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Decisão do STF: aposentado especial não pode trabalhar em área de risco

Por: fnu

Infelizmente o STF decidiu na sexta (05.06.20), no processo relativo ao Tema 709, que trabalhadores que obtiveram a aposentadoria especial não podem continuar trabalhando em área de risco.

O Plenário do STF, por maioria, sendo Relator o Min. Dias Toffoli, deu provimento a um Recurso do INSS, determinando que o trabalhador que adquire a aposentadoria especial tem que ser afastado da área de risco, validando o previsto no artigo 57, parágrafo 8º, da Lei 8.213/91.

O direito à aposentadoria especial por parte de trabalhadores celetistas e servidores públicos, em caso de comprovação de trabalho com exposição a risco à saúde e à integridade física, existia até 13 de novembro de 2019, quando foi aprovada a nefasta Reforma da Previdência.

A íntegra do voto vencedor, que atendeu ao recurso do INSS, está neste link: http://advocaciagarcez.adv.br/wp-content/uploads/2020/06/Voto-Tema-709-Min-Toffoli.pdf.pdf

Em tese cabem em face de decisões do Plenário do STF embargos de declaração, que geralmente sanam vícios de omissões e/ou obscuridades, e raramente possuem efeito modificativo.

Esta decisão irá lamentavelmente causar graves repercussões aos trabalhadores eletricitários e demais categorias que habitualmente laboram em área de risco, como por exemplo trabalhadores em empresas de água e esgoto, petroleiros, mineiros, profissionais da área de saúde e engenheiros.

A decisão do STF definiu também que o trabalhador só precisa sair da área de risco após a concessão judicial ou administrativa da aposentadoria especial.

Ou seja, enquanto o trabalhador aguarda uma decisão sobre seu pedido de aposentadoria especial, no INSS ou Judicial, ele pode continuar trabalhando normalmente na área de risco, devendo somente se afastar de tal atividade após ser comunicado da concessão, tendo direito a receber os atrasados desde o dia em que entrou com o requerimento.

Por outro lado, se após a concessão da aposentadoria especial, o beneficiário continuar laborando em área de risco, ele terá sua aposentadoria cessada. Isso significa que ele deixará de receber a aposentadoria e só passará a receber o benefício novamente após se afastar da área de risco. Caso o trabalhador faça esta opção, ele não poderá requerer os valores atrasados desde sua comunicação até o dia de afastamento da área de risco.

Em que pese o esclarecimento contido na decisão do STF, há uma série de questões que não foram definidas e que entrarão em debate nos próximos dias, tais como:

Como fica a situação do empregado de empresa pública, se o concurso público era específico para a área de risco? A empresa poderia demitir?

A empregado de empresa privada também poderia demitir?

Existe obrigação, por empresas públicas e/ou privadas, de readaptação de função?

Se o trabalhador já recebe a aposentadoria especial e ainda trabalha na área de risco, por força de decisão já transitada em julgado, a empresa pode determinar a retirada dele da área de risco imediatamente?

Como fica a situação do dirigente sindical liberado que ganha aposentadoria especial e recebe o adicional de periculosidade?

Já não bastasse a lamentável reforma trabalhista de 2017, a cruel reforma da previdência de 2019 (que praticamente inviabilizou a aposentadoria especial) e as injustas MPs Trabalhistas editadas por ocasião da Pandemia de COVID-19, tal decisão é mais um grave retrocesso em direitos sociais, atingindo duramente os trabalhadores do setor eletrico e demais categorias.

A Advocacia Garcez está trabalhando a fim de diminuir os possíveis efeitos danosos da decisão. Visando discutir algumas dos pontos levantados acima, realizaremos no Facebook/escritorioadvocaciagarcez, às 11h de segunda, 08.06.20, live com os advogados Diego Bochnie e Maximiliano Garcez, para debater tais temas.

Informe Advocacia Garcez
www.advocaciagarcez.adv.br/eletricitarios

BGU Alum is a Front-runner in Race for COVID-19 Vaccine

The Algemeiner — Dr. Tal Zaks, a BGU alum who is now the chief medical officer of Moderna, one of
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Celpa Equatorial não precisa reduzir salário de trabalhadores e trabalhadoras

Por: fnu

Entre os grupos empresariais do setor elétrico do Brasil, atividade habituada a lucros milionários, somente dois estão tentando lançar mão da MP 936 (redução de salários e suspensão de contratos). Entre esses dois grupos, está a Equatorial. Isso mesmo, a Equatorial que lucrou R$ 2,4 bilhões em 2019 com Ebtida de R$ 4,1 bilhões, se utiliza do período de pandemia para tentar ganhar em cima da redução salarial de seus empregados/as.
Porém, nós do Sindicato dos Urbanitários do Pará, em reunião por videoconferência, com uma comissão da Celpa Equatorial, no dia 3 de junho, fomos enfáticos ao afirmar que a empresa teve lucro ano passado e neste primeiro trimestre de 2020, e por isso, não vamos aceitar perdas aos trabalhadores/as, a pretexto de minimizar possíveis resultados decorrentes da pandemia do novo coronavírus. De acordo com os balanços financeiros divulgados pelo Grupo Equatorial e pela Celpa Equatorial, as finanças vão muito bem. A Celpa Equatorial teve nada menos que R$ 469 milhões de lucro ano passado, tendo um Ebtida de mais de R$ 1 bilhão. Por isso, é MALDADE mexer nos salários dos que trabalham para o alcance desses números tão lucrativos.
MP 936/2020 – A discussão acerca da MP 936 (governo federal), que prevê a possibilidade de redução de jornada com redução de salário e suspensão de contrato, foi solicitada pela direção da Celpa Equatorial, que intenciona aplicar integralmente as barbaridades previstas na MP 936, que é claramente uma Medida que prejudica os trabalhadores e beneficia as empresas. Na reunião, da qual também participa o Sindicato dos Engenheiros, a comissão da Celpa Equatorial mostrou intenção de aplicar o que prevê a MP, a partir de 1 de julho, o que significa reduzir jornada e salário empurrando os trabalhadores/as para o recebimento de um BENEFÍCIO EMERGENCIAL, como complemento salarial, o que complementa somente uma parte do que a Celpa Equatorial deixaria de pagar, não atingindo a totalidade do salário.
O acordo, conforme a MP 936/20, para quem recebe até três salários mínimos pode ser individual ou via Sindicato; acima de três salários até o valor de dois tetos da previdência (R$ 12.202,12), deve ser somente através de negociação coletiva com o Sindicato; acima desse valor, será de forma individual ou coletiva com o Sindicato. A base é a remuneração do empregado/a.
Em outras palavras, a empresa quer que o Sindicato lhe passe um “cheque em branco”, dando-lhe a possibilidade de chegar a reduzir os salários em até 70%, um absurdo que foi rechaçado pelo Sindicato no mesmo momento!
Você, empregado/a da Celpa Equatorial deve ficar atento para essa MALDADE da Celpa Equatorial. A empresa não tem necessidade de massacrar ainda mais os trabalhadores a pretexto da pandemia. Tenha certeza de que o Sindicato está atento e na luta para não deixar que você tenha perdas pagando a conta da crise trazida por esse vírus.
PRESENTES – Outra coisa, a Celpa Equatorial ganhou TRÊS PRESENTES do Governo Federal, o financiamento para bancar as contas de consumidores de baixa renda, com consumo até 220 kw, uma linha de crédito (socorro emergencial ao setor elétrico) via BNDES, que pode chegar até a R$ 15,5 bilhões e o repasse de recursos do fundo de reserva para alívio de encargos, a Aneel autorizou a liberação de R$ 1,47 bilhão para as distribuidoras de energia.
Tem ainda outra vantagem para a empresa, a Equatorial Energia registrou um crescimento de de 6,2% nas vendas de energia elétrica no primeiro trimestre deste ano de 2020.
Nós do Sindicato apresentamos uma proposta com 12 itens. Nossa proposta solicita ainda as informações dos custos atuais com a folha de pagamento e a expectativa da empresa de redução com a implementação de sua proposta e a proposta do Sindicato. Nossa proposta é que os trabalhadores não tenham perdas nesse momento de pandemia, não sofram suspensão de contratos. Veja a seguir alguns pontos da proposta do Sindicato dos Urbanitários.

