíveis, considerando a assistência humanística e ética e a integralidade da saúde. O curso tem carga horária de 180 horas e as aulas acontecem de forma remota.

Entre os conteúdos abordados pelos docentes estão as políticas públicas de saúde, o papel do técnico de enfermagem no SUS, o processo de trabalho de enfermagem em doenças crônicas não transmissíveis e outros temas relevantes para a formação profissional.

De acordo com o Analista em Educação e Pesquisa em Saúde da ESP-MG, enfermeiro e Coordenador técnico do curso, João André Tavares, essa atualização é destinada aos técnicos de enfermagem e segue as diretrizes do Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade de Rede de Saúde (QualiSUS-Rede) do Ministério da Saúde, tendo como referência as especializações técnicas de nível médio em enfermagem. O foco nas doenças crônicas está relacionado às quatro áreas prioritárias do Ministério de Saúde para a atenção à saúde: doenças crônicas, saúde materna neonatal e lactente, urgência e emergência, atenção psicossocial.

João Tavares também ressalta que há uma demanda constante por qualificação dos profissionais técnicos de nível médio atuantes no SUS, com destaque para os profissionais de nível médio da enfermagem, que representam mais de 70% da categoria. Por outro lado, apesar da necessidade deste tipo de capacitação, há ainda uma oferta reduzida para este público e quando ocorre, nem sempre atende às necessidades dos trabalhadores, que muitas vezes têm uma alta carga de trabalho. "Assim, sempre que oportuno é importante ofertar e incentivar a participação em qualificações profissionais", enfatizou o coordenador.

Expectativas e aprendizados
O desejo de se preparar melhor e aprender cada dia mais, foi o que motivou a técnica em enfermagem Marília de Mello Falcão, aluna do curso, a procurar a capacitação. Marília conta que sua história com a saúde vem de muito tempo. Ela foi criada por uma tia, auxiliar de enfermagem, que atuou no Hospital das Clínicas da UFMG por 34 anos, local onde Marília frequentava muito, especialmente em suas férias escolares, e onde nasceu a vontade de cuidar de outras pessoas. Já adulta, embora Marília tivesse iniciado um curso de Letras na UFMG, a vontade de atuar na área de saúde foi mais forte e acabou optando por fazer um curso de auxiliar de enfermagem e posteriormente fez a complementação para técnica.

Moradora de Belo Horizonte, atualmente ela trabalha no Centro de Saúde Marco Antônio de Menezes, na regional Leste. A técnica em enfermagem conta que com a crescente mudança no cenário da saúde, percebeu que é necessário ampliar seus conhecimentos. "Não basta sermos somente aplicadores de técnicas nos diferentes processos dentro da unidade. Venho percebendo a necessidade de me abrir a processos de aprendizagem, acompanhar as mudanças, criar consciência e repassar o aprendizado aos colegas e à comunidade atendida", explicou. Marília Falcão também salienta que as expectativas em relação ao curso estão sendo superadas, "porque está me oferecendo novas reflexões e fortalecendo minha postura diante da minha importância enquanto profissional. Acredito que esse curso de atualização é só o começo. Quero deixar claro aqui o quanto a gente tem percebido, durante o curso, o cuidado, o carinho, o comprometimento de todos os envolvidos em trazer pra nós todas essas reflexões", completou.

Outra aluna que também buscava ampliar seus conhecimentos na temática é a técnica de enfermagem, Zenaide de Almeida Santana, moradora do município de São Romão, na região norte de Minas. Ela é técnica de enfermagem há cerca de 5 anos e já atuou na atenção primária e agora trabalha no hospital municipal da cidade. De acordo com ela, o hospital é de baixa complexidade e os técnicos de enfermagem desenvolvem diversas funções. Zenaide Santana se interessou pelo curso porque percebeu que trata-se de um assunto essencial para sua área de atuação e também pelo fato dela mesma fazer parte do grupo de pessoas com doenças crônicas, por ser hipertensa e querer compreender melhor. "Espero ter acesso há muito mais conhecimentos até o final do curso e tenho certeza que essa capacitação irá contribuir bastante com minha atuação profissional, finalizou.