Contraproposta do Sindicato
1 – Por esse instrumento fica garantida a manutenção da remuneração atual dos trabalhadores, com a aplicação por parte da Empresa de uma ajuda compensatória, que se somará a um valor equivalente a ser lançado no banco de horas negativos mais o valor proporcional do seguro desemprego e mais o valor resultante do percentual de redução aplicado à jornada/salário, podendo esta última ser de 25% ou 50%. Não contemplando desta forma em nenhuma hipótese a suspensão do contrato de trabalho;
2 – Serão garantidos provisoriamente os empregos de todos os trabalhadores durante a vigência deste instrumento, ou seja, de 01/07/2020 até 31/12/2020. Não sendo essa garantia em nenhuma hipótese indenizável. Caso o período de calamidade pública venha a ser prorrogado, a garantia provisória dos empregos será prorrogada na mesma medida;
3 – As medidas de redução proporcional de jornada e salário serão limitadas em até 90 dias por trabalhador. Ficando certo que o volume de atividades seja reduzido na mesma proporção do valor lançado a título de banco de horas negativo, tendo como referência as atividades diárias de cada trabalhador antes da pandemia. Para isso a Empresa disponibilizará aos trabalhadores meios para registro de possíveis extrapolamento da jornada previamente estabelecida para o trabalhador;
4 – Os empregados que forem colocados sob o regime deste instrumento coletivo, retomarão normalmente suas atividades laborais na Empresa até o momento em que ocorrer a normalização total das atividades econômicas no Estado.
5 – A Empresa comunicará mensalmente ao sindicato, em até 5 dias após a efetivação dos procedimentos do item 1 deste instrumento, a situação de cada empregado atingido pela medida, no tocante aos valores pagos a título de ajuda compensatória, Banco de horas negativo, valor proporcional do seguro desemprego e valor pago referente a redução da jornada/salário. Como também, informará os empregados que não foram atingidos pela medida;
6 – Caso venham a ser agregadas melhorias em prol do trabalhador na conversão da MP 936 em lei, e que estas melhorias não estejam contempladas neste instrumento, as mesmas serão automaticamente agregadas a este;
7 – O recolhimento do FGTS, terá como base de cálculo a remuneração integral do empregado;
8 – Para os trabalhadores que estiverem a 36 meses da sua aposentadoria por tempo de contribuição, a Empresa manterá o recolhimento dos encargos previdenciários sobre a remuneração integral do trabalhador, limitado ao teto do salário de contribuição do INSS.

Fonte: Ascom STIUPA

Dia Mundial do Meio Ambiente

Por: fnu

Os urbanitários são profissionais que trabalham diretamente com o bem natural essencial à vida de todos no planeta: a água. Seja no seu tratamento e distribuição para consumo, seja na produção de energia elétrica. São também os profissionais responsáveis pela coleta e tratamento de esgotos, o saneamento ambiental, que ainda envolve o manejo dos resíduos sólidos.

Sabemos da importância pela conservação do nosso meio ambiente e da nossa responsabilidade nesse processo e, por isso, a FNU está na luta em defesa do meio ambiente e do acesso aos serviços de qualidade de saneamento básico e energia a todos os brasileiros.

Fonte: Ascom FNU

Sabesp instala bebedouro e lavatório em ginásio de Ubatuba para atender a população

Parceria, prevenção e combate à pandemia no litoral e demais regiões do Estado

Stiupb convoca sociedade a participar de audiência pública para tratar da concessão da Cagepa/PMCG

Por: fnu

O Sindicato dos Urbanitários da Paraíba – Stiupb, por intermédio do seu presidente, Wilton Maia Velez, está convocando, não apenas os trabalhadores, mas a sociedade em geral, para acompanhar a Audiência Pública para discussão da Minuta do Contrato de Programa Cagepa/PMCG, nesta quinta-feira, dia 04/06/2020, às 14 horas, de forma virtual, acessível por meio de link no site da Prefeitura Municipal de Campina Grande.

Wilton Maia afirmou ser muito importante que haja uma participação efetiva de todos na audiênia que vai acontecer virtualmente por conta da Pandemia que estamos vivendo com o Covid-19.

A audiência Pública tratará especificamente da Concessão dos serviços de Saneamento – Água e Esgotos e poderá ser acompanhada pelo seguinte link: https://meet.google.com/qxq-mrct-fcv

SOBRE A MINUTA –

Conforme a minuta que foi publicada dia 29 de Maio passado, no Semanário da PMCG e também no site do Stiupb, a Cagepa vai pagar R$ 45 milhões para continuar explorando os serviços na cidade por 35 anos, em duas parcelas: uma de R$ 30 milhões e outra de R$ 15 milhões.

Com a minuta, foi publicado também um comunicado informando que o Município de Campina Grande, por intermédio do Comitê Gestor das Parcerias Público Privadas, torna público que realizará a Consulta Pública nº 002/2020/CGPPP, até o dia 04/06/2020, podendo receber sugestões e contribuições, a Minuta do Contrato de Programa a ser possivelmente celebrado com a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba – CAGEPA, cuja minuta segue como anexo, para concessão dos serviços relativos a expansão, modernização, manutenção, gestão e operação do sistema de abastecimento de água (SAA), coleta e tratamento de esgoto (SES), no município de Campina Grande.

Comunicou também que realizará Audiência Pública para discussão da Minuta do Contrato de Programa, no dia 04/06/2020, às 14 horas, de forma virtual, acessível por meio de link que será disponibilizado no site da Prefeitura Municipal de Campina Grande.

Importante destacar que o avanço das negociações entre a prefeitura e a Cagepa ocorre em paralelo ao processo de licitação iniciado pela prefeitura para contratar uma nova empresa/instituição para explorar os serviços. Os estudos foram iniciados em julho do ano passado e chegaram a habilitar empresas interessadas. Semanas atrás uma decisão da 3ª Vara da Fazenda de Campina Grande suspendeu o processo licitatório. A licitação estava prevista para ocorrer no dia 18 deste mês.

Um edital, publicado pela prefeitura no início dos estudos para a realização da licitação, projeta que a outorga dos serviços estaria avaliada em, no mínimo, R$ 100 milhões (numa eventual licitação).

O Stiupb sempre esteve presente nessas negociações, não apenas em contatos pessoais com o prefeito Romero Rodrigues, mas também  com o presidente da Companhia, Marcus Vinícius, sempre defendendo a Companhia pública e eficiente.