Sobre o curso
O curso tem carga horária de 180 (cento e oitenta) horas, em formato remoto, on-line, por meio de plataforma de videoconferência e terá duração de 6 (seis) meses, aproximadamente. Esta primeira turma conta com 30 alunos de várias regiões do estado, como a região Central, Norte e Nordeste.

A expectativa é que o aluno, ao concluir o curso, possa trabalhar em uma equipe multiprofissional e seja capaz de atuar com competência para uma prática em saúde em consonância aos princípios do SUS, no atendimento às pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, compreendendo, contribuindo e aprimorando o processo de trabalho nos diversos níveis de atenção à saúde.

O curso é composto por três módulos: o Módulo Integrador, Módulo Específico e o Módulo Operativo. O primeiro módulo terá uma carga horária de 45 horas e irá abordar a organização do SUS e a gestão de atenção à saúde e a previsão que seja concluído no dia 15 de dezembro de 2021 e neste módulo todos os docentes são trabalhadores da Escola.

O segundo, será estruturado por duas unidades de estudo e carga horária de 105 horas, contemplando a Promoção da saúde e Organização da rede de atenção à pessoa com Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e o Cuidado integral às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). Já o último módulo será mais prático, com um portfólio reflexivo e terá carga horária de 30horas.

What Causes ADHD? New BGU Study May Have Found Out

The Jerusalem Post–BGU scientists have cracked code to better understand the genetic causes of attention deficit hyperactivity disorder (ADHD). ADHD
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Vacinômetro aponta que 90% dos mineiros com 12 anos ou mais já tomaram a primeira dose da vacina contra covid

Secretaria de Saúde reforça pedido para população completar esquema de imunização.

A cobertura vacinal com a primeira dose contra o coronavírus para população mineira que tem 12 anos ou mais atingiu o percentual de 90%. Para aplicação única ou em segunda etapa, o índice já ultrapassou 78%.

Os dados, disponíveis no painel vacinômetro, foram apresentados pelo Comitê Extraordinário Covid-19, grupo de trabalho e acompanhamento da pandemia no estado.

Apesar do avanço da imunização, uma parcela de pessoas ainda não completou o esquema, conforme destacou o secretário-adjunto de Saúde de Minas Gerais, André dos Anjos.

"Mais de 2,5 milhões de pessoas não completaram a vacinação contra a covid no estado. Esse quantitativo pode representar tanto as pessoas que estão com a segunda dose em atraso quanto às doses aplicadas que ainda não foram incluídas no sistema oficial por parte dos municípios. De qualquer maneira, nosso apelo é para que todos procurem um posto para fechar o ciclo de imunização. Só assim vamos diminuir, ainda mais, a circulação do vírus e consequentemente as internações e mortes, alertou."

Outros números da covid em MG

A aceleração da campanha de vacinação segue mostrando uma contínua melhora nos indicadores. A incidência da doença nos últimos 14 dias registrou queda de 44% e manutenção do patamar médio de 25 casos para cem mil habitantes. A título de comparação, na onda roxa, em março deste ano, quando houve uma piora da pandemia, esse número chegou a mais de 370 casos para cem mil habitantes.

Em quatro semanas, os pedidos de internações reduziram 22% em Minas. A ocupação de leitos UTI Sus exclusivos covid está na casa de 18%; enfermaria em 5% (pacientes com coronavírus).

Manutenção da onda verde

Diante do controle da situação epidemiológica, o Comitê Extraordinário Covid-19 manteve todas as 14 macrorregiões de saúde mineiras na onda verde do plano Minas Consciente.

Mas o secretário-adjunto de saúde, André dos Anjos, lembra que é preciso manter todos os cuidados já conhecidos da população para evitar novos surtos no estado.

"Máscara continua sendo acessório indispensável de proteção. Cuidados de higiene, como o uso recorrente de álcool em gel e limpeza das mãos com água e sabão seguem como grandes aliados no combate ao vírus", enfatizou.

ESP-MG promove Webinário e encerra Qualificação voltada para trabalhadores do Sistema Prisional

No Webinário, que integra as atividades do curso de qualificação, os convidados debateram sobre o Direito à Saúde, as alternativas e responsabilidades.

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) realizou nesta quinta-feira, dia 02/12, às 14h, o Webinário "O Direito à Saúde: Alternativas e Responsabilidades". Este encontro buscou apresentar as alternativas penais e também discutir as responsabilidades no que se refere à oferta dos serviços de saúde.

O Webinário também marcou o encerramento da terceira turma do curso de Qualificação em Saúde para Trabalhadores do Sistema Prisional-MG, que atuam em unidades prisionais que, além da custódia, realizam atendimento médico-hospitalar. A articulação e organização do curso é fruto de uma parceria entre ESP-MG e Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP/MG).

A Coordenadora de Educação e Trabalho em Saúde da ESP-MG e também coordenadora da Qualificação, Anísia Chaves, abriu os trabalhos, dando as boas vindas e reforçou a importância do Encontro e da temática para a saúde pública. Ela também destacou a conclusão da terceira turma da Qualificação, voltada para os trabalhadores do sistema prisional.

Conforme Anísia Chaves, o curso procurou formar profissionais críticos, que sejam capazes de contribuir com a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir de uma perspectiva intersetorial. Já a Diretora de atenção à saúde do Servidor, da SEJUSP, Vilene Magalhães, enfatizou os esforços e a parceria entre ESP e SEJUSP para a construção e a viabilidade do curso, mesmo com as dificuldades apresentadas no contexto da pandemia da Covid-19.

Debates
Participaram do Webinário: a Supervisora clínica no Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário Portador de Sofrimento Mental (PAI-PJ/TJMG) e na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS/ PBH), Fernanda Otoni Brisset; o Advogado; Mestre em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência e Coordenador Estadual do Programa Fazendo Justiça, Lucas Pereira de Miranda e a Supervisora de Proteção Social do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC)/ Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Nara de Araújo. A conversa foi mediada por Crisane Costa Rossetti, Doutora em Psicologia.

As apresentações iniciaram com Fernanda Otoni Brisset, Supervisora clínica no PAI-PJ/TJMG. Ela falou sobre sua experiência no PAI-PJ, programa que realiza acompanhamento do portador de sofrimento mental que cometeu algum crime. Ela explicou que o Programa busca subverter a lógica de segregação, por uma que busque um tratamento em liberdade.

O Advogado e Coordenador Estadual do Programa Fazendo Justiça, Lucas Pereira de Miranda, apresentou um panorama sobre o sistema prisional brasileiro, em comparação com outros países e falou sobre o direito à saúde no sistema prisional. De acordo com os dados apresentados por Lucas Miranda, atualmente o Brasil possui a 3ª maior população prisional do mundo e a 2ª taxa mais elevada de encarceramento do mundo.

As exposições foram finalizadas por Nara de Araújo, Supervisora de Proteção Social do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC)/ Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela ressaltou que não há como pensar em saúde, sem considerar a cidadania e o contexto de vida das pessoas.

Segundo ela, o programa de proteção social busca lançar um olhar psicossocial para as condições de vida do indivíduo. Nara de Araújo ainda comentou que o perfil predominante das pessoas que passam e estão no sistema prisional é predominantemente composto por pessoas pobres, negras e com baixa escolaridade, o que é um reflexo de um contexto em que as políticas públicas nem sempre são acessíveis a todas as pessoas.

Em seguida, o debate foi aberto para as perguntas dos alunos do curso e participantes do Webinário.