Confira abaixo a minuta do contrato de programa:

http://stiupb.com.br/files/minuta-contrato-cagepa_1.pdf

Audiência sobre a PLR da Cemig: unidade dos sindicatos fortalece a luta da categoria

Por: fnu

Segunda-feira, 1.º de junho, foi realizada audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT- Terceira Região), por vídeo conferência, que tratou da postergação do pagamento da nossa PLR 2019. Dezoito sindicatos unificados nesta luta participaram, entre eles, o Sindieletro. Os dirigentes sindicais presentes na audiência avaliaram que a reunião foi positiva e eles destacam que a argumentação das entidades unificadas foi fundamental na defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. O desembargador do TRT, Fernando Rios Neto, deu prazo de três dias para a Cemig retirar o sigilo do documento que apresentou à ação judicial, entre outras decisões.

Fonte: Ascom Sindieletro-MG

BNDES dá a largada na concessão de saneamento com Maceió

Por: fnu

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deu a largada nas concessões de empresas de saneamento, uma das principais apostas do governo federal a fim de atrair investimentos para o país após a pandemia do novo coronavírus.

Na sexta-feira, o governo de Alagoas publicou o edital de licitação da concessão dos serviços de abastecimento de água e esgoto da região metropolitana de Maceió, que engloba 1,5 milhão de pessoas. O leilão está previsto para 30 de setembro e espera atrair R$ 2,6 bilhões em investimentos nos próximos 35 anos.

O edital do leilão foi publicado antes da aprovação da Lei Geral do Saneamento ainda em análise pelo Congresso. Segundo técnicos envolvidos no assunto, o novo marco legal não é uma exigência para dar andamento nos projetos de concessão, mas, quando for aprovado, vai colaborar para dar mais segurança jurídica e atrair investidores.

Além de Maceió, o BNDES tem cinco projetos de concessão de saneamento em estruturação: Acre, Amapá, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e a cidade de Porto Alegre. Dessa carteira, o próximo leilão deve ser também o mais relevante, a Companhia Estadual de Águas e Esgoto do Rio de Janeiro (Cedae).

A previsão é que o leilão da Cedae ocorra em dezembro deste ano, trazendo R$ 32,5 bilhões em investimentos nos próximos anos. Segundo apurou a reportagem, o modelo feito pelo BNDES prevê que a captação de água seja mantida estatal, enquanto os demais serviços da Cedae, como fornecimento de água e esgoto, passam para a iniciativa privada.

Em janeiro deste ano, moradores de várias regiões do Rio de Janeiro relataram que a água estava chegando em suas casas com cor turva, sabor e odor desagradáveis. A Cedae atribuiu o aspecto da água a presença de geosmina, uma substância orgânica produzida por algas que não faria mal à saúde.

O BNDES atua como consultor das concessões de saneamento, formulando as regras da licitação. Dessa forma, o banco estatal volta a participar de privatizações e concessões de estatais, um dos seus braços de atuação durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Fonte: CNN Brasil

Deputados estaduais do RJ apresentam PL em defesa da CEDAE

Por: fnu

Buscando alternativas para a pressão que o governo Bolsonaro vem fazendo para a privatização da CEDAE,  como forma de pagamento a um empréstimo junto as instituições federais, deputados apresentaram  projeto que troca a dívida atual por dívida uma que o Estado tem a receber através da Lei Kandir.

PROJETO DE LEI Nº 2706/2020 – Em defesa da Cedae

  • EMENTA:

    TORNA OBRIGATÓRIA A UTILIZAÇÃO DA PARCELA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DOS RECURSOS ORIUNDOS DO ACORDO ENTRE OS ESTADOS, A UNIÃO E O DISTRITO FEDERAL, NA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE POR OMISSÃO Nº 25 – ADO 25, COMPENSAÇÃO LEI KANDIR, NA FORMA QUE MENCIONA

Autor(es): Deputados GUSTAVO SCHMIDT, ANDRÉ CECILIANO, LUIZ PAULO, LUCINHA, ZEIDAN

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RESOLVE:

Art. 1º – Os recursos que cabe ao Estado do Rio de Janeiro, provenientes do acordo nos autos da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão nº 25 – ADO 25, no qual o Supremo Tribunal Federal reconheceu a omissão legislativa quanto à edição da lei complementar prevista no art. 91 do Ato de Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT, deverão obrigatoriamente serem utilizados como substituição das garantias do empréstimo que tem a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro – CEDAE, como garantia.

Art. 2º – Após o término do empréstimo os valores oriundos do acordo serão utilizados na forma abaixo:

I – 25% para Educação;
II – 25% para saúde;
III – 25% para Segurança Pública;
IV – 25% para Saneamento Ambiental.

Art. 3º – Esta lei entrará em vigor na data da sua publicação.

Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 02 de junho de 2020.

Deputados GUSTAVO SCHMIDT, ANDRÉ CECILIANO, LUIZ PAULO, LUCINHA, ZEIDAN

JUSTIFICATIVA

A Lei Kandir está em vigor desde 1996 e isenta do pagamento de ICMS as exportações de produtos e serviços, com a devida compensação feita pelo governo federal a estados e municípios. Entretanto, o Congresso deveria regulamentar uma fórmula para essa compensação – o que nunca foi feito.

A ADO 25 foi ajuizada pelo governo do estado do Pará em 2013. O STF julgou procedente a ação “para declarar a mora do Congresso Nacional quanto à edição da Lei Complementar prevista no art. 91 do ADCT, fixando o prazo de 12 meses para que seja sanada a omissão”.

Depois, esse prazo acabou sendo prorrogado, mas foi previsto que caso não fosse cumprida a decisão e criada a lei complementar, o TCU deveria determinar uma fórmula de pagamento. Desde junho de 2019, os estados manifestaram interesse em buscar um consenso e vinham se reunindo com o ministro relator para tentar um pacto federativo em torno do tema.

Nesse sentido, o presente projeto de lei busca criar uma solução para resguardar a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro – CEDAE, que foi dada como garantia de um empréstimo.

Por todo exposto busco o apoio dos meus ilustres pares para a aprovação desta importante proposição legislativa.

 

Como a falta de saneamento básico afeta o meio ambiente?

Essa semana é comemorada a semana nacional do meio ambiente. Saiba mais sobre os impactos da falta de saneamento no meio ambiente!

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Apelo aos senadores: garantam acesso ao saneamento a todos, dizendo NÃO ao PL 4162

Por: fnu

Dezenas de entidades, entre as quais a FNU, divulgaram documento dirigido aos senadores e às senadoras, no qual manifestam que “a garantia do acesso aos serviços de saneamento básico para toda a população, inclusive aquela que não tem condições de pagar, não pode ser submetida aos interesses privados, onde o lucro vem em primeiríssimo lugar. O saneamento não pode prescindir de uma forte atuação dos operadores públicos estaduais e municipais”.

O documento apresenta um histórico da situação do saneamento país e enfatiza que “ao se propagarem números enviesados, expõe seu despreparo e sinaliza desespero por não conseguir aprovar o PL 4.162, de 2019, que tramita no Senado Federal, cujo objetivo principal é promover de modo irracional e arbitrário a privatização do saneamento básico brasileiro. Na prática, o projeto propõe a criação de um monopólio privado para a água e
o esgoto no País”.

Pedro Blois, presidente da FNU – Federação Nacional dos Urbanitários, uma das signatárias do manifesto, afirma que um dos objetivos é restabelecer a verdade, porque os entraves do saneamento básico no Brasil não se relacionam com a necessidade de se alterar o marco regulatório do saneamento (lei 11.445/2007), porque trata-se de uma lei inovadora. “O que é preciso é uma integração do saneamento básico com outras políticas públicas, como habitação, saúde, recursos hídricos, meio ambiente e planejamento territorial urbano, e recursos públicos do Tesouro Nacional.  Por isso, junto com a rejeição ao PL 4162/2019, também queremos a revogação da Emenda Constitucional 95, que implicou em corte de recursos para as políticas públicas e acesso aos recursos existentes, promovendo o aprofundamento das dificuldades para se alcançar a universalização do acesso aos serviços de saneamento”, explica Blois.