>Para assistir ao Webinário na íntegra, acesse ao Canal da Escola no Youtube: youtube.com/escolasaudepublicamg

O Curso
O curso de Qualificação em Saúde para os trabalhadores do Sistema Prisional MG é uma parceria da ESP-MG com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP/MG). A formação está em sua terceira turma e, devido à pandemia, teve de ser interrompida em 2020, retomando de forma remota, em 2021.

O curso preparou os trabalhadores da SEJUSP-MG para reconhecerem o território de saúde prisional como espaço de promoção e proteção à Saúde para pessoas privadas de liberdade e para a saúde dos trabalhadores, que compartilham com esta população o mesmo ambiente.

ESP-MG encerra série de Webinários que abordou leitos de saúde mental em hospitais gerais

Este Webinário foi o último de uma série composta por três encontros.

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), realizou nesta quarta-feira, dia 01/12, às 15h, o Webinário "Atenção em leitos de saúde mental em hospitais gerais: compartilhando experiências das RAPS." Este Webinário foi o terceiro e último de uma série, composta por três encontros, que tiveram como tema geral "Leitos de saúde mental em hospitais gerais: quais possibilidades de atenção nas Redes de Atenção Psicossocial (RAPS)?".
O objetivo desses Webinários foi abordar a atenção em leitos de saúde mental em hospitais gerais, buscando identificar suas contribuições para o cuidado às pessoas com sofrimento mental grave ou com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, a partir das proposições das redes de atenção psicossocial.

>As transmissões foram realizadas via canal do youtube da Escola. Para ter acesso a este e aos demais Webinários, clique aqui e acesse a playlist da série.

Participaram deste Webinário, o Enfermeiro, mestre em Bioética, Referência Técnica em Saúde Mental da Superintendência Regional de Saúde de Pouso Alegre (SES -MG) e professor da UNA Pouso Alegre, Wellinton Moreira Lopes; a Psiquiatra, mestre em Psicologia Social (UFMG) e em Educação Médica (Havana/ Cuba), Maria Angélica Silva Vaccarini e também a Assistente Social, especialista em Saúde Mental e Coordenadora da Equipe de Leitos de Saúde Mental em Carangola/ MG, Gisele de Souza Gomes. O debate foi mediado pela Psicóloga, doutora em Saúde Coletiva e trabalhadora da ESP-MG, Ana Regina Machado.

Família e cuidado em liberdade

Wellinton Lopes, que é Referência Técnica em Saúde Mental da Superintendência Regional de Saúde de Pouso Alegre (SES –MG), comentou que já foram habilitados 165 leitos de saúde mental, em hospitais gerais de pequeno porte, que são mais próximos dos usuários. Ele também falou um pouco sobre as portarias ministeriais referentes aos leitos de saúde mental em hospitais gerais e também sobre o histórico dos leitos em hospitais psiquiátricos e do papel da reforma psiquiátrica. De acordo com ele, a reforma psiquiátrica propôs mudanças de paradigma, principalmente do conceito de saúde mental.

A Psiquiatra e mestre em Psicologia Social e em Educação Médica, Maria Angélica Silva Vaccarini contou sobre sua experiência profissional de mais de 40 anos em hospitais e nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), como psiquiatra e sanitarista. Ela reforçou que é essencial o cuidado em liberdade para os pacientes de saúde mental e também do quanto se mostrou positivo o acompanhamento desses pacientes por um familiar, porque tal prática ajuda na interação desses pacientes com os demais pacientes, que estejam internados por outras especialidades e também porque favorecem o próprio tratamento do paciente de saúde mental.

E a Coordenadora da Equipe de Leitos de Saúde Mental em Carangola/ MG, Gisele de Souza Gomes, encerrou as exposições compartilhando sobre sua experiência no município de Carangola, na zona da mata mineira, em relação aos leitos de saúde mental nos hospitais gerais. De acordo com Gisele de Souza, ela e sua equipe sempre procuram conhecer os pacientes que estejam sendo encaminhados para o hospital, porque é importante saber sobre seu histórico para atendê-los de uma maneira integral. Ela também destacou a importância da participação da família do paciente e da necessidade de todo os profissionais que atuam em um hospital estarem alinhados e saberem lidar com os pacientes.

Leitos de saúde mental
Este encontro fez parte série de Webinários em saúde mental que teve como tema geral "Leitos de saúde mental em hospitais gerais: quais possibilidades de atenção nas Redes de Atenção Psicossocial (RAPS)?". Foram desenvolvidos três encontros virtuais mensais para tratar desse conteúdo, sempre das 15h às 17h, e com transmissão pelo canal da ESP-MG no youtube. O primeiro aconteceu em outubro deste ano, o segundo em novembro e o último nesta quarta-feira, dia 1º de dezembro.

>Para conferir todos os Webinários, clique aqui e acesse a playlist da série.

Dia Mundial da Luta contra a Aids: descoberta precoce e tratamento eficaz permitem que pacientes tenham qualidade de vida

Hospital Eduardo de Menezes, referência no estado, alerta para a prevenção de novos casos.

Aids é a sigla, em inglês, para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Acquired Immunodeficiency Syndrome). A doença se desenvolve devido à destruição das células de defesa do organismo pelo vírus HIV.

Este ano a doença, que já foi responsável por cerca de 39 milhões de mortes em todo o mundo, completou 40 anos de descoberta. No Brasil, desde o início da epidemia, em 1981, até junho de 2019, 966.058 casos foram registrados. Somente em 2019, foram 43.941 registros. Em Minas Gerais, o Hospital Eduardo de Menezes (HEM), da Rede Fhemig, é a principal unidade de internação de portadores do vírus HIV. Atualmente, cerca de 2,8 mil pessoas se tratam na unidade.

Tratamento

D.I.A, 68, é uma das pacientes. Ela iniciou o tratamento no HEM em 1995, anos depois de descobrir que havia contraído o HIV do marido. "Resolvi fazer o exame porque meu marido começou a apresentar sintomas da Aids. Na época que descobri, não havia tratamento ainda, os remédios estavam em fase de teste. Ver o resultado positivo era como ganhar um atestado de óbito", conta ela, que ficou viúva oito meses depois. "A minha maior preocupação foi a minha filha. Pensava o que seria dela sem pai e mãe, e temia não poder vê-la crescer. Me vi na obrigação de lutar para viver. Hoje, sou a pessoa mais feliz do mundo, com meu neto a caminho", afirma, emocionada.

Para ela, afastada pelos próprios familiares por preconceito, o hospital é como se fosse uma segunda casa. "No Eduardo de Menezes eu tive o carinho, o apoio e o acolhimento que necessitava. Esse é o grande diferencial de lá, quando comparamos com outros lugares. Na unidade tenho amigos, tenho quem me socorra. São muitas lembranças, foram muitos médicos queridos que passaram pela minha vida. O atendimento é excelente. Tem sido uma caminhada muito bonita ao longo de todos esses anos. Me considero uma sobrevivente do HIV".

Preço alto

Para L. S. D., 39, descobrir que estava com o vírus também foi um choque. A confirmação ocorreu em 2012, após a manifestação de alguns sintomas seguidos da realização de uma série de exames. "Tive muita perda de peso, fraqueza, tonteira, vômitos. Quando descobri que estava com HIV, o impacto foi muito grande, como receber uma sentença de morte. A sensação só foi sumindo com o passar do tempo, após iniciar o tratamento e ver que seria possível sobreviver, mesmo tendo o vírus", conta.

Ele acredita que o contágio ocorreu por meio de relação sexual, o que resultou no receio de se relacionar com outras pessoas. "Fiquei mais de um ano sem ter relação sexual com ninguém, pois tinha medo. Hoje em dia, no entanto, informo antes que tenho o vírus antes do ato. Acho importante que a outra pessoa saiba, mesmo tomando todos os cuidados", afirma.