Ao fim, o manifesto ressalta:
“A garantia do acesso aos serviços de saneamento básico para toda a população, inclusive aquela que não tem condições de pagar, não pode ser submetida aos interesses privados, onde o lucro vem em primeiríssimo lugar. O saneamento não pode prescindir de uma forte atuação dos operadores públicos estaduais e municipais.
Por isso mesmo, apelamos, enfaticamente, aos senhores Senadores e as senhoras Senadoras, para que não permitam, que o PL 4.162, de 2019, seja apreciado, sobretudo num momento de pandemia da COVID-19 e de crise social, política e econômica que se abate sobre o povo brasileiro“.

LEIA O MANIFESTO NA ÍNTEGRA:
Defender os serviços públicos – Pela garantia do acesso a água e ao esgotamento sanitário para toda a população

Mesmo com queda no lucro, receita operacional da Chesf cresce 14%

Por: fnu
O lucro líquido da Chesf caiu 33,9% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, quando registrou R$ 345 milhões, ficando em R$ 228 milhões nesse ano. Segundo a companhia, o recuo é proveniente de “eventos não recorrentes positivos registrados em 2019”, citando a reversão da provisão para perdas em Sociedades de Propósito Específico (SPEs), no valor de R$ 35 milhões, além do ganho na alienação de venda de participações, totalizando R$ 137 milhões.

No entanto, a empresa apresentou um aumento na Receita Operacional Líquida – ROL de R$ 172 milhões no período, 14,6% a mais que no ano anterior, fruto de um aumento de R$ 27 milhões no resultado de participações em SPEs, volume 87,5% superior a 2019. Já a redução no custeio com pessoal foi de R$ 39 milhões, ficando 13,2% abaixo na comparação anual.

Fonte: Henrique Faerman, Agência Canal Energia

Sabesp traz a Turma da Mônica para a Semana do Meio Ambiente

Ao longo desta semana, também acontecem lives e outras atividades nas redes sociais da Companhia com foco na preservação do meio ambiente

 

BGU Helps Launch “AI Lifeguards”

NoCamels — As lifeguards return to work in Israel, a new artificial intelligence (AI) system developed by BGU students could
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Live do ONDAS: a privatização do saneamento no Brasil e a luta contra o PL 4.162/2019

Por: fnu

Os senadores podem aprovar, em plena pandemia da Covid-19, o Projeto de Lei (PL) 4.162, de 2019, que privatiza o Saneamento no Brasil. Caso isso ocorra, haverá aumento brutal das tarifas e exclusão da população mais pobre do acesso aos serviços de água e esgoto.
A experiência, tanto nacional quanto internacional, demonstra que a privatização não resolve o problema da universalização do saneamento, muito pelo contrário.
Para discutir essa questão, a live do ONDAS desta quarta (3/6) tem como convidados Sandoval Alves Rocha, ativista pelo direito à água e ao saneamento, principalmente na Amazônia; Abelardo de Oliveira Filho, ex-secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades e ex-presidente da Empresa Baiana de Águas e Saneamento – Embasa; e José Roberto Lopes Pinto, coordenador da pesquisa “Quem são os Proprietários do Saneamento no Brasil” ( UNIRIO/ Instituto Mais DemocraciaI). A mediação será de Clóvis Nascimento, da coordenação do ONDAS e presidente da Fisenge

PARTICIPE!! Dia 3 de junho às 17h. Transmissão pelo Facebook do ONDAS (facebook.com/ondas.observatorio).

Brasil corre o risco de se tornar também o epicentro do desemprego

Por: fnu

Depois de se tornar novo epicentro mundial da pandemia de coronavírus, com o maior número diário de novos casos da doença, o Brasil corre o risco de também se tornar o líder do desemprego na América do Sul. Entre março e abril, 1,1 milhão de empregos formais foram fechados no país, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). É o pior resultado para o período da série histórica, que teve início em 1992.

Até o mês passado, eram 12,8 milhões de pessoas à procura de uma ocupação, segundo dados do IBGE. E apesar de o governo Bolsonaro ter editado medidas provisórias com a justificativa de garantir empregos, desde janeiro, o país registra mais demissões do que admissões.

“Esses dados indicam o quanto o mercado formal está sendo atingido e o quanto as medidas do governo para preservação de emprego não têm conseguido efetivar os seus objetivos”, afirmou o diretor técnico do Dieese, Fausto Augusto Junior. Segundo ele, esses números escondem, ainda, o desalento. São pessoas que desistiram de procurar uma vaga no mercado de trabalho, em função da deterioração do quadro econômico.

“Desde o começo da pandemia”, a posição do movimento sindical foi a posição de defesa do emprego. Foi a posição de que nós tínhamos que garantir estabilidade do conjunto dos trabalhadores formais e garantir renda para os trabalhadores informais. Essa é a lógica, é por aí que o governo deveria traçar. E que toda ajuda, inclusive, que o governo eventualmente colocasse para as empresas deveria ter como contrapartida a manutenção dos postos de trabalho”, afirmou à repórter Daiane Ponte, para o Seu Jornal, da TVT, nesta quinta-feira (28).

Mais pobres, mais afetados

Para a cientista social Léa Marques, conselheira do projeto Conexões Periferias, a MP 936 garantiu a preservação dos empregos apenas nas “megaempresas”. Ainda assim, às custas da redução das jornadas e salários. Segundo ela, os trabalhos mais precários e com menores salários foram os primeiros atingidos pelo desemprego.

“Os primeiros desempregados são os trabalhos mais precários, de menores salários. E, sim, essas pessoas estão localizadas nas periferias. Então hoje a gente tem uma situação bastante grave. Porque as pessoas já estavam passando pelo desmonte das políticas públicas e das políticas de geração de emprego e renda. E agora tem um contingente ainda maior de desempregados. E muita gente é empurrada para a informalidade”, disse ela.

Futuro nebuloso

Relatório elaborado pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta mais de 37 milhões de desocupados, quase 12 milhões de novos desempregados e mais de 50% da população na informalidade, ainda neste ano, em função da pandemia. O levantamento também aponta o crescimento 34,7% da pobreza na região, que deve atingir mais de 214 milhões de pessoas.

Fonte: Redação RBA

Benedito Braga participa de mais um webinar sobre saneamento básico

Presidente da Sabesp será o entrevistado pelo canal Jornalismo e Tecnologia para Tomadores de Decisão

 

Reunião de mediação TRT – Corsan x trabalhadores/as

Por: fnu

Na manhã da terça-feira (26/05), o SINDIÁGUA/RS, participou de uma reunião proposta pela Corsan, mediada pelo Tribunal Regional do Trabalho, para tratar a respeito do banco de horas que a Companhia deseja implementar.

Pelas normas da CLT, contratos de teletrabalho devem apresentar formalidades diferentes, empregador e empregado devem negociar, como por exemplo, se haverá reembolso de despesas para realização do trabalho.

A direção da Corsan propôs essa audiência mas não apresentou uma proposta concreta e ainda ressaltou que esse banco de horas seria inicialmente para quem está afastado por fazer parte do grupo de risco e não possui a possibilidade de fazer o teletrabalho, estes trabalhadores e trabalhadoras representam 7% do quadro. Segundo a Companhia, os salários e benefícios permaneceriam normal.