J.G.S., 54, também se infectou por meio sexual sem proteção. Há um ano se tratando, ela faz um alerta para outras mulheres. "Precisamos saber impor as nossas vontades. Mesmo se houver insistência para ter relação sexual sem camisinha, devemos manter a nossa posição e não aceitar. Eles que fiquem na vontade", aconselha.

Ambos também seguem recebendo tratamento e acompanhamento no Hospital Eduardo de Menezes (HEM) e mantêm suas rotinas diárias de atividades. Tomar os devidos cuidados para evitar transmitir o vírus é uma cautela constante. Ainda segundo eles, quase ninguém saiba que são portadores, "afinal o preconceito ainda pode ser muito grande".

HIV hoje

De acordo com o infectologista do HEM, João Gentilini Fasciani de Castro, a maioria dos pacientes graves se encontra nesse estado por desconhecimento do seu diagnóstico ou por abandonarem o tratamento.

Por isso, ele ressalta a importância de realizar o exame anti-HIV com frequência. "Recebemos pacientes em vários estágios da doença. Grande parte sem sintomas. Descobriram possuir o vírus por terem realizado o exame. Ciente da contaminação e com o tratamento adequado, hoje o paciente pode ter uma vida longa e saudável, inclusive ter filhos, e ainda consegue manter sua carga viral indetectável. Ou seja, caso haja uma ruptura no preservativo, ele não transmitirá o vírus", explica.

Ainda segundo o médico, atualmente, o maior número de transmissão de HIV é o sexual, sendo possível também se infectar por meio de ferida no corpo em contato com sangue contaminado ou com o compartilhamento de agulhas. Ou seja, a melhor forma de se prevenir é usando preservativo durante a relação sexual. "A Aids, hoje, é uma doença crônica plenamente tratável, que está há décadas no nosso meio. Mas a divulgação em torno da doença e das formas de prevenção caiu muito. O ideal seria uma conscientização permanente nos grupos populacionais mais afetados pelo vírus. No caso do Brasil, a contaminação é maior em homens adultos que têm relação sexual com outros homens, e em mulheres transexuais. Já em algumas regiões da África, por exemplo, o grupo mais afetado é o de mulheres jovens", analisa o infectologista do HEM.

Soropositivo

Ser portador do vírus HIV, no entanto, não significa ter Aids. A pessoa portadora do vírus é chamada de soropositiva. "Só é denominada Aids quando a pessoa começa a apresentar sintomas de imunodeficiência avançada ou quando suas células de defesa chamadas TcD4 estão abaixo de 200 cell/MM3. No caso, a pessoa com o vírus que não recebe o tratamento adequado evoluirá para Aids. Em média, isso ocorre entre cinco e oito anos no paciente que não se trata, mas varia de pessoa para pessoa", explica o infectologista.

Ainda segundo ele, os sintomas da doença também são muito variados, sendo os mais comuns perda de peso, diarreia crônica, candidíase oral (conhecida popularmente por sapinho) e infecções em diversos órgãos como neurotoxoplasmose, neurocriptococose e pneumonias graves, como a pneumocistose.

Tratamento

A cura da Aids é objeto de estudo em todo o mundo. De acordo com o infectologista do HEM, o tratamento atual é altamente eficaz, com pouquíssimos efeitos colaterais. "O esquema antiviral padrão do Ministério da Saúde é composto de dois comprimidos tomados de uma só vez, uma vez ao dia. A maioria dos pacientes que faz uso do medicamento não sente nenhum efeito e, quando sente, é leve e apenas no início. Monitoramos os possíveis efeitos adversos a longo prazo, no ambulatório, em que temos uma equipe multidisciplinar extraordinária e diversas especialidades médicas", explica João de Castro.

Ele afirma também que existe um tratamento preventivo para pessoas que não têm HIV (PreP), mas se expõem ao vírus. "Esse tratamento reduz a chance da pessoa se contaminar, mas não diminui o risco para outras infecções sexualmente transmissíveis", alerta.