Para o SINDIÁGUA/RS é inadmissível que o Governo do Estado, o presidente da Corsan e sua diretoria faça este tipo de proposta neste momento de dificuldades. O presidente do SINDIÁGUA/RS Arilson Wünsch, apontou alguns descasos da Companhia com a categoria em tempos de pandemia, que insiste em manter todo o serviço em funcionamento, expondo seus empregados/as, sendo assim, os casos positivos para o Covid19 começam a aparecer, outro exemplo, são as férias compulsórias que foram concedidas aos trabalhadores e trabalhadoras que se encaixam neste grupo.

A pergunta é: por quanto tempo os empregados ficarão sem férias por terem “tirado” dois períodos, neste momento? E se a pandemia se estender por muito tempo, quanto cada trabalhador(a) terá que pagar para o banco de horas e por quanto anos? Wünsch afirma que, não existe nenhum tipo de negociação que possa por ventura retirar direitos dos trabalhadores (as). “Procuramos sempre ouvir o que a Corsan tem a nos dizer, não ignoramos as propostas, porém todas são avaliadas rigorosamente, e nesse caso não será diferente, embora seja um momento delicado precisamos estudar todos os pontos de modo que nada prejudique nossa categoria, ninguém gostaria de fazer parte do grupo de risco, ninguém gostaria de estar com alguma doença que o afastasse do trabalho”, afirma.

Ao final da mediação no Tribunal ficou acordado que a Corsan tem 48horas para apresentar uma proposta e quem são esses 7% da categoria que fazem parte do grupo que ficará devendo horas para recuperar sabe-se lá quando. A nova rodada de mediação será no dia 04 de junho, próxima quinta-feira.

Fonte: Ascom Sindiágua-RS

Benefícios da irrigação por gotejamento

Por: bruof

A utilização de irrigação por gotejamento, além de economizar água, traz benefícios como incremento na produtividade independentemente da cultura onde é aplicada.

Não é de hoje que a água é alvo de grandes debates. Este item vital presente em nosso dia a dia já foi tema de músicas, campanhas governamentais e até mesmo protestos. Por conta da escassez recente, a forma como utilizamos a água tem sido questionada e criticada. É uso em excesso, desperdício, poluição de rios, falta de chuvas, crise hídrica, enfim a coisa não está muito boa quando o assunto é este.

E só sentimos na pele o quão importante este bem é para a sociedade quando o País passou, e vem passando, pela crise hídrica. Todos os setores foram atingidos, mas a área que mais sofreu com isso, sem dúvida, foi a rural, a agricultura. Este setor primário, responsável pela produção de matéria-prima, é de grande peso para o PIB nacional, pois representa por volta de 25% do valor total.

Hoje, a agricultura responde pelo consumo de 72% de toda a água disponível para consumo, fazendo com que ela seja considerada uma “grande vilã”. Como parâmetro podemos utilizar o cultivo de café. Uma planta de café necessita de cinco litros de água por dia para se desenvolver. Na irrigação localizada são usados os exatos cinco litros, enquanto que outras tecnologias e métodos convencionais gastam cerca de oito. Com o método do gotejamento, portanto, a economia é de 33%. Mas, por este motivo de desperdício, a agricultura tem sido questionada por seu alto consumo hídrico.

Para que as críticas negativas ao mundo do agronegócio diminuam é necessário que essas novas tecnologias façam parte do dia a dia do produtor, sem dificuldade. E não somente pensando na diminuição do uso da água. Sim, isso é importante. Mas em um País que em 2050 deverá alimentar mais de nove bilhões de habitantes pelo mundo, também será preciso aumentar a capacidade produtiva. E neste processo, temos que pensar além de plantio e colheita.

Dados da Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos) mostram que o Brasil tem quase 30 milhões de hectares para irrigar. Cerca de cinco milhões usam essa tecnologia, sendo que em menos de um milhão deles é usada a técnica de irrigação localizada por gotejamento. Enquanto que outros países, que enfrentam o problema de falta de água como Israel, Índia, Costa Oeste dos Estados Unidos, já usam esse sistema que é mais eficiente e não desperdiça a água. Foi nesse cenário de escassez de água que a irrigação por gotejamento foi inventada pela Netafim na década de 60, numa estrutura de kibutz: uma forma de coletividade comunitária israelita – tendo função essencial na criação do estado judeu.

Na irrigação localizada são usados os exatos cinco litros de água que a cultura do café necessita, enquanto que outras tecnologias e métodos convencionais gastam cerca de oito. Com o método do gotejamento, portanto, a economia é de 33%.
Na irrigação localizada são usados os exatos cinco litros de água que a cultura do café necessita, enquanto que outras tecnologias e métodos convencionais gastam cerca de oito. Com o método do gotejamento, portanto, a economia é de 33%.
Na irrigação localizada são usados os exatos cinco litros de água que a cultura do café necessita, enquanto que outras tecnologias e métodos convencionais gastam cerca de oito. Com o método do gotejamento, portanto, a economia é de 33%.
Na irrigação localizada são usados os exatos cinco litros de água que a cultura do café necessita, enquanto que outras tecnologias e métodos convencionais gastam cerca de oito. Com o método do gotejamento, portanto, a economia é de 33%.

IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO

Nesse sistema desenvolvido há 50 anos, a água é levada de forma pontual através de tubos que contêm gotejadores, produtos que controlam a pressão e liberam as gotas conforme o horário e em quantias necessárias para cada tipo de planta.

Atualmente, mais de dez milhões de hectares em todo mundo já são irrigados com os gotejadores da empresa. Essa tecnologia tem ajudado produtores a terem um maior rendimento utilizando menos recursos e evitando o consumo excessivo de água, energia e produtos químicos. Respeitando a natureza, não apenas sustenta o que já existe, mas cria e garante um abastecimento confiável para o amanhã.

Além da água, para o bom desenvolvimento das plantas, é requerida a utilização de fertilizantes. Este sistema de irrigação localizada por gotejamento permite a técnica de fertirrigação que leva junto da água os nutrientes necessários, garantindo que o resultado da colheita seja cada vez melhor.

Por mais que os tubos gotejadores possam ser instalados em vários tipos de cultura como milho, soja, citrus, café, cacau, seringueira, cultivos de horticultura entre outras, essa tecnologia necessita de estudos de viabilidade com levantamento de dados sobre o clima, solo e a cultura, pois a quantidade de água utilizada depende da evapotranspiração da plantação, ou seja, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração. Ainda assim é uma irrigação que não tem restrições, desde que haja energia, é possível fazê-la em qualquer topografia ou estado de área.

Na irrigação por gotejamento a água é levada de forma pontual através de tubos que contêm gotejadores, liberndo as gotas em quantias certas para cada planta.
Na irrigação por gotejamento a água é levada de forma pontual através de tubos que contêm gotejadores, liberndo as gotas em quantias certas para cada planta.

TUBOS FLEXÍVEIS

A instalação desses tubos ficou ainda mais fácil depois que o PVC foi substituído pelos flexíveis. Eles foram desenvolvidos para serem mais leves, resistentes e flexíveis, como o próprio nome já diz. Esses tubos se adaptam melhor para os sistemas móveis, pois facilita na hora de transportá-los e também de guardá-los, após a colheita. O produto é de polietileno e mais robusto e durável, possibilita que máquinas passem por cima dele sem danificá-lo.

Esses tubos são 100% recicláveis e certificados pelo padrão de qualidade ISO 16438 do segmento. Neste processo, os tubos flexíveis também vêm prontos direto da fábrica para que os produtores não se preocupem com a colagem das conexões nem com os furos (antes feitos direto no campo), o que garante maior precisão da instalação.

APLICAÇÃO EM DIVERSAS CULTURAS

Há muitos casos de sucesso em território brasileiro. Essa tecnologia foi testada nas últimas duas safras de arroz na região de Uruguaiana (RS) e como resultado quase duplicou a produtividade, saindo de 7,5 toneladas por hectare (através do modelo tradicional: irrigação por inundação) para 12 toneladas por hectare (usando a técnica de irrigação por gotejamento). Além disso, no sistema de inundação, gastam-se três mil milímetros de água por hectare, enquanto que no gotejamento foram usados apenas mil milímetros de água por hectare.

O sistema também foi implantado em uma das fazendas da Usina Santa Fé, numa área de cana-de-açúcar de 100 hectares que logo no primeiro corte deverá render um total de 205 toneladas/hectare, produtividade muito maior quando comparada a outros métodos.

Um produtor de café de Minas Gerais, desde 2006, adquiriu uma área de 400 hectares e investiu no gotejo. Ele saiu de uma média de 30 sacas por hectare (produtividade média em sequeiro) para uma produtividade média (seis colheitas) acima de 60 sacas por hectare.

O aumento de produtividade é recorrente em várias culturas. Com o tomate, não foi diferente, como ocorreu com um produtor no estado de Goiás. Considerando somente o incremento médio de produtividade de 40t/ha com a utilização da irrigação por gotejamento subterrâneo e o preço da tonelada em torno de R$ 200,00, houve um incremento de renda de R$ 8.000,00/ha

Histórias como estas mostram que é possível que a agricultura brasileira caminhe rumo à sustentabilidade. O resultados dessas práticas, ao longo dos anos, virão. É preciso haver dedicação, esforço e, acima de tudo, planejamento. O caminho possui muitos espinhos, mas nada que não possa ser dobrado.

Os tubos são feitos de polietileno, que são mais robustos e duráveis, possibilitando que máquinas passem por cima deles sem danificá-los.
Os tubos são feitos de polietileno, que são mais robustos e duráveis, possibilitando que máquinas passem por cima deles sem danificá-los.

Carlos Sanches, Netafim

bruof

Na irrigação localizada são usados os exatos cinco litros de água que a cultura do café necessita, enquanto que outras tecnologias e métodos convencionais gastam cerca de oito. Com o método do gotejamento, portanto, a economia é de 33%.

Na irrigação localizada são usados os exatos cinco litros de água que a cultura do café necessita, enquanto que outras tecnologias e métodos convencionais gastam cerca de oito. Com o método do gotejamento, portanto, a economia é de 33%.

Na irrigação por gotejamento a água é levada de forma pontual através de tubos que contêm gotejadores, liberndo as gotas em quantias certas para cada planta.

Os tubos são feitos de polietileno, que são mais robustos e duráveis, possibilitando que máquinas passem por cima deles sem danificá-los.

Sabesp vai instalar usinas solares em estações de tratamento de esgotos

Alternativa sustentável supre consumo de energia nas instalações 

 

Câmara Temática de Irrigação é criada no RS

Por: bruof

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Buscar alternativas para dar eficácia à política estadual de irrigação, ampliando-a com novos programas e aperfeiçoando os existentes. Com esse objetivo, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Sapdr) publicou, nesta sexta-feira (22), uma Instrução Normativa que cria a Câmara Temática da Irrigação.

Segundo o secretário Covatti Filho, a intenção é ouvir sugestões de representações de produtores rurais, fabricantes de equipamentos, empresas elaboradoras de projetos e demais parceiros da irrigação. “Investir em irrigação é a melhor resposta que podemos dar para a seca. Por isso criamos a Câmara Temática para discutir um programa consistente para ampliação da área irrigada no Estado e garantir mais segurança ao produtor quando faltar de chuva”, pondera Covatti.

O diretor de Políticas Agrícolas da Seapdr, Ivan Bonetti, informa que os cultivos de verão como milho, soja, feijão, além de outros de sequeiro como frutíferas e hortaliças, somam cerca de sete milhões de hectares, dos quais, atualmente, menos de 3% contam com irrigação. “Afora estes, existe também a necessidade de irrigação nas pastagens para a produção leiteira e de corte”, argumenta.

Por outro lado, conforme ele, o regime anual de chuvas do Rio Grande do Sul é muito bom, ao redor de 1.600 mm/ano. “O que permite fazer reservação de água que normalmente é usada como uma irrigação suplementar, ou seja, utilizada por algumas semanas nos meses de verão, mas sendo decisiva para garantir boa produtividade das lavouras”, explica Bonetti.

Ele conta ainda que a Seapdr desenvolve o Programa Mais Água, Mais Renda, cuja Licença de Operação foi recentemente estendida por mais um ano pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). “Graças a este programa, foram irrigados 86.500 hectares nos últimos anos, sendo que 70% nos três anos subsequentes à estiagem de 2012. O Programa Segunda Água, em parceria com o governo federal, também vem beneficiando agricultores familiares”.

Bonetti esclarece que, por meio da Câmara Temática da Irrigação, a expectativa é ampliar tanto a reservação de água como os projetos de irrigação, para que os agricultores tenham mais segurança em suas atividades. “Assim, estarão preparados para enfrentar as recorrentes estiagens no Estado”.

Fonte: Agrolink

bruof

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Cinco dicas para você escolher o melhor filme agrícola

Por: bruof

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Alta resistência e durabilidade. Esses são dois importantes aspectos que o produtor rural deve se atentar na hora de adquirir um filme agrícola. Se a escolha for adequada, o agricultor poderá ter diversos benefícios, como ampla proteção para o cultivo e menor incidência da luz ambiente.

Entre os tipos de filmes existentes, os mais comuns são: difusor (utilizado para estufas de mudas, tomates, pimentão, hidroponia e frutas), Maxilux (usado para estufa de flores e hortaliças que exijam maior difusão de luz/qualidade de luz), transparente (ideal para estufas, túneis altos e baixos na secagem e produção), leitoso (recomendado para estufas, túneis altos e baixos para cultivo) e Mulching (este material impede o crescimento de ervas daninhas no canteiro de hortaliças, frutas e flores).

Para que você escolha o melhor tipo de filme, Silvano Tasca, Técnico Agrícola da Nortene vai compartilhar a seguir cinco dicas valiosas. Confira:

  1. Utilização: você precisa se atentar a utilização do filme. Não tente generalizar e usar o mesmo filme para diversos cultivos. Caso você faça isso, não irá se beneficiar de todos os recursos disponíveis pelos materiais. No final, terá a sua produtividade prejudicada.
  2. Material do filme: a qualidade do material usado nos filmes é essencial e deve ser sempre observada. A utilização de um ótimo material contribuirá diretamente para que o filme tenha uma maior vida útil.
  3. Durabilidade: a relação custo/benefício depende da durabilidade. Portanto, fique atento porque plásticos não tratados da forma correta poderão degradar rapidamente.
  4. Assistência técnica: é fundamental atentar se o produto possui assistência técnica especializada. Pesquise também se o fabricante é referência no mercado e há quanto tempo ele está comercializando o produto. Essas informações são muito importantes!
  1. Produtividade: a aplicação de um bom filme agrícola poderá aumentar a produtividade. Pense nisso e faça contas de longo prazo. Pense sempre pela qualidade dos produtos que você adquirir.