Atendimento

De acordo com a gerente assistencial do HEM, Tatiani Fereguetti, o Serviço de Atenção Especializada (SAE) da unidade é referência para atendimentos em infectologia e dermatologia sanitária e conta com atendimento multidisciplinar, com foco na assistência especializada, na prevenção de outras infecções sexualmente transmissíveis, além da adesão ao tratamento do HIV.

"Desde a década de 1990, tratamos pessoas vivendo com HIV e condições relacionadas à Aids. Somos um importante prestador de serviços ambulatoriais para o município de Belo Horizonte, responsáveis por uma parcela considerável de primeiras consultas de infectologia", explica a gerente assistencial.

As pessoas com demandas relacionadas à infectologia devem agendar a primeira consulta pela Central de Marcação de Consultas (CMC) de Belo Horizonte. É necessário o encaminhamento dos pacientes por meio dos postos de saúde.

Após estarem vinculados ao HEM, todos os retornos são agendados na própria unidade. Além disso, depois das consultas, os pacientes podem se direcionar à farmácia ambulatorial dentro do hospital para buscar os medicamentos antivirais disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), necessários para o tratamento.

BGU Finds Energy Potential In An Unlikely Source

Popular Science–It was another hot day in the Negev desert of Israel, and several researchers from Ben-Gurion University were setting
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Aviso de Licitação - Pregão eletrônico para contratação de serviços de pesquisa e mensuração de clima organizacional

A sessão do pregão acontecerá no dia 14/12, às 10h.

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) comunica a realização de licitação na modalidade Pregão Eletrônico, número: 1541003 - 35/2021, para contratação de serviços de aplicação de pesquisa e mensuração do clima organizacional e proposição de melhorias.

A sessão do pregão terá início no dia 14/12/2021, terça-feira, às 10h, no site: www.compras.mg.gov.br

Acesse os arquivos do pregão:
>Edital

Dúvidas poderão ser encaminhadas para o e-mail: compras@esp.mg.gov.br

ESP-MG realiza Webinário para debater o direito à saúde no Sistema Prisional

Este Webinário vai marcar o encerramento da terceira turma do curso de Qualificação em Saúde para Trabalhadores do Sistema Prisional.

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) realizará na próxima quinta-feira, dia 02/12, às 14h, o Webinário "O Direito à Saúde: Alternativas e Responsabilidades". Este encontro tem como objetivo apresentar as alternativas penais e também discutir as responsabilidades no que se refere à oferta dos serviços de saúde.

Além disso, vai marcar o encerramento da terceira turma do curso de Qualificação em Saúde para Trabalhadores do Sistema Prisional-MG, que atuam em unidades prisionais que, além da custódia, realizam atendimento médico-hospitalar.

O Webinário terá como convidados: Fernanda Otoni Brisset; Supervisora clínica no Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário Portador de Sofrimento Mental (PAI-PJ/TJMG) e na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS/ PBH); Nara de Araújo, Supervisora de Proteção Social do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC)/ Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Lucas Pereira de Miranda; Advogado; Mestre em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência e Coordenador Estadual do Programa Fazendo Justiça. A conversa será mediada por Crisane Costa Rossetti, Doutora em Psicologia.

A transmissão será realizada pelo Canal da Escola no Youtube:
youtube.com/escolasaudepublicamg

O evento será aberto ao público e os participantes poderão enviar perguntas aos convidados pelo chat durante a transmissão. Haverá declaração de participação para quem realizar o registro da presença, o link será disponibilizado no início do Webinário.

O Curso

O curso de Qualificação em Saúde para os trabalhadores do Sistema Prisional MG é fruto de uma parceria da ESP-MG com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP/MG). A formação está em sua terceira turma e, devido à pandemia, teve de ser interrompida em 2020, retomando de forma remota, em 2021.

A qualificação preparou os trabalhadores da SEJUSP-MG para reconhecerem o território de saúde prisional como espaço de promoção e proteção à Saúde para pessoas privadas de liberdade e para a saúde dos trabalhadores, que compartilham com esta população o mesmo ambiente.

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