Estes são alguns requisitos para a escolha de um bom Filme Agrícola, seja qual for o seu projeto de Plasticultura (HF) use essas dicas para o seu negócio. ‘’Levando isso em conta na hora da aquisição do material, você produtor rural com certeza terá um grande sucesso no seu projeto’’, completa Silvano Tasca.

bruof

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One Step Closer to Developing a Cure for Melanoma

The Jerusalem Post — In a scientific breakthrough, a research team, headed by Dr. Assaf Zaritsky from BGU’s Department of Software
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Escolha correta do aspersor para irrigação

Por: bruof

A escolha do aspersor para o projeto de irrigação exige conhecimento técnico e teórico, pois ela irá determinar todos os parâmetros e características da área irrigada, como comprimento, diâmetro, espaçamento das linhas laterais e a potência do conjunto motobomba. Além disso, a disponibilidade de aspersores e peças de reposição no mercado também devem ser levadas em consideração.

O último senso agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, realizado em 2006, indica aproximadamente 4,536 milhões de hectares irrigados. Em 2013 a Agência Nacional de Águas (ANA) aponta 6,04 milhões de hectares irrigados no Brasil.

A irrigação por aspersão no Brasil tem se expandido nos últimos anos, principalmente devida a aplicação, via fertirrigação, de vinhaça nas áreas cultivadas com cana-de-açúcar. Atualmente, há no Brasil 2,486 milhões de hectares irrigados por aspersão e pivô central, representando 41% do total da área irrigada.

A escolha do aspersor a ser adotado na elaboração de um projeto de irrigação exige do projetista conhecimento operacional do aspersor, ou seja, técnico e também teórico. Para um projetista, não é simples definir o aspersor a ser instalado e utilizado, pois a escolha do aspersor irá determinar todos os demais parâmetros e características da área irrigada, como, comprimento, diâmetro, espaçamento das linhas laterais e por consequência a potência do conjunto motobomba. Além disso, o projetista deve avaliar a disponibilidade de aspersores e peças de reposição no mercado, bem como seu custo.

É fundamental que o projetista de irrigação deixe claro para o irrigante a relação intrínseca que existe entre os fatores: distribuição dos aspersores na área (espaçamento e disposição), uniformidade de aplicação de água, eficiência de aplicação de água, economia de água e produtividade obtida.

Em termos gerais e para seleção de aspersores, sugere-se que sejam incipientemente adotados os seguintes critérios: vazão, pressão de operação, raio de alcance do jato, uniformidade de aplicação de água, ângulo do jato, grau de pulverização, mecanismo de rotação, durabilidade, custo e peças de reposição. Portanto, a escolha do aspersor a ser utilizado é de fundamental importância para o início da elaboração de um projeto de irrigação por aspersão, características que permitirá ao projetista o início da elaboração do layout do sistema como dos cálculos hidráulicos.

Outro ponto importante na escolha do aspersor é sua intensidade de aplicação (Ia), obtida pela relação entre sua vazão e seu espaçamento. Por exemplo, um aspersor de vazão 1,56 m/h instalado em espaçamento quadrado de 18×18 m tem uma Ia igual a 4,81 mm/hora, este mesmo emissor instalado em 6×6 m tem uma Ia igual a 43 mm/hora. Esta informação é importante, pois o valor da Ia nunca poderá superar a velocidade de infiltração de água no solo (VIB), caso contrário a lâmina aplicada não será totalmente infiltrada, gerando problemas com escoamento superficial na área irrigada.

Reforçando a afirmação da importância da escolha do aspersor, lembramos que o bocal do aspersor é o último ponto de controle de água pelo irrigante, ou seja, a partir do momento em que a água é aspergida para atmosfera não temos mais seu controle e nesse momento a distribuição da água na área irrigada estará sujeita às interferências ambientais.

Diversos fatores construtivos e dimensionais afetam a uniformidade de distribuição de água pelo aspersor. Entre fatores construtivos como tensão da mola, velocidade de rotação, ângulo do jato, a arquitetura interna do bocal são características muito importantes. Bocais podem possuir diversas formas de seção, variação no seu comprimento, bem como apresentar ranhuras para promover a pulverização ideal do jato de água, e qualquer alteração nessas características irá resultar em mudanças na vazão, velocidade do jato e distribuição de água pelo aspersor.

Os aspersores podem ser classificados sob diferentes aspectos, podendo ser em função do mecanismo de ação (impacto, reação e de turbina), da velocidade de giro (rápido e lento) e também da pressão de trabalho (baixa, média e alta). Os aspersores com mecanismo de ação por impacto e com dois bocais são os mais comuns. O raio de alcance, assim como a vazão e o diâmetro do bocal dos aspersores também poderiam ser parâmetros de classificação, porém estas características são interdependentes.

O raio de alcance do jato d'água do aspersor é influenciado pela velocidade de giro como pela pressão da água.
O raio de alcance do jato d’água do aspersor é influenciado pela velocidade de giro como pela pressão da água.

Os aspersores também podem ser classificados como setoriais (giro parcial) ou de giro completo (360º). Os setoriais são muito utilizados na irrigação paisagística, gramados e em irrigação de pastagens, onde não se deseja molhar o corredor de circulação dos animais, bem como os comedouros.

O raio de alcance do jato d’água do aspersor, por exemplo, é influenciado pela velocidade de giro como pela pressão da água. Assim sendo, menor a velocidade de giro e maior a pressão de serviço em que a água está sujeita no interior do tubo, maior será o raio de alcance do jato de água.

O bocal de um aspersor é objeto de estudo e aperfeiçoamento das empresas fabricantes e dos institutos de pesquisa, por ser este um dos principais componentes dos aspersores e por influenciar de forma direta na uniformidade de distribuição de água no solo. Além da variação do diâmetro, os bocais possuem diferentes formas na seção de escoamento como em seu comprimento.

Aspersores estacionários também são comuns. Sendo estes muito utilizados na irrigação paisagística e em pivô central. A vantagem deste aspersor é que ele não apresenta movimento de rotação, logo não há desgaste nas peças sujeitas aos atritos. Entretanto, os aspersores pulverizadores, geralmente são de baixa vazão com curto raio de alcance do jato d’água.

Encontram-se no mercado uma gama ampla de modelo de aspersores, com variada capacidade de aplicação de água. Há os mini-aspersores, os quais apresentam vazão em torno de 300 L/h, trabalhando com pressão de 1,0 kgf/cm. E na extremidade superior, podemos encontrar aspersores com vazão de 160.000 L/h, trabalhando a 7,0 kgf/cm.

Para melhorar a uniformidade de distribuição de água, há aspersores autocompensantes. Também é comum os projetistas instalarem na base do aspersor, válvulas reguladoras de pressão, que tem por finalidade equalizar oscilações de sobrepressão no sistema, que acarretaram mudanças nas características de trabalho do aspersor. Entretanto, temos que elucidar os usuários de irrigação que sempre que uma válvula como essa atua, ela está provocando aumento na perda de carga, consequentemente, aumento no gasto de energia.

Na instalação dos aspersores no campo devem ser respeitadas as características definidas em projeto, principalmente o delineamento das tubulações em campo. Normalmente os aspersores estão espaçados, entre si, de 6×6 m, pois as tubulações têm este padrão de fábrica, e a inserção de aspersores na junção de dois tubos evita cortes na tubulação. De modo geral, espaçamentos maiores implicam em irrigações menos uniformes, em contrapartida com um menor custo de projeto. Por exemplo, a mudança de espaçamento de 12 para 18 m significa uma economia de 30%. É recomendado que para o equilíbrio desta situação fossem realizadas simulações com softwares e testes de uniformidade em campo, nas condições do local de uso dos aspersores.

Tão importante quanto o espaçamento é a altura de instalação dos aspersores, sejam eles fixos ou móveis. É interessante observar que no momento da elaboração do projeto o projetista tem o foco voltado para a cultura que será irrigada naquele momento. Porém, a posteriori o produtor pode vir a migrar para outros cultivos, que sendo de porte diferente daquele outrora utilizado, pode gerar problemas de uniformidade de aplicação da água, devido a interceptação do jato dos aspersores. Para diminuir este problema é pertinente aumentar o tubo de subida do aspersor, por meio de prolongadores, adaptando o mesmo para a altura que se deseja irrigar, lembrando que quanto mais alto estiver posicionado mais sofrerá o efeito dos ventos. A elevação do aspersor gera aumento na tubulação de subida e por consequência aumento na altura manométrica, requerendo maior pressão para funcionamento do sistema.

O custo atual de um aspersor pode varia de R$ 15,00 para os aspersores de baixa vazão até o valor R$ 4.000,00 para os aspersores de elevada vazão. De uma maneira geral e considerando todos os acessórios para montagem de um sistema de aspersão, o custo do aspersores pode representar de 5% a 15% do total. Essa variação pode ser em função do preço do aspersor e do espaçamento de disposição o que implicará na variação uniformidade de aplicação de água desejada.

Portanto, para seleção ideal de um aspersor, ou seja, aquele que apresentará menor custo ao irrigante e melhor uniformidade de aplicação de água, sugere-se estudos aprofundados, bem como a consulta a especialistas.

Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.
Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.

Alexandre Barcellos Dalri, Luiz Fabiano Palaretti, UNESP/FCAV

Artigo publicado na edição 158 da Cultivar Máquinas.

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O raio de alcance do jato d'água do aspersor é influenciado pela velocidade de giro como pela pressão da água.

Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.

Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.

Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.

Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.

Diferentes modelos de aspersores encontrados no mercado. Cada projeto é feito para proporcionar diferentes velocidades, capacidade de distribuição e alcance da água.

BGU Community Unites to Tackle COVID-19

The Jerusalem Post — “The novel coronavirus, SARSCoV-2, spread across the globe, reminding people that regardless of borders, race, religion,
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Measuring the Solar Energy Potential of City Roofs

The Times of Israel — As Israel’s Energy Ministry considers raising the country’s 2030 renewable energy target from 17% to
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Sabesp realiza manutenção emergencial no Sistema Rio Claro

Moradores devem economizar água das caixas residenciais. Serviços serão concluídos no sábado, 23/5

 

AABGU Announces President-Elect

Gary S. DeBode was elected president of American Associates, Ben-Gurion University of the Negev (AABGU) at a board meeting held
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BGU Develops COVID-19 60-Second Test (Video)

FOX News — FOX News recently visited BGU to interview Prof. Gabby Sarusi.  He developed a one-minute electro-optical test using
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Irrigação inteligente promove estabilidade e aumento da produtividade da soja

Por: bruof

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A produtividade em uma safra de soja é definida por vários fatores, dentre eles: condições climáticas, genética do material utilizado, fertilidade da área, fitossanidade, entre outros, que interligados culminam na produção final obtida pelo produtor.

A média de produtividade da soja no Brasil, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é em torno de 55 sacas/ha. Ela é influenciada principalmente pelas irregularidades pluviométricas ao longo dos anos agrícolas em diversas regiões produtoras de grãos e também, pela inadequada fertilidade do solo e nutrição das lavouras, fatores que culminam em baixas de produtividade.

Desde a implementação do primeiro projeto de irrigação por gotejamento subterrâneo para o cultivo de grãos no Brasil, feito pela Netafim,  em 2012, na Fazenda Três Capões,  em uma área de 81/ha, no município de Palmeiras das Missões-RS, os resultados preliminares de produtividade da soja demonstraram-se muito satisfatórios, com safras atingindo produtividades superiores a 100 sacas/ha. Atualmente a média de produtividade da soja no sistema é 46% maior se comparada às médias das áreas de sequeiro da fazenda.

A exemplo da Fazenda Três Capões, e de outras em diferentes regiões produtoras de grãos no país, que aderiram a tecnologia de irrigação por gotejamento subterrâneo e que estabilizaram e aumentaram suas produtividades de soja, estão: a Fazenda Santa Cecília, no município de Vicentinópolis-SP e a Fazenda Tabapuã dos Pirineus, localizada no município de Cocalzinho de Goiás-GO.

Na fazenda Santa Cecília, nas cinco safras de soja realizadas, a produtividade média foi de 85 sacas/ha, em torno de 40% superior à produtividade média das áreas de sequeiro da fazenda. A fazenda Tabapuã dos Pirineus, que possui uma produção média de 55 sacas/ha na condição de sequeiro, deu um salto na média de produtividade para 97 sacas/ha em sua área irrigada por gotejamento subterrâneo, média 76% superior.

A estabilidade e saltos de produtividades que as fazendas estão obtendo com a utilização da tecnologia é proporcionada pela garantia de reposição hídrica das plantas em casos de déficit hídrico durante seu ciclo fenológico e também, pela flexibilidade do produtor em colocar em prática estratégias de nutrição da soja através do sistema de irrigação por gotejamento subterrâneo,  diretamente no sistema radicular, de forma parcelada, de acordo com a demanda e ciclo fenológico da planta. A técnica é denominada Fertirrigação, ela aumenta a eficiência da aplicação e o aproveitamento dos nutrientes pela planta, diminuindo perdas e consequentemente aumentando a produtividade.

Atualmente a Netafim conta com mais de 60 projetos de gotejamento subterrâneo para grãos e fibras em escala comercial, destacando projetos de grande porte já em funcionamento, como na Fazenda Luzinha, no município de Camapuã-MS, contemplando uma área de 370 ha. Além da soja, a irrigação inteligente vem ajudando os produtores a aumentar consideravelmente a produtividade e a rentabilidade de diferentes cultivos, como:  milho, feijão, algodão e culturas forrageiras.

bruof

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Webinar: La automatización llega a los laboratorios de aguas residuales: Robot AP3900

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Este webinar se centra en la automatización de las medidas fotométricas en aguas residuales.  El robot de laboratorio AP3900 está diseñado para realizar análisis totalmente automatizados del agua,...

El Canal de Panamá asegura un calado competitivo y confiable de su operación con medidas de ahorro

Por: iAgua
A principios de este año, el Canal de Panamá implementó medidas de ahorro de agua tras experimentar el quinto año más seco en los últimos 70 años. Gracias a la larga relación y constante comunicación...

Conseguir un futuro mejor para todos pasa por la reducción, el reciclaje y la reutilización

Por: iAgua
El 17 de mayo es el día mundial del reciclaje. Este día fue declarado por la UNESCO en 2005 con el objetivo de concienciar a las personas sobre la importancia de estas tres palabras:  Reducir,...

Bulgaria, Chequia, Francia y Polonia deben mejorar el tratamiento de sus aguas residuales urbanas

Por: iAgua
La Comisión insta a Bulgaria, Chequia, Francia y Polonia a garantizar la recogida y el tratamiento adecuados de las aguas residuales urbanas, tal como exige la Directiva 91/271/CEE, sobre el...

La Comisión insta a Irlanda a garantizar que el agua destinada al consumo humano esté limpia

Por: iAgua
La Comisión insta a Irlanda a adoptar las medidas necesarias para garantizar la salubridad y la limpieza del agua destinada al consumo humano y a adoptar las medidas correctivas necesarias lo antes...
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